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domingo, 3 de fevereiro de 2013

Dele! (by Derek Dick)


  Voltou pra casa depois de 3 horas fora. Tinha ido beber com os amigos em um bar próximo a sua casa. Era próximo de 11 horas da noite quando pediu a saideira e resolveu voltar.
         
         Ao entrar em casa lembrou-se que havia deixado sua amiga amarrada na cama. Tinha atado seus braços, um em cada cabeceira, e cada uma de suas pernas a um dos pés da cama, formando assim um “X”.

        Ele a tinha masturbado assim, até quase gozar, por diversas vezes parando pouco antes. Disse a ela que ela não merecia gozar ainda, pois tinha que aprender que ele era o dono de sua vontade.
       Então a largou e saiu deixando-a ali presa.

      Agora na volta, entrou sorrateiro no quarto e a encontrou adormecida, ainda amarrada.
     Chegou de mansinho chupando-lhe a buceta exposta. Conforme ele foi aumentando o ritmo de sua língua, ela foi acordando.
    Começou a gemer e se contorcer pedindo a ele:

- Derek, me faz gozar! Não me deixe assim de novo! Vou enlouquecer!

- Será que você já aprendeu a lição? – e dizendo isso enfiou dois dedos na bucetinha já escorrendo de tesão.

     Ele brincava também com o polegar em seu cuzinho.
     Ela se retorcia toda, mas antes que pudesse gozar ele interrompeu novamente , e desta vez meteu seu cacete nela.
    Enquanto a fodia, olhava bem em seus olhos, sentindo o tesão fluir entre os corpos quentes.
   Quando ele estava para gozar, interrompeu o movimento e levando o pau a boca dela forçou que o chupasse até gozar.

    Só então voltou a chupá-la até que ela gozasse explodindo em sua boca.

    Assim toda gozada , em cima e embaixo, ele pegou um batom na bolsa dela e escreveu em sua barriga: “Dele!”

    Tirou uma foto para que ela se lembrasse a quem pertencia e mais tarde fez com que ela postasse em vários sites a foto, sob risco de ser severamente castigada se não o fizesse.
     Assim ela aprendeu que seu corpo, seu pensamento e sua alma são Dele!

domingo, 27 de janeiro de 2013

Noite de balada (by Derek Dick)


Derek tinha ficado sem os companheiros de balada neste fim de semana.Era feriadão prolongado e todos estavam viajando. Primeiro tinha pensado em ficar em casa mas se encheu de não fazer nada e resolveu dar um pulo na Rua 13 de Maio.

Lá era lotado de barzinhos e tomaria umas cervejas e escutaria um bom rock’n’roll.

Aleatoriamente entrou em um deles. Parecido com todos os outros, escuro, cheio , som rolando. Pediu uma cerveja no bar e encontrou uma mesa pequena livre bem no final do salão. Dera sorte era a última. Não tinha uma boa visão do pequeno palco, mas escutava bem a banda e isso já era o suficiente.

Alguns minutos depois uma moça se aproximou e perguntou se poderia sentar-se com ele. Derek gentilmente puxou a outra única cadeira da mesa e a garota sentou-se a seu lado.

domingo, 20 de janeiro de 2013

Uma tarde qualquer (by Derek Dick)



Ayeska não iria trabalhar nesta tarde de sexta-feira. Seu chefe a havia dispensado, compensando-a pelo Sábado anterior trabalhado.

Ela que não tinha planos para o dia de folga tinha visto pela internet que um cinema no centro da cidade estaria exibindo um de seus filmes preferidos: 9 e ½ Semanas de Amor.

Ayeska sempre gostara desse filme. Tinha um clima envolvente e a deixava derretendo de tesão. Se imaginava no lugar de Kim Bassinger vivendo aquelas fantasias sexuais. Pronto! Decidira que iria assistir ao filme.

Havia convidado uma amiga para ir junto, que de última hora ligou avisando que um imprevisto surgira e não poderia ir.

