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sábado, 7 de abril de 2012

Chocolate ao leite (um conto de Páscoa BDSM) =^.^= por {princess kitty}龍戦士 =^.^=


Ela abriu os olhos mas não conseguia ver nada... se encontrava nua, com os braços esticados e as pernas abertas amarrada sob a cama... de repente sentiu algo quente pingar em seu corpo... a pele ardeu, mas...
não era como a cera de uma vela que ardia e queimava, era algo diferente... as gotas caíam contornando seus seios que se encontravam rijos, foram formando um vale pela barriga plana descendo até seu sexo... ela sentia a consistência cremosa... o cheiro adocicado era inconfundível... Sentiu seu sexo ser recoberto pela substância quente, melada, e as gotas continuarem a pingar sobre as suas coxas... sentiu a ponta de algo encostando na sua vagina e ir penetrando-a... não, não era um plug, nem um vibrador, era algo pequeno, duro e um tanto desconfortável... de repente a coisa parou e ela sentiu o interior de seu sexo ser invadido pelo liquído quente e cremoso... "ai"... não resistiu e soltou um pequeno gemido. Agora sabia, podia sentir, seu Mestre havia usado uma seringa para injetar o liquido dentro dela...


Sentiu um dedo passando pelos seus lábios, dedos lambuzados daquela calda quente e saborosa, começou a lamber o dedo avidamente desejando mais, mas seu Mestre retirou o dedo e lhe deu um beijo forte, intenso, sugando sua lingua e as gotas de chocolate que havia pingando em sua boca... a lingua do seu Mestre começou a descer, lambendo o chocolate depositado em seu corpo, até chegar aos seios, o chocolate antes líquido já estava endurecendo e Ele dava pequenas mordidinhas nos bicos dos seus seios para retira-los... “ai, ai, ai” ela gemia e seu Mestre começou a morde-la mais forte, mordia e lambia seu corpo todo, devorando-a e ao chocolate também, fazendo-a enlouquecer de desejo. Quanto mais Ele se aproximava do seu sexo mais fortes e intensas ficavam as mordidas, ela se contorcia sobre a cama sem conseguir se controlar mais, então a língua Dele começou a fazer pequenos desenhos no seu sexo, provocando-a, atiçando-a, deixando- a ainda mais excitada... a língua Dele explorava o interior da sua vagina, mas sem retirar completamente o chocolate que Ele havia introduzido com a seringa...


Sentiu o corpo do seu Mestre sobre o seu... sentiu o membro duro e rijo penetrando-a com força, invadindo suas entranhas e movimentando-se rapidamente, deixando-a logo arrebatada levando-a a um orgasmo intenso, fazendo-a misturar seus líquidos com a calda de chocolate dentro dela... então antes Dele próprio atingir o clímax, Ele retirou seu pênis agora lambuzado de chocolate e aproximou-o da boca sedenta de sua escrava que começou a sorver, lamber, chupar, sugar até ter sua boca preenchida pelo delicioso sabor de chocolate ao leite...


Miaubeijos e uma Páscoa saborosa para todos nós!!! Eu quero ganhar muito chocolate ao leite e vocês? =^.^=

sábado, 31 de março de 2012

DOMINAÇÃO/submissão (dans l'amour)



   Quando estou ali...  É como sonhar de olhos abertos, ou vendados...  Viver, saber que estou para ti, é como uma ilusão intangível tocando a minha pele, é uma felicdade que dói, que preciso, que parece que não tenho direito a ela.   Voce em mim, é como um veneno com sabor de mel, um vício, uma necessidade insana, voraz...   Consome a minha carne, os meus pensamentos, devora meu coração e mesmo assim eu quero, preciso...   Voce acima de mim...   Meu desejo de te olhar...   Não posso, não deixas e eu...   Desenho teu rosto na minha lembrança, simples como todos os dias faço...    Saudade...    
   Eu olho para trás e não me reconheço mais...   Agora sou a tua escultura, o teu trabalho de lapidador...   Toda minha pele é tatuada das tuas digitais e tem o sabor do teu suor.    Voce comigo é magia sem igual, eu sinto teu desejo e o teu amor.   A tua força que me submete a teus pés, o teu cheiro me alucina, tua voz me faz tremer, querer...   Voce é o meu amor, o meu Senhor...



   Dominar é uma arte, submeter-se é um encantamento!  Dominador(a), muitos querem ser, mas liderar é um ‘dom’, a pessoa nasce ou não com ele, não é uma arte adquirida, é apenas aprimorada.  Não me refiro a berros, palavras de baixo nível, estupidez, falta de educação e gentileza, muito menos de inteligência, pois um líder (dominador), deve ter todos estes atributos por natureza, não me refiro a conhecimento literário, mas inteligência nata.   O mesmo está para a parte que se submete, submeter-se não é se deixar subjugar pela falta de opção, se deixar ferir na alma por não ter outra saída e com isto guardar dentro de si rancores, isto não é submeter-se consensualmente; e, não há BDSM ou SM sem esta predisposição a dar-se, mas dar-se só é verdadeiro e intenso, quando há sentimentos entre as partes, uma submissa de verdade, está escravisada pelo amor ao Dono; o mesmo está para o Dominador, ele só consegue esta devoção plena de uma mulher, se a faz sentir-se amada.   Sei que muita gente pensa diferente disto, mas penso que o ‘dono’ que não ama jamais cuidará tão bem de sua propriedade, pois o mesmo se dá com objetos, cuidamos com maior apreço quanto mais eles nos são queridos e isto independe do valor econômico que eles tenham. Não creio em submissão verdadeira sem paixão.   Tudo isto para mim é mera encenação teatral, que pode agradar a muitos, mas que não denota uma D/s de fato, intensa, real.   É como fazer sexo com quem não significa nada, é insípido.
   Pode ser que este tipo de pseudo D/s tenha valor para quem não tem nada melhor, que viva de ilusões, pode ter valor para quem só conhece Dominação/submissão virtual.   Eu me pergunto como ficam as emoções e o psicológico destas pessoas, que tudo o que possuem para satisfazer suas fantasias, sejam os encontros virtuais...  Francamente, eu estaria arranhando azulejo, seria como chupar bala com papel, sentir sede em frente ao mar...   Enfim, serve para quem vive uma história real, para deixar a expectativa para um próximo encontro, para fazer sonhar com coisas palpáveis, mas fora disto vai tornando a pessoa amarga, feito estas criaturas que na falta de uma vida própria para cuidarem, ficam atacando aquelas que as têm.   Nas salas virtuais é constante, cheio de criaturas encenando virtualmente uma vida que não têm ou dirigindo palavras de injúria a outros indivíduos.   Entretanto, serve para que estas pessoas terminem por se mostrarem como de fato são, basta ser perspicaz e acompanhar o cenário diário sem muito esforço.
   Um sujeito que se diz dominador e chega nas salas virtuais com Nicks duvidosos, já começa por aí a mostrar que seu caráter também não é muito diferente disto, quando ele se dirige a alguém, que pretende vir a ter como submissa, com palavras obscenas ou pejorativas, a coisa fica evidente, as letras garrafais, que virtualmente significam gritos, são no mínimo uma falta de educação imensa, a grafia diz muita coisa da personalidade das pessoas e os gritos, nada mais são que a tentativa de se auto afirmar, ou seja, demonstração de insegurança, na verdade.   Já a ‘submissa’ que chega se oferecendo, se não for um homem travestido de mulher pelo nickname, é uma pessoa que também inspira perigo a um Dominador sério, ela pode gostar de prostituir-se, ele jamais poderá confiar verdadeiramente nela, uma mulher que se atira, que avança, não é exatamente uma submissa.   Vejo muita formalidade entre os litúrgicos, não sou litúrgica, mas não creio que todo aquele floreio de palavras seja a denotação de domínio ou subserviência reais, não é por uma pessoa chamar a outra de Sr ou Sra que a respeita, teme ou está submetida; muitas vezes não existe este tratamento formal, mas a Dominação/submissão está ali muito mais viva do que quando o tratamento é exigido!   São muitos os fatores a serem observados para quem procura alguém em salas virtuais, mas o importante mesmo, é vir para o real, com sentimentos reais, conquistados com o tempo, não existe dominação ou submissão instantâneos, não se for verdadeiro, não se for com amor, com paixão, com confiança, confiança a gente conquista e a conquista é árdua, embora a perda seja rápida.
   Não quero aqui condenar aqueles que optam por viver outras formas de D/s, aqueles que apregoam que com sentimentos não se pode torturar uma submissa, que com sentimentos não se pode temer a um dominador (embora eu ache tudo isto muito perigoso), mas dentro do BDSM ou SM, não cabe que um julgue o outro, no máximo expor o que se pensa a respeito, falar dos perigos que há por trás de muito fervor, afinal, não podemos esquecer nunca dos sádicos doentios e/ou criminosos, estes são exatamente os teatrais.   Mas julgamento não cabe, basta que a sociedade faça isto, não precisamos disto entre nós.