Ayeska quase desistiu...além de perder a companhia precisaria agora também pensar num transporte para o centro. Quando saía de casa para pegar um ônibus, seu vizinho estava descendo no elevador também. Ela o cumprimentou:

domingo, 13 de janeiro de 2013

Jantar em Paris (by Derek Dick)


Derek desembarcou em Paris. Ainda não acreditava na incrível aventura que tinha vivido com Ayeska no vôo 459. Não conseguia entender como tinham tido coragem. Com certeza a libido e o tesão haviam impulsionado ambos. (Para reler o conto Vôo 459 com destino a Paris clique aqui)
Anotou o celular de Ayeska na agenda do seu, e despediu-se dela no momento em que os taxis chegaram. Cada um partiu com um destino diferente, porém com um gostinho de quero mais. E combinaram de tentar se encontrar no meio daquela semana para jantar.
Os primeiros dias de sua estada na cidade luz foram recheados de compromissos profissionais para Derek, mas sempre que deitava em sua cama no final do dia lembrava-se de Ayeska. De seu perfume, de sua pele branca.
Já era 4ª feira e voltaria no final da semana. Concluiu que precisava agir rápido. Saindo do escritório passou um torpedo para Ayeska convidando-a para jantarem naquela noite. A resposta veio quase instantaneamente.
Combinaram então o local, e as 8h da noite Derek esperava sua amiga, sentado numa mesinha do aconchegante e moderno Le Restaurant Toi, um misto de restaurante e lounge na Rue du Colisée.
Ayeska chegou 15 minutos depois mas a espera compensou. Usava um vestido de corte simples mas que valorizava suas lindas pernas e ao mesmo tempo apertava seus seios como se quisesse empurrá-los para fora.

domingo, 6 de janeiro de 2013

Vôo 459 com destino a Paris (by Derek Dick)


Derek já aguardava havia uma hora pelo embarque na sala fria do aeroporto de Cumbica em Guarulhos quando a sensual aeromoça da Air France chamou a embarcar os passageiros do vôo 459 com destino a Paris.
Eram pontualmente dezenove horas e lembrou-se que viajaria a noite toda até pousar no Charles de Gaulle. O Boeing 747 levaria quase doze horas para cruzar o Atlântico.
Entregou o bilhete a comissária para verificação e não conseguiu deixar de perceber o gloss que ela usava e deixava aquela boca tão voluptuosa. O perfume também lhe invadiu as narinas e mexeu com sua imaginação. Que homem nunca fantasiara com uma aeromoça?
Foi ao seu assento na janela, o 38A, bem sobre a asa como usualmente gostava de voar. Ficava ao final de uma divisão de fileiras, logo antes do bloco de banheiros.
Até quase a hora da decolagem ninguém havia ocupado as poltronas B e C. Derek já estava comemorando sua sorte por espaço extra quando ouviu um comissário indicando a fila 38 para uma moça que chegara um instante antes de lacrarem a porta da aeronave.
Quando a tal moça chegou a fileira 38, mostrou-se uma linda ruiva. Ela tentava ajeitar a bagagem de mão dentro de um dos compartimentos sobre os assentos, e Derek reparou em seu corpo se estirando todo para tal tarefa. Com isto ela deixou a mostra seu umbigo, pois a camisa soltou-se de dentro de sua saia.

domingo, 25 de novembro de 2012

Mistério (By Derek Dick)


Derek desceu até o final da rua. Já estava escura, passava das 10 da noite.
Tinha recebido o telefonema de uma amiga que parecera muito nervosa pedindo ajuda.
Tranqüilizou-a dizendo que iria a seu encontro naquela mesma hora e se enfiou no carro em direção a casa dela.
No meio do caminho a amiga ligou novamente dizendo que tinha saído pra andar pois precisava refletir e o fazia melhor caminhando.  Pediu que Derek a encontrasse no bar no final de sua rua.

Quando ele chegou, Silvia estava na segunda garrafa de cerveja. Assim que o viu deixou dinheiro sobre a mesa e veio em sua direção.

Puxou-o pela mão e disse:
- DD, me leva pro seu carro, agora! – e olhou a sua volta como se alguém a vigiasse.

domingo, 4 de novembro de 2012

Aumento de Salário

Derek tinha tido uma semana pesada no escritório e até que enfim a sexta-feira se apresentava a sua frente. Soltou o último email do dia, e quando olhou para fora de sua sala percebeu que estava sozinho no andar.