Esta é a minha opinião.


Por Dorei Fobofílica


sábado, 24 de março de 2012

As utilidades de um colo =^.^= por {princess kitty}龍戦士 =^.^=


Quando se está triste é comum falarmos: “Ah eu queria tanto um colinho”. E é tão gratificante recebermos o “colo” de alguém em momentos assim, o colo em sentido figurado sempre consola, conforta, dá apoio...

É tão gostoso receber um colinho e carinhos de quem gostamos...

Mas no BDSM receber um colinho tem outros significados...

Um colo no BDSM serve pra deixar o bumbum vermelhinho...


Para disciplinar a sub...


Para humilhação pública...


Para todo tipo de torturinhas deliciosas...


"Ele me puxou para o seu colo, mandou eu empinar o bumbum e me deu um golpe com a parte dos pregos da palmatória... aiiii... Ele começou a dar golpes seguidos e ao mesmo tempo enfiava seus dedos na minha vagina pela abertura do harness... a cada golpe seu eu sentia meu sexo pressionar o seu pênis e eu estava cada vez mais excitada... comecei a me remexer no seu colo sem parar, queria ser penetrada por Ele, mas Ele só brincava com os seus dedos em mim... continuou a me bater... sentia meu bumbum ardendo... Ele puxava meu cabelo, acariciava o meu corpo, me segurava firme, brincava comigo... eu não sabia mais se gemia, se miava... estava completamente molhada, comecei a querer me levantar no seu colo, queria beija-lo, abrir seu roupão, e fazer sexo com Ele naquele instante..."

Miaubeijos de quem ADORA receber um colinho ;) miauuuuu =^.^=


sábado, 17 de março de 2012

"A Surpresa"!!!



   Ando tão atribulada que não sabia o que dizer desta vez, mas para minha supresa, no final de semana que passou descobri a cerca de uma prática SM desconhecida para mim, trata-se de Figging, comentei com meu Dono...   O tempo passou e ontem tivemos um encontro e Ele veio com “A Surpresa”, o figging.   Marvilhoso ter um Dono que ama e deseja dar prazer a sua sub...  Quando ouvi sobre o assunto tive minha curiosidade despertada, que agora sei que voce que me lê também está, vou explicar; figging é uma prática que estima-se ser da era vitoriana e que depois caiu no esquecimento, algo feito com gengibre.   Não vou entrar nos detalhes didáticos, pois sei que vou excrever assim depois em meu blog, aqui quero falar das reações.   Eu já tinha lido sobre o figging depois que me foi dito, não é aquela coisa com legumes que se ve em fotos e filmetes pela rede, o propósito é outro.  A intenção é elevar o desejo sexual, como experimentei posso dizer que para uma submissa é uma experiência ímpar, o gengibre é vendido em seu estado natural como uma mão são raríssimos os casos de relatos de alergia, é um produto natural que não deixa nenhuma sequela, a pessoa esculpe um pequeno plug cuidando de deixar um esbarro para que ele não penetre todo e o introduz no ânus ou vagina, pode cortar uma rodela fina e por sobre o clitóris o que causa efeito ainda mais fantástico, se for um submisso, pode cortar um filete e inserir na uretra com o cuidado de deixar algo que sobre para tirar depois.   Do efeito posso dizer que primeiro não se percebe de imediato, depois vem uma queimação que começa suave e depois vai crescendo, lembra o efeito da pimenta na boca, mas um pouco mais leve e em seguida o calor penetra a carne na região e vai se espalhando em ondas por todo o corpo, dá uma vontade alucinante de tirar antes de que aquilo mexa absolutamente com a libido da gente devido a sua propriedade afrodisíaca, entretanto quando começa, a mulher (pelo menos foi comigo conforme li) começa a molhar e fica louca para ser penetrada e ter orgasmos.  Leva cerca de 5 minutos para atingir o efeito máximo e depois de mais uns 20 minutos começa a declinar, se quiser interromper o efeito basta por água fria ou gelada, não use lubrificante, pois ele funciona como selante e impede o gengibre de agir.  O figging não foi sempre praticado por SMs, mas por casais baunilhas também, ou principalmente, onde eles usavam o sumo como o que hoje se encontra em casas de sexy shop, aqueles óleos quentes estimulantes, então se voce tem a cabeça aberta a novas experiências, vale a pena tentar.


Dorei Fobofílica.

sábado, 10 de março de 2012

Ainda sobre exibicionismo e bissexualidade =^.^= por {princess kitty}龍戦士 =^.^=



Duas meninas se beijando... toques suaves, explorar o corpo de outra mulher, deixar mãos femininas me tocarem intimamente... e eu tocá-la também... enroscar meu corpo no dela, deslizar a ponta dos meus dedos no contorno dos seus seios... senti-la suavemente, segurar seu rosto junto ao meu... pertinho... fazê-la me desejar... puxar seus cabelos, arranhar a sua pele... fazer a minha lingua percorrer o seu corpo todo... sentir seu gosto em minha boca, sorver lentamente cada gota do seu prazer... deixar ela sentir meu gosto também... nossos corpos grudados... se roçando... se esfregando... desejando loucamente uma a outra... e um único observador: Meu Dono.

Depois do meu primeiro post aqui, conversei com a Dorei sobre uma fantasia dela e havia dito a ela que meu próximo post no Diário seria sobre algumas dúvidas que tenho em relação a bissexualidade e também exibicionismo. E daí a Borboletinha também fez um post atiçando ainda mais meus desejos rsrs.


Eu nunca tive uma experiência com outra mulher, nunca beijei, nada. Mas algumas mulheres me atraem, sinto desejo ao observá-las, me excito ao imaginar cenas com elas, penso em como seria tocá-las, e em ser tocada também. Fantasio, crio histórias em minha mente comigo seduzindo outra mulher, atraindo-a para mim, com nós duas tomando banho juntas, nos esfregando... lambendo uma a outra... cada vez que penso sinto meus desejos aumentarem... e minha vontade ficar mais forte.

Não sei se sentir esses desejos seriam o suficiente para dizer que sou bissexual, acho que primeiro teria que ter uma experiência de verdade, talvez seja apenas uma curiosidade, uma fantasia, algo que instiga a minha imaginação... acho que a nossa sexualidade vai muito além de rótulos, podemos sentir desejos por diversas práticas e pessoas, o que importa mesmo no final é o prazer que se obteve com aquilo.