Seu relógio lhe mostrou que eram 6 da tarde. Começou a arrumar suas coisas. Deu uma afrouxada na gravata e estava de costas na sala quando ouviu uma voz:

- Já está indo embora, Dr. Derek?

Era uma voz macia e meio rouca, quase sussurrada. Virou-se e viu sua assistente Carlinha num tailleur bem acinturado. Também notou seus seios saltando pra fora do decote. Por um instante pensou ter visto alguns botões desabotoados mas teve que desfocar a visão antes que fizesse uma besteira.

- Carlinha, não percebi que você ainda estava por aqui. Pensei que todos tivessem ido.
- E foram. Só estamos nós. É que como lhe disse pela manhã, eu realmente precisava falar sobre um assunto muito importante ainda hoje. Então fiquei esperando.  

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Soneto Borbolético


Acordo preguiçosamente ao lado teu
Nos teus olhos enxergo meu reflexo
Ouço sua boca calada me chamar

Te trago junto ao corpo meu
O que era preguiça vira sexo
Paixão explosiva a nos acordar

Esta é a mulher que amo e me inspira:
Doce, apimentada, borbolética
Aventureira, safada, Elektr(ic)a
Roqueira, inteligente e decidida
Submissa de minhas vontades
E Dona de meu coração

* Dedicado a Sexybutterfly

domingo, 6 de maio de 2012

A isca (por Derek Dick)


Derek saiu naquela sexta-feira à noite. Queria curtir um rock´n´roll e seu destino era uma nova casa que inaugurara há poucas semanas. Lá planejava tomar umas cervejas e quem sabe arrumar uma gatinha pra espantar o frio do inverno que começava em São Paulo.


Seu amigo de baladas havia viajado a trabalho. Sentia-se um pouco estranho de sair assim totalmente só, mas decidiu que em casa não ficaria.


Chegou no bar ao som de Van Halen – Ain´t talk about love - e já começou a gostar do lugar. O bar era escuro e decorado com guitarras e outros adereços de rock, o que o fez sentir-se em casa.


Havia uma pequena pista de dança em frente ao balcão onde Derek se sentou pra tomar um chopp. Ficou curtindo a agitação do lugar e pediu uma porção de fritas junto com outro chopp enquanto rolava o som de Stone Cold Crazy do Queen.


O bar começou a encher de gente e a pista ficou animada e cheia de gente bonita dançando Clash, Twisted Sisters e outros.


Algum tempo mais tarde Derek percebeu uma silhueta na pista que lhe chamou atenção. Uma garota que dançava freneticamente Dancing with myself do Billy Idol.

domingo, 29 de abril de 2012

Autoridade Máxima (por Derek Dick)



Era uma tarde de verão, sexta-feira, e Lucy acabara de pegar seu carro no lava-rápido. Seu destino era a praia da Enseada no Guarujá.

Ela já tinha colocado seu biquíni por baixo do shortinho e da regatinha quando fora buscar o carro e se divertiu ao ver o lava-rápido todo parar e babar por ela.

Fez tipo de durona, mas quando deu as costas riu muito, se sentindo poderosa. Percebeu até que seus mamilos ficaram durinhos de tesão e passou suavemente os dedos por sobre a regata.

Pegou a estrada. Adorava sentir essa sensação de liberdade. Usava óculos escuros e passou um batom vermelho vivo. Seu pescoço estava decorado com uma delicada correntinha de ouro com um pingente de cadeadinho.

domingo, 22 de abril de 2012

Compras no shopping

Alicinha havia saído naquela tarde de sábado para fazer compras. Teria uma festa de aniversário naquela noite na Josefine, uma casa noturna maravilhosa, com programação variada e alternativa.


Ela adorava se produzir para dançar e queria uma roupa nova que a deixasse bem sexy. Foi até o BH Shopping pois tinha certeza que lá encontraria o que precisava.  Tinha ido bem cedo já que sabia que  gastaria horas nos provadores das lojas.