Mas pra essa minha fantasia ser completa, eu precisaria ter um observador, sim eu sou exibicionista e nada me excita mais do que me imaginar com uma mulher dando um espetáculo para os olhos de alguém... mais especificamente do meu Dono. Adoro me exibir para Ele, e só de imaginá-lo me vendo com outra mulher já fico molhadinha...

Ele também poderia participar da brincadeira e castigar a nós duas... mas isso... ah, isso é outra história...

Miaubeijos marujos =^.^=

sábado, 3 de março de 2012

Exibicionista? Eu?!!


   Eu sempre afirmei categoricamente que tenho aversão a me exibir, mas até ler no Diário de Bordo a Gatinha Kitty a minha idéia de exibicionismo era outra...  Notei desde o começo seu blog que além de nos afinarmos, ela pensa muito parecido comigo, embora com aptidões diferentes, mas vemos o BDSM com a mesma perspectiva, sem nos importarmos com regras de desconhecidos, afinal de contas, o tempo passou e não há razão para ficarmos engessados no passado.
   Aí vem a Gatinha e fala de seu prazer em se exibir especificamente para seu parceiro, não é exatamente assim que mexe comigo, mas é quase isto, ela põe as fotos com cuidado em seu blog, também não é exatamente assim que eu espero que aconteça, mas de certa forma, parece.   Fiquei me fazendo mil perguntas, queria muito conversar com a Gatinha e pedi a ela que viesse, doce menina veio conversar e foi delicioso.
   Conversamos e eu falei da vontade de ser exibida por ele a outra(s) mulheres em reservado, uma espécie de ménage feminino, de ser exposta ‘aquém da minha vontade’ (claro que inconscientemente quero), mas eu não quero estar no comando, não quero que parta de mim, quero sofrer algumas ‘humilhações’ leves, ‘castigos’...   Na frente e/ou para a outra, mas sob comando Dele, então não é algo que possa partir de mim ou perderia o sentido.
    Na verdade fazia mais de ano que essa idéia me rondava e roia me fazendo achar que estou louca, até ler e conversar com a Gatinha e ela me dizer que é sim uma forma de exibicionismo e que existem várias formas.   Exibicionismo é assunto que nunca me interessei, quem me lê sabe que nunca expus meu corpo na rede, não é por nada,   Acho interessante quando é feito com bom senso e elegância, embora tenha uns sites que são um horror, tem outros de muito bom gosto.   Não faço porque não gosto, porque não vou fazer nada para agradar aos outros e me sentir infeliz.   Como não sabia que existem outras formas de exibição, simplesmente me dizia totalmente aversa a coisa. 
      É um exibicionismo particular e direcionado, misturado com humilhações eróticas, provocantes e desafiadoras.
   Então fica a pergunta:   Será que existem outras pessoas com desejos similares aos meus?   Que querem ser exibidas, forçada a se exibir para seu parceiro e ser exibida por ele como seu ‘objeto’, de acordo com a ‘vontade dele’?
   Claro, não espero que Ele adivinhe isto, eu já contei, já escrevi contos sobre para que Ele lesse A Amiga do Dono, mas Ele diz que não apareceu a pessoa certa, eu não sei bem se é isto...   Sei que Ele é super possessivo, mas a idéia não parece desagradá-lo ou ele não quer tirar a minha ilusão. Hehehehe
   Deixo aqui o link para um conto que explica minuciosamente as minhas fantasias, nele eu seria Ana...   Espero que apreciem!


Dorei Fobofílica.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Exibicionismo: Uma gatinha na Nau! =^.^= por {princess kitty}龍戦士 =^.^=

Olá Tripulação e Navegantes da Nau! Eu sou a kitty, quem me conhece sabe que eu sou uma gatinha "maluquinha" rsrs que é apaixonada pelo BDSM e por todo tipo de demonstração de prazer e sensualidade. E quem não me conhece vai conhecer um pouquinho hoje, porque eu vim aqui falar de uma maneira de ter e dar prazer que muito me atrai: O exibicionismo.


A definição clássica do exibicionismo é o desejo de expor seus órgãos sexuais a outra pessoa e obter prazer com isso. Mas existem muitas variações e formas de exibicionismo. O exibicionismo que eu vou falar hoje, o qual eu pratico e muito me atrai é um exibicionismo light, que consiste em me exibir através de fotos ou vídeos de lingerie, em poses sensuais e situações provocantes. Eu descobri o prazer em me expor e ter prazer com isso dentro de uma relação, pois havia a distância física, às vezes a impossibilidade em se encontrar e eu encontrei no meu exibicionismo uma maneira de manter a relação um pouquinho mais quente. Com a internet, as relações virtuais florescendo cada vez mais, isso é muito comum hoje em dia. Claro, devemos ter cuidado para quem iremos nos expor, é necessário que haja total confiança no parceiro, ou ao menos preserve seu rosto durante as exibições porque infelizmente existem pessoas mal intencionadas e que podem transformar o que é para ser uma brincadeira deliciosa em uma grande dor de cabeça.


Mas tomadas as devidas precauções é hora de colocar a imaginação para funcionar e se divertir com isso. É muito gostoso surpreender o parceiro com uma foto tirada especialmente para ele ou um vídeo sensual. Isso me proporciona muito prazer, saber que a pessoa está ali, vendo aquilo, se excitando comigo e me desejando. Nos meus vídeos como sou praticante de BDSM sempre gostei de dar um toquezinho disso, com algemas, velas, imobilizações ou uns tapinhas para provocar. E claro, os vídeos me tocando são os meus favoritos, fiz muitos assim, me masturbando com plug ou apenas com as mãos, ligar a câmera para gravar e me tocar sabendo que alguém irá assistir depois me deixa muito excitada. E também há as brincadeiras em tempo real através da cam, mas essas só com confiança absoluta mesmo no parceiro porque você eventualmente irá mostrar o seu rosto. Tive uma experiência inesquecível uma noite com a cam, me exibindo, provocando, me tocando, tive quatro orgasmos intensos e seguidos que me deixaram uma semana inteira sorrindo rsrs.


O meu exibicionismo é um exibicionismo direcionado, me excita me exibir para o meu parceiro, alguém com quem eu tenha alguma ligação, porém eu sempre quis ter um blog e quando eu criei o meu, resolvi usar minhas fotos lá, e às vezes posto trechos de vídeos meus também, mas não posto nada explícito, apenas sensual, as partes mais picantes eu deixo reservadas para quem tenho intimidade. É muito prazeroso saber que pessoas vêem minhas fotos e vídeos no blog e se excitam ao menos um pouquinho comigo, isso desperta a minha libido.

E como eu falei tanto em exibicionismo, claro que eu não podia deixar de me exibir um pouco para vocês, fiz uma montagem com algumas imagens e trechinhos de dois vídeos meus, espero que gostem.



Miaubeijos com carinho=^.^=
princess kitty

sábado, 25 de fevereiro de 2012

O que é o BDSM em minha vida...



O que é o BDSM em minha vida...

   Certamente não é um estilo de vida como a maioria dos praticantes costumam dizer que seja na deles.   Como um amigo me disse estes dias, talvez eu seja a mosca na sopa do BDSM; claro, gosto de muitas das práticas, acho mesmo uma delícia ME SERVIR delas, sempre de coisas light que é como eu aprecio, que não deixam marcas que durem mais que algumas poucas horas.   Se eu gosto da dor?  Já afirmei isto mais de uma vez.   Gosto!  Nada de extremos... Embora eu prefira o shibari...