Passou primeiro na  Fruit de la Passion onde comprou um conjunto de calcinha e sutiã mínimos e transparentes. Aquele conjunto deixaria qualquer marmanjo babando de boca aberta. A vendedora da loja havia sido super atenciosa e já no caixa a convenceu a levar um óleo de massagem que esquentava quando friccionado contra a pele. Colocou-o rapidamente na bolsa e seguiu em direção a próxima loja.


Tinha visto uns jeans lindos na Siberian Woman. Entrou e começou a revirar todas as araras. Viu também umas camisas lindas. Com certeza levaria algo dali. Logo um vendedor se acercou e disse:


- Posso ajudá-la? Procura algo em especial?


- Sim. Procuro algo que me deixe linda pra uma festa hoje à noite. – respondeu Alice.


 - Temos lindas roupas aqui – disse o vendedor – mas vou lhe confessar que a tarefa de deixá-la ainda mais linda seria algo difícil realizar. Farei tudo ao meu alcance.


domingo, 15 de abril de 2012

Pedalando com Derek (por Derek Dick)

Fênix acordara muito cedo naquele sábado. Gostava de estar na rua antes das 7h da manhã para pegar a ciclovia livre e treinar.
Num dia como aquele, se ela saísse muito tarde o calor atrapalharia seu desempenho, e queria estar em forma para o desafio em grupo dentro de três semanas – um trajeto de 50 quilômetros.
A manhã estava linda e logo lá estava ela, toda equipada – capacete, luvas, óculos e bermuda e camiseta de poliamida e lycra.
Estava tão concentrada que somente um tempo depois notou outro ciclista que parecia acompanhá-la. Andava a seu lado, mas parecia igualmente concentrado no seu próprio treino. Notou que ele tinha um belo corpo que já mostrava o suor fruto do esforço desenvolvido.
Deu-se conta que havia se perdido em outros pensamentos e quando havia se decidido a focar em suas pedalas o sujeito a seu lado disse:
- Oi, tudo bem? Treina sempre nesta ciclovia?
-Sim,ela respondeu. Faz um ano que treino aqui na Beira Mar Sul.
- Eu costumo usar a Hercílio Luz, mas estou experimentando essa aqui hoje e acho que já me convenci que é melhor pedalar por aqui.
- É mesmo? Por quê? – perguntou Fênix, curiosa.
- Bem, a começar pela companhia. Lá na outra não tem nenhuma morena bonita assim como você.
Fênix ficou sem graça na hora e freou sua bicicleta.

domingo, 8 de abril de 2012

Serviço de Quarto (por Derek Dick)

Derek havia viajado a trabalho para Recife. A semana tinha passado voando e como era sua última noite na cidade, ele tinha decidido aproveitá-la num barzinho à beira-mar.

Acabou chamando atenção de uma morena que tomava um chopp com uma amiga na mesa ao lado. Não demorou e Derek tinha se mudado para a mesa delas.
A morena estava animada e aceitou ir para o hotel onde Derek estava hospedado.
Já era tarde e ninguém reparou quando os dois subiram. Transaram gostosamente durante madrugada adentro até adormecerem.

No dia seguinte a camareira entrou no apartamento para arrumá-lo. Imaginou estar vazio já que não havia nenhum aviso na porta e o silêncio reinava.

Começou sua tarefa e logo se deparou com a porta do quarto entreaberta e viu a cena: dois corpos nus sobre a cama.