  O ‘açoite’ assusta no primeiro momento, depois vai se transformando numa sensação de calor que percorre todo o corpo como uma onda trazendo uma excitação extrema, é verdade que não vai acontecer nas primeiras vezes.  O mesmo se dá com diversas outras práticas, embora determinados jogos eu não aceite em hipótese algum,  nada que seja hard ou bizarro, que exponha a pessoa publicamente, que comprometa  a saúde da pessoa, seja física ou psicológica.   Talvez para uma pratica tão aberta eu seja conservadora demais, entretanto acho que sou mesmo é ponderada e penso que praticar algo tão sério precisa mesmo de muita ponderação, estar muito consciente dos riscos, de si e do outro, ou outros envolvidos.   Não espero ser aprovada pela comunidade pelo que eu penso, como não esperem que eu algum dia torne o BDSM meu estilo de vida, ele está para ME dar prazer e ao meu parceiro (Dono), não para eu me tornar ‘escrava’ de uma ditadura, acho que isto não cabe mais no nosso tempo.   Já me disseram que eu não sou praticante, mas o dicionário diz que praticante é aquele que pratica e se eu faço uso constante dos jogos, sou praticante sim, mais ainda, sou uma árdua pesquisadora, muito mais que a maioria dos psicólogos, psiquiatras e praticante de décadas; estes, que em muitos casos praticam sem ler, sem estudar; aqueles, os profissionais da medicina, que só fazem estudos em quem é doente, psicopata e condenado pela justiça a prisão ou pela medicina a tratamentos em clínicas de recuperação de algo que não tem recuperação, como a psicopatia.  Não vão em busca de pessoas que vivenciam isto de forma sã, segura e consensual, com respeito pelo outro, educação, bom senso...   Não, é tão mais fácil ficar apenas dentro do quadro clínico dos hospitais e que nada tem haver com a realidade da massa imensa e silenciosa de adeptos do erotismo exótico e sadio.   Claro que me refiro a profissionais deste nosso país, pois fora do Brasil não é assim que acontece, em muitos países chamados de primeiro mundo o BDSM é reconhecido como uma prática absolutamente normal, que é inerente a nossa espécie desde os primórdios.
Sou livre para pensar e caminhar sozinha quando quero e preciso

   As regras que vivo são feitas por nós, determinadas por Ele e aceitas ou não por mim, 'negociadas' como se diz no BDSM, não me engessa na minha vida diária, não preciso de aprovação para escrever, pensar e ser no meu dia-a-dia.   Lógico que assim como qualquer parceiro, seja em que tipo de relação for, ele vai opinar, as vezes tolhir para corrigir algo, não por outra razão que não seja a do meu próprio bem, afim de que eu não me exponha, de eu não fazer algo que se volte contra mim e não para me manipular como se eu fosse uma marionete incapaz de pensar.   Ter a 'posse' de alguém sem cortar o seu individualismo não é em nada ser menos que os outros Dons, muito pelo contrário, é ser muito consciente e seguro de si, saber que não precisa diminuir o outro enquanto ser humano para estar no comando da relação e é por isto que o admiro tanto, por isto exponho com tanta autonomia tudo o que eu penso, sem medo do pensarão os outros, porque na verdade só colho conhecimentos deles, nunca a ditadura que me tentam impor inúmeras vezes.
Sou livre para criar, produzir

   Eu e Ele nos servimos do BDSM para o nosso prazer, não servimos ao BDSM ou qualquer comunidade do gênero.


   Só queremos ser felizes e é o que eu desejo que as pessoas tirem do BDSM; felicidade emocional e sexual.   A vida da gente é uma só, dar importância a pessoas que nada tem haver com ela é perda de tempo.    Lógico que eu respeito às escolhas dos outros, se querem viver um estilo de vida que vivam, mas querer impor isto aos outros, ditar como devem viver é um pouco demais.   Digo a quem me lê apenas que pensem no que se propuseram a fazer, que seja para viverem melhor, avaliem as razões que o levam a prática e decidam por si, sem dar importância ao que vão pensar de voce, preocupe-se apenas com quem compartilha a vida contigo, pois como disse a bela Ayesk@Ursinh@, "ninguém paga as nossas contas".



Dorei Fobofílica.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Traindo sem culpa... Também pode.



   Na semana passada eu falei da traição dentro do BDSM e de como em uma relação como esta não tem espaço para traição, deixando claro que vejo uma imensa diferente entre fidelidade e lealdade e trair é ser desleal.   Entretanto a amiga Sophysticada me chamou a atenção para a necessidade real, irrevogável que a muitas pessoas tem de trair, claro que isto continua não valendo dentro do BDSM que é ao que eu me referia, mas sim dentro da maioria das relações baunilhas.   
   É verdade, quando a gente casa geralmente os pensamentos são puros, o sonho é a vida perfeita e fidelíssima dos contos de fadas que a gente lê na infância e que moldam parte da nossa personalidade de forma irremediável, mas a realidade é outra, a convivência cobra um preço muito alto e nem todos sabem pagar a conta.   Me atrevo a dizer que é praticamente impossível que a pessoa passe uma década casada sem pular uma cerquinha “básica”, principalmente se for homem, podem até dizer que é um pensamento machista, mas a verdade mesmo é que somos e sentimos a vida de forma diferente entre homens e mulheres.  
   Hoje já tem muita gente que conseguiu se libertar dos conceitos preconcebidos de comportamento conjugal, mas continuam sendo a minoria irrelevante diante da massa.   Não que o sujeito não faça as escondidas e ainda se sinta no direito de julgar os outros.
   Na verdade tem muita gente despreparada psicologicamente que vive o aparente conforto da hipocrisia que prega a monogamia como se de fato fossemos capazes disso e não fossemos os primatas polígamos que a natureza fez de nós.   Essas pessoas, ou por serem simplórias ou por serem ordinárias, precisam e muitas vezes merecem serem traídas sem culpa.

   Como a esposa mal amada de um bronco, que apesar de ser bronco, ela tenha lá seus motivos particulares para viver com ele, vai dizer a ele que quer viver um casamento aberto, com direitos iguais e que ela sabe o que ele anda fazendo fora de casa, que só quer viver com a verdade e direitos iguais?  Voce acha que um sujeito assim entenderia?  Ou aquela mulher que outrora era fogosa, mas que ao virar beata por sei lá que motivos, foi esfriando sexualmente, mas quer ver seu cônjuge ali...  A mercê de seus novos conceitos de vida, sexualmente frios e ele totalmente insatisfeito, apesar de ainda nutrir um grande amor por ela?  Eu observo que tem muita gente que de certa forma faz questão de ser traída e os seus pares ainda ficam se sentindo culpados, se forem pessoas de bom coração.    Mas qual o quê?  Esta é uma das razões mais freqüentes que levam a separação de um casal.    Outra razão  muito comum é quando a pessoa sai com alguém, que só estará com ela poucas horas e é claro, vai oferecer a ela sempre o seu melhor, sempre estará arrumada, perfumada, com assuntos novos e empenhada sexualmente.   Aí os tolinhos começam a acreditar que encontrraram o par perfeito e se separam para logo ver que trocou seis por meia dúzia, pois a convivência é uma coisa difícil, tem as contas a pagar, os reparos da casa e todas as dificuldades que a vida a dois impõe, é coisa para gente madura, que sabe ultrapassar as barreiras sem jogar todo peso na conta no outro e sabe fazer limonadas com os limões que a vida oferece. 
 
   Pior de tudo é quando a pessoa percebe que apesar de todas as dificuldades, da separação por causa da "traição" e de tudo que isto acarretou, foi um imbecil, pois agora que aquela paixão tórrida acabou, se dá conta que ainda ama aquela pessoa primeira com quem era casado, mas o orgulho de ambas as partes em perdoar acaba de por a ultima pá de cal na relação que a partir deste ponto poderia ser realmente boa, com lealdade em lugar de fidelidade, sabendo conviver com os defeitos do outro, pois ele faz o mesmo com os nossos.  
   Eu acho que está ficando muito evidente que eu gosto de relações sólidas, duradouras, abertas e maduras.   Caretice?  Ah, o que importa isto se dentro da caretice a gente for feliz?   Agora é uma admiração quando alguém diz que está junto há mais de uma década, como se fosse esperado sempre o fim dos casamentos.  
   Eu acredito que se existe amor, não me refiro a paixão tórrida e passageira, mas amor, daquele tipo que as vezes até parece que não existe mais, mas que volta e meia mostra a sua força sutil, ele deve ser preservado, que o melhor seria fazer isto com direito a ter relações extra conjugais, com ou sem o parceiro casado, mas que seja leal, mas se não dá, se não tem jeito, que seja como for possível, desde que cada um encontre a sua receita particular de ser feliz na família e na cama, consigo mesmo e que faça isto sem culpa, pois todos temos o direito de nos sentir amados, desejados, isto é mais que um direito, é uma necessidade física e psicológica, sem falar que quando começamos a nos apaixonar ou amar outra pessoa, não significa que temos que ter deixado de amar quem já amamos, isso é outra imbecilidade que enfiam na nossa cabeça desde sempre.   Precisamos nos adequar as condições que a vida oferece para viver bem.
Homenagem ao Trio mais fantástico da blogosfera, Loirinha Ksada, Mansinho e Wolvie, que fizeram suas opções sem se importar com o que pensam os outros.  Adoro voces!

   Seja como for a forma que voce vá viver a tua vida, não importa para os outros.

Dorei Fobofílica.


P.S.:  Volto a dizer que isto não vale dentro do BDSM.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Traição e BDSM, pode?



   Traição é um assunto polêmico seja dentro ou fora do BDSM, eu penso que haja uma sutil diferença entre fidelidade e lealdade; vejo a fidelidade como algo ultrapassado, inventado pela igreja e por homens que desejavam controlar o povo com suas regras que ferem a natureza humana, somos primatas polígamos.   É claro, somos também seres pensantes e não temos que ser promíscuos, nem ferir os sentimentos dos outros, por isto existe uma coisa chamada acordo e dentro do BDSM isto é intensamente praticado, feito previamente e várias vezes ao longo da relação, as pessoas sabem e concordam com o que virá a acontecer, não se magoam por causa disto.   Vejo a lealdade, ou a falta dela em todo seguimento da vida, não só na relação homem/mulher, penso que quebrar a confiança, o que foi acordado com palavras ou que tenha sido subentendido, é trair, não importa se é dentro da família, do trabalho, com amigos ou com parceiros sexuais, mas o que foi acertado antes e se está de acordo, seja lá o que for, claro que respeitando a integridade física e mental do outro não pode ser considerado traição.
   Obviamente que já se pode adivinhar que numa relação de Dominação/submissão só uma das partes tem este direito de se relacionar com terceiros, isto faz parte do acordo, mas se pensarmos que dentro do BDSM existe uma coisa chamada empréstimo de escravos, podemos ver que no frigir dos ovos não é exatamente assim, claro que tudo tem que ser consensual, acordado antes.   Pessoalmente eu dou outro nome a relações com desconhecidos ou mesmo pessoas que foram escolhidas por outra pessoa que não seja o submisso, para mim é uma forma de usar o BDSM como desculpa para a prostituição, mas esta é minha opinião, não confere com a de muitas pessoas no meio, entretanto sei que tem muitos pensam como eu.  Existem casos absurdos e não entendo bem o que leva ao submisso a aceitar tais coisas, como ser colocado em uma casa de prostituição real e ser usado para benefício financeiro de seu "dono" ou de quem ele aprouver, para mim isto, esta coisinha insignificante e doente, não é dono de nada, é um cafetão que usa o BDSM para justificar suas safadezas; e este é só um pequeno exemplo de abuso, onde o outro já foi completamente dominado psicologicamente, se sentindo inferior, um coisa nenhuma, ou mesmo, gosta de se prostituir de fato e de verdade.
   Vejo o BDSM com duas vertentes, a dos que o praticam com amor envolvido (meu caso) e os que fazem questão de que não haja sentimentos envolvidos, se é que isto é possível.   Não consigo ver uma relação tão intensa quanto sadomasoquismo e dominação psicológica sem haver sentimentos...   É teatro? Encenação pura?   Não, para mim não, tem que haver amor, paixão, para fazer bater forte o coração.   Sem falar que em muitos momentos a vida da pessoa estará nas mãos do Dominante e para isto tem de haver muita confiança.   Voce confiaria a sua vida a quem você não ama e que você não pense que te ama?   Quando digo confiar a vida, é no sentido de que o submisso muitas vezes estará amarrado, algemado, a mercê das vontades do outro; que as brincadeiras podem ser perigosas, como por exemplo o aparentemente inocente gelo, a pessoa lá, amarrada e amordaçada e o gelo dentro de seus orifícios por tempo demais, pode passar de prazer para morte dos tecidos e causar problemas graves, isto por falta de pesquisa e conhecimento antes de praticar os jogos chamados de adultos não por acaso.   Aí o sujeito diz que tem experiencia, que estudou muito o iceplay ou seja lá o que for e é tudo mentira, isto não é uma traição?   Não é uma traição grave onde quem vai pagar as consequências é voce que confiou?
   Então a traição em nenhum sentido tem espaço numa relação BDSM, pois se isto acontece quebra algo arduamente conquistado, a confiança, sem a qual não pode haver entrega absoluta, para que sejam feitas as brincadeiras de adultos.   Voce se deixaria amarrar por alguém que você não tenha plena confiança?   Deixaria alguém que você não tenha certeza que não vai ter ferir de verdade, nada além do que você permite fosse te açoitar?

   No BDSM ter várias escravas é natural para muitos, é aceito ou não, mas é uma opção que se discute abertamente, sem as neuras do mundo baunilha (que não pertence ao BDSM), não há a necessidade de mentir, de forma que tudo é dito francamente, tudo é exposto, os sentimentos mais secretos são explanados, os desejos mais incomuns são discutidos, dessa forma não há espaço para traição, se ela surgir toda relação foi comprometida, pois a confiança é a base junto a tríade SSC.  São, Seguro (confiável) e Consensual.
   A mesquinhez da nossa sociedade de pregar a poligamia como algo que chama de traição, desde os aparentemente inofensivos livros de contos de fadas que moldam a nossa personalidade desde a idade mais tenra é o que nos faz ter pensamentos retrógrados nos dias de hoje, mas se entendermos que trair é sinônimo de mentira e não de infidelidade, veremos que exigir do outro um comportamento de que ele e nem nós somos capazes de ter é pedir para ser enganado.  A partir do momento em que se tenha a liberdade de expor todos os desejos para o (a) parceiro (a), a relação fica mais sólida, a cumplicidade é de fato estabelecida, tudo se torna mais leve e feliz.   Infeliz foi aquele que inventou a palavra corno e deu a ela um sentido pejorativo, não tinha nenhum conhecimento da natureza humana e era um verdadeiro hipócrita que não admitia suas próprias atitudes e deixava de cuidar de si para julgar a vida dos outros, provavelmente era um e nunca soube disso, pois estava ocupado demais tomando conta da vida alheia.