domingo, 1 de abril de 2012

A verdadeira história das borboletas - Parte Final

A surpresa de rever as duas mulheres sentadas em mesas contíguas no bar foi algo impensável. Ayeska e SexyButterfly não se conheciam, ou era o que Derek achava. Ou talvez tudo não passasse de uma grande armação do destino, novamente fazendo com que ele enfrentasse seu passado, ao lembrar-se da tatuagem de borboleta de sua tia , a Lady Nina. 
Com esta lembrança vinha a tona todo o abuso que sofrera durante aqueles anos de sua juventude. Concluiu que aquilo tudo não podia ser uma mera coincidência. Sentia que devia agir antes que fosse dominado pelo passado.
Durante aquela noite deu toda atenção as duas garotas e percebeu que em um dado momento as duas começaram a conversar. Derek continuou servindo várias rodadas de caipirinha.
As moças conversaram longamente e acabaram por mudar de mesa sentando-se juntas. Derek pensou que aquilo não era bom. Algo não estava certo, mas não sabia dizer o que era. As duas pareciam não ter pressa de ir embora. O bar começou a ficar vazio, conforme as horas passavam.
Derek se impressionou com a quantidade de assuntos que elas podiam ter pois falavam havia horas. Pensou que com a quantidade de caipirinhas as duas deviam estar bem tontas e provavelmente já tinham chegado no assunto: Derek.
O bar tinha somente mais dois fregueses, e como de costume , todas as 3as. feiras Derek era o encarregado de fechar o bar. Logo o cozinheiro se foi e Derek era o único funcionário do bar. Elas o chamaram e pediram mais uma rodada de caipirinhas. Ele anotou o pedido e quando se virou em direção ao bar sentiu uma mão dando uma palmadinha em seu bumbum.
Trouxe as duas caipirinhas e ao mesmo tempo fechou a conta da última mesa ocupada do bar. Derek estava um pouco cansado e secretamente agradeceu por este último cliente ir embora. Ao mesmo tempo sentiu um frio no estômago em relação às duas garotas que pareciam não se saciar de caipirinhas. Quais seriam os seus planos?
Colocou a placa de fechado e travou a porta do bar, fechando também as persianas. Voltou à mesa das duas e perguntou:
- O bar vai fechar, vocês querem algo mais?

domingo, 25 de março de 2012

A verdadeira história das borboletas - Parte 2 (por Derek Dick)

Semanas se passaram e Derek nunca mais recebera notícias de Ayeska. Ele continuava trabalhando no mesmo bar e tinha esperança que ela voltasse lá qualquer 3ª. feira para tomar sua caipirinha. Se perguntava como tinha sido tão burro e não pedido o telefone dela....será que era um sinal aquela tornozeleira de borboleta para que ficasse longe e não trouxesse todo seu passado traumático de volta?
Após fechar o bar naquela noite de 4ª. feira, Derek se lembrou que precisava passar no mercado . Para outras pessoas ir ao mercado às 3 da manhã não era comum. Mas este era o horário que costumava fazer as coisas por causa do bar. Estava acostumado e até gostava – tinha oportunidade de ver a cidade calma como poucas pessoas.
Dirigiu até o mercado 24h e com uma pequena lista na mão foi passando pelos corredores desertos. No meio das compras se deparou com uma cena que mudaria sua noite. Ali, naquele corredor que acabara de entrar, havia uma loura estonteante, cabelos cacheados na altura do ombro e pernas longas. Estava com uma mini-regata vermelha que deixava aparecer seu lindo umbigo.
Derek reparou que ela estava com uma calça jeans muito justa e de cintura baixa, e que apesar do salto que usava, se esforçava sem sucesso para alcançar algo na prateleira mais alta, o que fazia com que empinasse a bundinha.
Aquilo mexeu instantaneamente com Derek, que pediu permissão para ajudá-la e alcançou o pacote de açúcar objeto da cena. Quando a moça se abaixou para colocar o pacote no carrinho, Derek reparou que ela tinha uma tatuagem no cóquis. Não se conseguia ver a tatuagem inteira. Era colorida.
Derek fixou os olhos para tentar focar, ao mesmo tempo que tentava ser discreto....e foi então que conseguiu visualizar a tatuagem: uma linda BORBOLETA!
Deu um salto para trás que chamou a atenção da moça. Ela riu da cena e quis saber se estava tudo bem.
- S-S-Sim...gaguejou Derek. Pensou se era uma maldição, uma sina, mulheres e borboletas....
- Muito obrigada pela ajuda hein? – agradeceu a moça pousando sua mão delicada no peito de Derek.
- Como é seu nome? – perguntou diretamente para moça
- Pode me chamar de Sexy.....Sexy Butterfly
- É por causa da tatuagem? – tentou adivinhar Derek
- Você é observador....sr.?
- Derek....Derek Dick.
- Humm...Mr. Dick? Sugestivo....bem obrigada pela ajuda. Vou continuar minhas compras.
Derek não conseguiu mais se concentrar em suas compras e foi seguindo Sexy pelos corredores enquanto fingia pesquisar o preço de alguns produtos.  Foi quando notou que Sexy o fitava diretamente e fez-lhe um sinal para que se aproximasse.
Derek notou que não havia mais ninguém no mercado, salvo um ou outro funcionário, e assim que chegou perto de Sexy, ela o agarrou e beijou demoradamente seus lábios.
Aquilo o deixou muito excitado e respondeu agarrando-a pela cintura. Sentiu a pele dela se arrepiando toda e viu seus mamilos se intumescendo por baixo da regata. Ela também havia ficado excitada.
Sexy, como num ato desesperado, puxou o recém-conhecido amigo para trás de uma pilha de garrafas e o empurrando colocou a mão em seu traseiro e enfiou a língua em sua boca. Derek sentiu o gosto do álcool – devia ser vodka.
Algumas garrafas rolaram pelo chão . Derek a puxou pela mão sem nada dizer e largaram as compras ali mesmo. O sangue fervia nas veias e nenhum deles sabia dizer o porquê estava fazendo aquela loucura. Levaram só um Pack de 6 garrafinhas de Smirnoff ice gelada.
Derek a levou ao estacionamento e abriu a porta de trás de seu carro. Sexy pegou uma das garrafas de smirnoff ice e sorveu metade de uma vez. Ela sentou no banco com a porta do carro aberta e agarrou o cinto de Derek puxando-o em sua direção.
Sexy abriu o zíper da calça de Derek e enfiando a mão achou o que procurava. Usava um batom vermelhão, combinando com a regata, e beijou demoradamente a cabeça do pau de Derek. Pensou que devia estar louca mas sentiu-se protegida pela pouca iluminação do estacionamento naquele horário.

domingo, 18 de março de 2012

A Verdadeira História das Borboletas (por Derek Dick)

Derek havia se estabelecido em um emprego de garçom, e conseguiu alugar um pequeno quarto e sala no centro de São Paulo, de onde podia ir à pé ao trabalho.
Emprego aliás que era sempre entediante, exceto pelas 3ª. feiras a noite quando uma mesma garota vinha ao restaurante e sentava-se na mesma mesa próxima da janela. Neste dia, que era o de mais baixo movimento, havia poucos funcionários e Derek sempre corria para atender a cliente.

Era uma linda ruiva de pele muito branca. Cheirava a perfume doce e pedia sempre uma caipirinha bem caprichada na vodka pra começar a noite. Conforme as caipirinhas iam rolando ela ficava mais solta e puxava papo com o garçom Derek.
Contou-lhe que era uma atriz e que ensaiava no teatro próximo dali e por isso sempre que terminava o ensaio passava no bar para relaxar.
Uma destas noites ela chegou mais tarde. O ensaio tinha se alongado noite adentro. Derek tinha ficado sozinho pra fechar o bar mas não teve coragem de negar a já tradicional caipirinha. Caprichou como sempre e a ruiva tomou quase tudo numa tacada só.
Derek encostou a porta e colocou a placa de fechado mas garantiu que a cliente poderia ficar o tempo que necessário. Ela pediu mais uma caipirinha e tirou os sapatos. Eles a estavam matando. Já na terceira caipirinha ela pediu a Derek que massageasse seus pés. Ele prontamente atendeu e notou que a ruiva tinha a pele muito clara. A pele de seu rosto na verdade era quase rosada e seus pés eram muito macios...suas unhas pintadas de vermelho o excitavam.
Engataram um papo e Derek pediu que lhe dissesse seu nome. A ruiva hesitou por um instante e terminou a terceira caipirinha já com o pé dentro da boca de Derek.
Derek notou que ela estava toda arrepiada em ter seus dedos do pé chupados com voracidade e via seus mamilos duros por sob a finíssima blusa preta.
Ela sussurrou algo: - Ai....Ai....
- Que foi? – disse Derek
- Ayeska....é meu nome....Ai....- se contorceu com novo arrepio.
- Que lindo! – disse Derek puxando-a pela cintura e colocando-a sentada sobre a mesa. Num instante desvencilhou-se de sua blusa e viu que seus peitinhos eram ainda mais brancos que o resto, bem redondos e com os biquinhos rosa bem clarinhos. Chupou com força parecendo querer arrancá-los de onde estavam.
Ayeska se entregou com a cabeça girando de álcool e mal percebeu que dois mendigos olhavam da rua pela janela e se divertiam com a cena. Afastou Derek por um instante e virando-se puxou com força sua calça que foi ao chão e o empurrou sentando-o na mesa do bar. Vigorosamente engoliu o pau duro fazendo Derek vibrar. Ela subia e descia pelo membro lambendo cada veia, cada ranhura.
Enquanto era chupado e lambido Derek observava as costas nuas e alvas que terminavam em uma calcinha rendada preta muito pequena.
Derek agarrou Ayeska com força e levantando-a no ar a levou ao balcão do bar e a deitou ali. Começou então a preparar um drink com vodka e licores. Deixou propositadamente cair licor sobre os seios, barriga e coxas brancas de Ayeska. E aproveitou para lamber tudo passeando pelo corpo tão macio e quente daquela ruiva. Quando subiu das coxas em direção ao ventre sentiu o calor que emanava de sua vulva.
Retirou a calcinha preta e deparou-se com sua bucetinha . Era depiladinha e rosada. Cheirava a sexo e parecia convidar Derek para que a beijasse.