   Seja qual for o estilo de relação que se escolha viver, o que vale mesmo é ter prazer e ser feliz, esquecendo os outros, das regras dos outros, o que os outros vão pensar, os outros não tem nada haver com a tua vida e nem precisam saber da tua vida íntima.   Não se importe com o que os outros dizem sobre isto ou aquilo, siga a sua vida se ela te faz feliz, se não faz, mude-a a tua vontade.

Dorei.


   Quero aproveitar a oportunidade de conseguir estar na internet, coisa que ficou rara agora para mim até não sei quando nesta minha nova cidade, para dizer que li finalmente os comentários do post do sábado retrasado e fiquei imensamente feliz, é muito gratificante este carinho de voces e saber que de alguma forma estou esclarecendo alguma coisa por pouco que seja, que BDSM não tem que ter dor se não se deseja, que pode ser apenas jogo de dominação e submissão, que ao contrário do que parece, está mais junto do nosso cotidiano e intimidade do que na maioria das vezes conseguimos perceber.


   Quem não entende porque a mulher está na posição de submissão na maioria dos casos, não entende também a natureza humana, fomos forjadas para servir, claro que toda regra tem exceções e tem muitas mulheres dominadoras e homens submissos, tem também os switchers (que alternam as posições, ora de comando, ora de subserviência. ora de sádico, ora de masoquista), mas isto é outra história.
   
   My Lady, o texto de sábado passado com a Déborah, ficou de tirar o folego e molhar a calcinha se eu usasse isto em casa, rsrs    Obrigada!




   Obrigada a todos pelo carinho e paciencia com minha ausência!

sábado, 21 de janeiro de 2012

Quais ordens e até onde pode um Dono mandar e sua sub obedecer?



   BDSM é um jogo erótico forte, ou pelo menos deveria ser assim, um jogo para pessoas maduras, um jogo onde ambos fazem um acordo, um manda e o outro obedece, mas como o próprio nome diz, é um jogo.   O tempo da escravidão acabou faz um tempinho, então o jogo de Dono (a) e escrava (o) se tornou mesmo interessante, porque a ideia primária é que termine quando a porta do quarto se abre para a vida real.   Contudo a nossa realidade aqui no Brasil é muito diferente da realidade BDSM fora daqui e às vezes, em raros casos, aqui também acontece um jogo chamado TPE, muito mais intenso, onde a submissa não tem nenhum direito 24 horas por dia 7 dias na semana.   Eu acho isto muito perigoso para dizer o mínimo e de certa ótica até hilário, pois no fundo todas estão cientes que a constituição não apóia tal coisa e no instante em que ela disser ‘acabou’, acaba o poder do ‘Dono’ e se ele insistir estará não somente ferindo a lei federal e internacional dos direitos humanos, como também a tríade que é à base do BDSM (SSC = São, Seguro e CONSESUAL).   Porem eu posso hoje dizer que para a comunidade do BDSM eu talvez seja a ovelha negra, aquela que contesta o que não acha certo, aquilo que foi ditado por pessoas que já nem fazem mais parte deste mundo por terem falecido faz tempo, conceitos ultrapassados e fora da nossa realidade.  
   Eu acredito que o que eu pratico seja BDSM pelo simples fato de cumprir a base, a tríade, mas de resto me considero apenas praticante de sadomasoquismo erótico, para ter e receber prazer com isto, pois este papo de que submisso só serve para servir e dar prazer é coisa de doente, eu quero e exijo ter prazer, se não for assim para quê fazer?    O jogo de D/s, o acordo previamente feito, a palavra a cumprir enquanto for interessante ser assim, é um jogo excitante e delicioso.  
   Quanto à dor, bem, a ideia de que masoquismo está invariavelmente ligado a dor é um erro, a própria vontade de estar numa posição de submissão e sujeição é uma forma de masoquismo, ter prazer em ser humilhada verbalmente ou de outras formas também é masoquismo, que não passa pela carne, é muito mais sério, é masoquismo psíquico.   Agora você pode estar pensando...   Quem em sã consciência iria gostar de ser humilhado?   Pois eu afirmo que as pessoas praticam isto constantemente de forma leve, naquilo que chamam de sexo quente; tapinhas na bunda  ou no rosto(sadomasoquismo físico), xingar de puta, vadia e afins (humilhação verbal), por de joelhos para fazer sexo oral, engasgá-la com o pênis e novamente, tapinhas no rosto e bater com o pênis no rosto (humilhação física) e por aí vai...   Em maior ou menor intensidade a maioria das pessoas curte e depois olha torto para quem pratica BDSM.  

   Mas o limite onde alguém pode mandar na sua submissa/escrava, do que pode fazer com ela ou não, na realidade depende do acordo que fizeram antes e bem lá no fundo é ela quem detém o poder de dizer quando parar, para isto existe algo chamado Safeword (palavra de segurança), que é o que ela diz quando não está mais tolerável.   Ah!   É verdade, quem pratica TPE dispensa a Safe, o que eu acho um erro, mas como não sou detentora da verdade e nem quero ser, quero apenas expor a minha opinião, fazer as pessoas pensarem no nível que estão levando suas brincadeiras, pensar se é válido e sadio dar prazer e satisfazer todas as vontades de alguém sem ter nenhuma compensação, compensação que para mim começa em ter orgasmos, prazer, porque ser privada de ter prazer para mim é um absurdo, exceto quando ele é apenas retardado, como parte de um jogo, não como a falta absoluta deste direito em tempo integral.  

   Existem alguns casos e relatos onde a ‘submissa’ é oferecida a outros, a revelia da sua vontade, que é alugada, emprestada, vendida, as vezes é mumificada (com gesso ou filme plástico para anular a sensibilidade da derme), encaixotada, onde apenas seus orifícios podem sentir algo, vendadas e com aros que mantêm a boca aberta, usadas por desconhecidos que ela nem pode ver, muitas vezes vários ao mesmo tempo e eu me pergunto; isto é o que?   Alguém tem mesmo o direito de prostituir alguém assim?   Ah!  É prostituição sim!   E não remunerada ainda por cima, porque se o pseudo-dono a aluga ele fica com toda a verba, mas vá lá, pode ser que ela goste de ser prostituta, mas neste caso não é BDSM, que aliás, está virando moda de forma totalmente deturpada.

   Que me desculpem os exagerados, talvez até doentes de querem apenas sofrer sem que isto lhes traga algum prazer, também os sádicos que tem prazer apenas causando sofrimento, que sim, são doentes e muitas vezes perigosos.   Eu não sirvo ao BDSM e ao sadomasoquismo,  me sirvo dele para meu prazer e do meu Dono (parceiro que amo e me ama), pois outra coisa que eu não consigo entender, é que alguns praticantes excluam da relação D/s o afeto, isto torna tudo mecânico e de um uma cena falsa e teatral e eu não confiaria minha vida, meu corpo e minha mente a alguém que não sinta nada por mim, como jamais me submeteria sem nada sentir.

   Então, digam o que disserem, TPE ou não, o limite dos direito de um Dono (a) fazer ou mandar, são determinados pela escrava (o), tolo é quem acredita que seja diferente, é estar de olhos fechados para o óbvio, a não ser que o submisso esteja preso sob alguma forma de chantagem, mas aí é caso de polícia.


   Então, amigos, o que de melhor eu posso dizer, é que seja como for a tua escolha, o que vale é dar e ter prazer, amar, ser feliz.

Dorei,


sábado, 14 de janeiro de 2012

A dor pode ser uma deliciosa surpresa!