domingo, 11 de março de 2012

Quarenta graus! (por Derek Dick)

Muitos me perguntam da onde veio esse apelido de homem-termômetro. Eu costumava publicar no Clube dos Contos e uma amiga acabou me "batizando" assim por causa deste conto que posto agora aqui na Nau, para quem não teve a chance de ler ainda.....

Paixão acordara no meio da madrugada. Estava muito suada. Seria o calor de Belém nesta época? O mesmo que a fazia dormir com o ar condicionado sempre ligado? Ou teria sido um sonho estranho que teve do qual não conseguia se lembrar exatamente? Algo como se estivesse sendo perseguida por alguém?

Achou que algo estava errado pois sentiu um calafrio lhe percorrer o corpo. Decidiu por um banho frio. Já no banheiro tirou a camisolinha curta que vestia e pendurou atrás da porta junto com a calcinha de algodão.


Deixou a água molhar seu belo cabelo agora loiro que caía por suas costas. Ensaboou-se e voltou a sentir o calafrio quando passou as mãos enxaguando seus seios. Os mamilos ficaram instantaneamente duros e uma estranha excitação percorreu-lhe todo o corpo. Fechou os olhos e lhe vieram imagens do sonho na mente. Podia ver nitidamente um homem vestido de branco agarrando-a num beco contra a parede e beijando-lhe o pescoço, enquanto lhe apalpava toda.


Percebeu que sua bucetinha ficou molhada e a tocou se masturbando levemente, pensando naquele estranho de branco lhe atacando.

Quando abriu os olhos teve tontura e quase caiu no chão do banheiro. Mal chegou até a cama. Precisava buscar ajuda. Ligou pra irmã que veio muito rápido em seu socorro.


Foi levada ao hospital onde um primeiro exame confirmou que tinha febre alta, chegando a 40 graus. Precisariam interná-la para um acompanhamento mais profundo que permitisse determinar o que causava a elevação da temperatura.


Paixão passou o dia fazendo testes que de nada ajudaram a esclarecer o ocorrido. A conclusão foi de que havia sido alguma virose. A febre havia cedido há pouco quando a noite chegou, e então os médicos acharam melhor deixá-la em observação ainda naquela noite.


Sua irmã precisava ir para casa cuidar do marido e filhos mas tinha receio de deixar Paixão sozinha no hospital. Foi quando o enfermeiro-chefe do turno da noite entrou no quarto se apresentando:


- Meu nome é Derek. Sou o encarregado da noite e já revisei sua ficha senhora Paixão.