   Claro, dor é dor e em princípio não há prazer nenhum nisto, não estou me referindo a nenhum extremo, nada que deixe marcas, mas a dor faz parte de nossa vida desde o primeiro instante em que saímos da proteção uterina, talvez até antes.   Sei que a primeira reação a ideia da dor é de repúdio, ninguém fica cheio de tesão ao sentar na cadeira do dentista, mas vamos olhar a dor de outro ângulo.   Imagine aqueles tapinhas no rosto ou na bunda...   Um, dois...  Uns arranhões nas costas, nada de arrancar uma tira de couro do parceiro, tá?  É só para deixar a pele sensível.  Isso mesmo, sensível! 

  Tem muita gente que curte e nem sabe por que, é simples, a nossa pele é nosso maior órgão, é um imenso conjunto de neuroreceptores e neurotransmissores, ao ter a pele estimulada ela reage espalhando calor em ondas, a primeira sensação é ruim mesmo, mas as primeiras relações sexuais, principalmente anais também são, mas passado a primeira sensação essa sensação se transforma e vira um forte estímulo erógeno.   A mulher geralmente é mais sensível a este estímulo que o homem, mas existem exceções nos dois lados, contudo, de forma geral o homem sente prazer em provocar isto, dá a ele a sensação de domínio, de ter posse integral daquele corpo que ele deseja, ao menos naqueles momentos e isto é um forte apelo sexual; já a mulher sente exatamente o oposto, se sente posse e para ela costuma ser igualmente prazeroso, isto falando do aspecto psicológico.

    Então, se deixarmos o preconceito contra a dor estabelecido na época de Freud, podemos nos surpreender com a história e descobrir que a humanidade já fazia uso da dor para ter prazer desde sempre e de diversas formas, nem sempre ligada a sexo, como exemplo os flagelos e auto flagelo de algumas religiões em que em seguida o sujeito entra em transe.  
   Tudo que é feito com consentimento e bom senso é válido para ter prazer, porque no final o que vale mesmo é ser feliz e ser feliz com prazer sexual é, eu diria, ‘artigo’ de primeira necessidade.


   Nós hoje costumamos reclamar que nossos ancestrais são caretas, mas no fundo agimos com os mesmos tabus, condenamos antes de entender, de experimentar, como alguém que deixa de provar uma iguaria culinária porque o aspecto não lhe agradou aos olhos e deixa as vezes de conhecer algo como um strogonoff ou um borsch, que são simples de fazer e saborosos se bem feitos, embora o aspecto dso pratos não seja muito inspirador para quem nunca provou.
   Sei que algumas imagens de spank (expressão usada no BDSM para falar do ato de bater/apanhar, mas que significa mesmo ‘tapinha’), podem ser chocantes, com hematomas, coisa de quem gosta de extremos, o que não é o meu caso, mas outras podem ser excitantes se passearmos o olhar pensando que aquilo está dando prazer, apesar de ser antagônico.   Então, se você ainda não experimentou isto sentindo ou provocando dores leves, pode estar perdendo a chance de descobrir novos prazeres.   Entretanto não esqueça, se for experimentar, seja de comum acordo, teste levemente e saiba que as primeiras vezes podem não dar resultado, mas ao fazer isto deixe os preconceitos e tabus do lado de fora da porta, não se importe com o que os outros vão pensar, os outros não precisam saber, afinal, não é da conta deles.
   Se for experimentar, boa sorte e muito prazer!!!


Leia também:

P.S.: Por razões particulares estou ausente, mas em 10 ou 15 dias devo voltar a blogar, então peço que meus amigos aqui do Diário de Bordo perdoem a ausência e deixo beijo para todos.

sábado, 7 de janeiro de 2012

BDSM light ou sexo apimentado?


   Eu gostaria de saber por que o meio BDSM é cheio de regras pré estabelecidas.

   Claro que existe uma larga diferença entre sadomasoquismo consensual e violência doméstica ou estupro, que muitas vezes acontece dentro do lar de pessoas casadas, sim, maridos que estupram suas esposas, porque não é por serem casados que ela pode ser forçada a fazer sexo quando não está disposta.  

   O que é o sexo apimentado?   Quando os pares concedem que haja os tapinhas e o que mais desejarem?    Claro que há um consentimento ali, muitas vezes não expressado verbalmente, não foi previamente combinado, pelo simples fato de que eles não conhecem o BDSM e por isto não seguem aquelas regrinhas que foram inventadas sei lá por quem.   Mas então vejamos; entre os praticantes de BDSM que se dizem com dezenas de anos de prática também não acontece o abuso?   Só porque se segue os parâmetros estabelecidos, não quer dizer que às vezes não sejam ultrapassados os limites alem da medida (que às vezes são ultrapassados propositalmente com a desculpa de que a intenção foi alargá-los para o crescimento e bem do submisso (a).   Será?).

   Afirmo que é muito complexo definir o que é BDSM light (tipo slave in love) e o que é sexo apimentado, mas não é difícil ver que SADOMASOQUISMO e sexo apimentado não tem diferença nenhuma, o que falta mesmo é conhecimento, porque as pessoas têm preguiça de ler e se informar em plena era da globalização, com a internet a disposição e só usada para futilidades.

   Na prática não vejo diferença entre aqueles ditos praticantes de sexo apimentado e os prepotentes que se autodenominam praticantes de BDSM light erótico; falta apenas o conhecimento das tais regras.   Como exemplo fora do contexto apenas para ilustrar, digo que o sexo apimentado está para o BDSM, assim como o menino que vive perto do rio e aprende a nadar contra a correnteza comparado ao menino da cidade que aprende a nadar na piscina do clube do bairro, na verdade os dois nadam, apenas que o menino de beira de rio não conhece as regras, mas certamente pode sobreviver na água talvez até melhor que o menino da cidade. 

   Na verdade, quando o bom senso e o desejo de se informar predominam, tudo vai bem, tudo é sadomasoquismo light erótico.   Já BDSM pode mesmo ser outra coisa, pois é algo mais cheio de regras e regulamentos.   Mas sadomasoquismo está na essência do ser humano, às vezes somos sádicos e às vezes masoquistas, depende da área da vida, mas como aqui falo de sexualidade, afirmo que se tirarmos as regras feitas por alguns e seguida por outros tantos, na prática não há diferença essencial entre sadomasoquismo erótico light e sexo apimentado.


   O fato é que em caso nenhum pode haver violência e agressões físicas ou psicológicas não consensuais, pois a LEI MARIA DA PENHA está aí para isto mesmo, seja baunilha ou não, ela vale para todos.



Esta é a minha opinião.

Por Dorei Fobofílica. 

sábado, 31 de dezembro de 2011

Conduzida ao subjugo

   Eles se conheceram há 18 meses, ambos casados e acima dos 40 anos.   Ele ligeiramente mais velha, mas com uma experiência de vida muito superior a dela.   Ele foi transformando-a lentamente e sem que no início ela se desse conta do que estava acontecendo, tudo o que ela sabia era que a sua personalidade forte de militar há muitos anos a seduzia e cada vez se sentia mais apaixonada e encantada por aquele homem que lhe correspondia de forma forte  e ao mesmo tempo gentil.
   Ele a transformava para si, para seu próprio prazer, não para dividi-la, era suficiente ter que dividi-la com o marido.   Teve paciência de esperar que esta transformação se desse gradualmente e que ela demonstrasse primeiro que estava desejando; esperou dela um comportamento espontâneo.   Ainda assim ele sabe que ela será subjugada, mas nunca será uma escrava; seu espírito é altivo demais, o que ela deseja é sentir que o homem que a ama é dominante, que apesar de ela ter a personalidade forte, ainda que precise sempre “chantageá-la” e usar medos que ele conhece bem, a seu favor...
   Eles se encontram mais uma vez, ele previamente já havia conseguido dela o compromisso de obediência completa por uma noite inteira.
   Ela chega até ele que a beija e fala que a ama, ela também confessa mais uma vez o seu amor por ele, mas está visivelmente nervosa por não saber o que acontecerá.   Ele torna a falar que a ama, contorna o carro, abre a porta e a convida a entrar.   No caminho ele fala como ela está bonita e do cheiro de mulher que ele sente.   De repente ele diz a ela que tire a calcinha, ponha o dedo médio na vagina e depois prove, ela obedece e ele diz que faça de novo e desta vez dê a ele para provar também.   Quando ela faz, ele comenta do sabor aprazível, isto a excita, ela agora parece menos tensa.   Chegam a um lugar escolhido por ele, que sai do carro e abre a porta para ela convidando-a a sair e entrar no ambiente.   Já lá dentro ele põe uma música e a abraça fazendo-a sentir sua ereção enquanto dançam, deixando-a ainda mais excitada, então ele segura seus cabelos negros com força, puxando-a para trás e diz: _Minha puta, cadela, está pronta para fazer o que eu mandar?   Ela sente seu sangue ferver, mas ele não a deixa esquecer que se comprometeu e sabe o quanto não faltar com a palavra dada é importante para ela.   Ela sinaliza com a cabeça que sim,  mas ele diz não ter ouvido nada: “Sim, estou”, diz ela, mas seu olhar é incisivo na direção dele e por dentro ela sente, pensa que jamais será sua escrava (ledo engano, ela sabe hoje, depois de 3 anos desta data).   Ele lhe dá um tapa no rosto e diz que enquanto não baixar seu olhar será esbofeteada.
   Ele abre sua valise e tira dela uma faixa negra, ela se pergunta para que aquilo, mas antes que tenha tempo de adivinhar ele venda seus olhos e logo diz que ela se tire sua roupa, o que ela faz meio desajeitada por não poder ver, depois de completamente nua ela sente as mãos dele tocando seu corpo em pontos isolados, primeiro ele toca seus mamilos já eriçados de frio e excitação que o medo estava lhe causando, em seguida por vários pontos e ela fica tentando adivinhar onde ele está e o que faz quando algo corta o ar para em seguida estalar em sua pele, ela não sabe o que é, mas lhe parece um chicote ou um sinto, suas mãos tentam impedir os golpes sem sucesso quando ele pergunta: _Sabe por que estás apanhando, vadia?   “Não”; diz ela com voz alterada e muito nervosa.   _Porque ainda não entendestes que hoje serás minha cadela e a quero de quatro no chão!
   Ele sabe que aquilo a faria sentir-se humilhada a princípio, mas com o tempo ela viria a gostar, ela chora, mas se vê sem saída e obedece, mas ele volta a açoitá-la (açoites leves, que só deixavam a pele avermelhada, sem hematomas) e pergunta o que ela está esperando ara seguir a voz de seu homem e lambê-lo como uma cadela no cio.   Ela está consumida por um misto de humilhação e raiva que inexplicavelmente a excita, o segue pelo som da voz, já que não pode ver e busca as coxas dele lambendo-as, o cheiro do sexo dele invade suas narinas e contra tudo que ela pensa, sente os músculos do seu sexo começar a se contrair, porque como sempre o cheiro dele mexe com a fêmea apaixonada que ela é por aquele homem; entretanto seu orgulho não a deixa dizer, o que é completamente inútil, pois ele sempre soube desta sua fraqueza.
   Novamente as mãos dele seguram-lhe os cabelos puxando-os e a fazendo erguer o olhar em sua direção e diz a ela: Implora para chupar o pau de teu Dono, cadela, mas direito, porque eu ainda não sei se deixo, você é muito desobediente!
_Por favor, meu Dono, deixe-me chupá-lo.
   Novamente ela sente um tapa em seu rosto e ele dizendo que não está bom e que não o satisfez, ao que ela torna a dizer: _Por favor, meu Amo e Senhor, deixe-me chupar teu pau, quero muito sentir o gosto dele em minha boca!
   Ele preenche-lhe a boca com seu falo latejante e cheio de tesão de ver aquela mulher, a sua mulher fazer o que ele há muito esperava, pega seus cabelos e penetra sua boca com volúpia, depois a leva para a cama e ordena que se exiba para ele, que exiba suas intimidades, que exponha os seios, o sexo, que peça para ter a xoxota sugada.   Brinca um pouco com o corpo e o sexo dela, deixando-a louca e de assalto ele a apanha pelos pulsos erguendo-os acima de sua cabeça prendendo-os e deixando-a de pé de frente para a a parede que ela ainda não pode ver.   O medo torna a tomar conta de seu coração, agora ela também estava imobilizada, presa não somente pelo compromisso da palavra empenhada, mas completamente indefesa.   Ele volta a açoitá-la, fazendo-a lembrar dos poemas de Castro Alves que lera, claro que sem a força e veracidade dos mesmos, mas apenas para fustigar levemente sua pele, fazendo-a aquecer, o que para ela tinha um outro efeito, parecia muito real.  Ele torna a perguntar se ela será obediente e ela vencida pelo desespero, medo do desconhecido e também pelo desejo inconsciente de  viver aquilo, diz que sim.
   _Agora implore para teu Dono chupar tua xoxotinha, minha putinha linda, confessa que você só se realiza com meu membro dentro dos teus orifícios, minha vadia, minha puta, SÒ MINHA!   Voce já entendeu que sou teu Dono e quero que se comporte como minha propriedade, vadia?  
   Quase sem voz ela diz que sim e começa a implorar pelos carinhos dele em sua vagina, pedindo que a sugue.   Deslizando os dedos pelo corpo dela, ele finalmente começa a brincar com seus lábios vaginais totalmente livres dos pêlos pubianos como ele fazia questão que ela sempre estivesse para ele.   Sem muita demora ele desce e começa a passar a língua, brincar e sugar o sexo dela que está totalmente molhado apesar dos sentimentos controversos que a invadem; logo ela tem um orgasmo alucinante entregando a ele seus sucos vaginais. 
   Ele então a livra das cordas e das vendas a leva para cama outra vez e a penetra fazendo-a queimar de tesão, ela se mexe e contorne sob o corpo dele, os músculos da xoxota comprimem e parecem sugar o membro dele, que agora a chama de sua putinha e sua amada, muda-a de posição várias vezes e a faz gozar outras tantas vezes, para tira o pau de dentro dela, fazendo-a provar o próprio gosto e provando-o também dos lábios dela, para então voltar a penetrá-la e jorrar seu sêmem afinal.
   Não demora muito e ele está aceso outra vez, coloca-a de quatro na beira da cama e diz para ela oferecer a ele seu cuzinho pedindo que a penetre, ela não se faz de rogada, ele a segura pelos cabelos como se fossem a crina de uma égua domada e se delicia com seus gritos de dor que logo viram gemidos de prazer.
  Se toca enquanto ele a fode por trás e tem outros orgasmos tão deliciosos quanto os primeiros, para logo sentir ele pulsando em suas entranhas num orgasmo intenso.   Neste momento ela sente-se feliz e mais dele do que nunca, quase pressente o que viria e que sim, seria dele. 
   Se abraçam exaustos e ela adormece ouvindo as palavras ternas que falam do amor que ele sente por ela.

Dorei Fobofílica





OBS.: Este conto foi escrito e editado por mim no início de 2009 em sites de contos diversos, antes assinando como Pétala  do Kadu, este é o mesmo Hipérion de hoje.  Modifiquei o conto agora em alguns poucos detalhes.