- Senhorita. Eu sou solteira – respondeu. – Eu preciso de sua ajuda para convencer minha irmã a ir descansar e cuidar de sua família.

- Mas é claro. Por favor, a senhora pode deixar que a senhorita Paixão estará muito bem assistida. Prometo que cuidarei pessoalmente dela e estarei atento a cada detalhe. – respondeu o enfermeiro.


- Bem, assim fico mais tranqüila. Qualquer coisa vocês têm meu celular. Podem me chamar a qualquer hora. – disse a irmã.


Paixão teve a impressão que conhecia aquele enfermeiro mas não sabia de onde.


Mais tarde Paixão assistia a televisão pois estava sem sono. Já havia jantado aquela sopa rala do hospital quando Derek veio trazendo-lhe um remédio para tomar. Enquanto media-lhe a temperatura comentou:


- Faz tempo que não vejo moça tão bonita por aqui, Paixão. E o seu namorado por que não veio te acompanhar, hein?


- Eu não tenho namorado não, viu? E você está muito saidinho hein, Sr. Enfermeiro-chefe. – respondeu Paixão em tom de brincadeira , dando uma risadinha.


Riram juntos. Derek informou que ela estava sem febre. Mediu a pressão – 12 x 8. Pediu a Paixão que levantasse um pouco da cama pois estava há muito tempo deitada.


Quando colocou os pés no chão sentou-se um pouco fraca, tonteou e Derek agarrou-a pela cintura antes que fosse ao chão. Nesse momento Paixão pensou que identificara de onde o conhecia. Ele era o homem de branco em seu sonho!


- Meu salvador ! – disse Paixão, agradecendo.


Derek ajudou-a a voltar para cama, mas no esforço de colocá-la de volta sobre a mesma, o avental de Paixão enroscou e acabou abrindo todo, revelando seu corpo nu.


Derek ficou olhando aquela cena como se tivesse parado no tempo. Paixão percebeu, rindo e demorando-se para tornar a fechar o avental.


- Desculpe, não pude evitar de olhar. – disse Derek


- Tudo bem. Sei que não foi de propósito. Aconteceu.- respondeu Paixão.


- Posso olhar de novo, desta vez de propósito?  - arriscou ele.


Paixão sentiu novamente um calor e um suor, mas desta vez sabia  que vinha de baixo, de sua bucetinha, que agora pulsava fortemente.


- Não sei se devo.... – riu ela.


Derek avançou em sua direção, desfazendo o nó e abrindo o avental de Paixão. Emendou dizendo:


- Você precisa tomar um banho para relaxar e conseguir dormir. É muito importante para sua recuperação. Vou ajudá-la.


Trancou a porta do quarto e pegando-a pela mão, levou-a ao banheiro que ficava dentro do próprio cômodo. Ligou o chuveiro e pediu que entrasse. A água agora jorrava morna e em abundância por todo aquele corpo. Ela era muito gostosa. Notou que sua pele era bem branca com seios grandes e rosados. Tinha poucos pelinhos na sua bucetinha que eram rodeadas por coxas grossas e firmes.


Tirou também sua roupa toda e entrou no chuveiro com ela:


- Prometi a sua irmã cuidar muito bem de você. Não poderia deixar você tomar banho sozinha no estado em que está. É perigoso voltar a sentir tontura.


E dizendo isso a abraçou por trás, colando seu corpo no dela e ensaboando sua barriga. Brincou com seu umbigo e foi subindo até alcançar os seios. Paixão se arrepiou toda e seus mamilos se mostraram empinados ao toque do enfermeiro.


Foi então que ela, sentindo o pau dele roçar na sua bunda, começou a rebolar ligeiramente. Isso fez o pau dele  endurecer e ela passou então a rebolar freneticamente.


Ele continuava ensaboando todo o corpo dela massageando suas coxas, seios e costas. Beijou-a na boca passando sua língua pelo lábio. Sentiu a mão de Paixão alcançar e apertar seu pau duro.


- Que delícia, Derek. Que pau gostoso.


- Esse é o melhor remédio, que vai deixar você totalmente curada. Quer tomar?


Paixão já estava totalmente molhada quando respondeu a pergunta de Derek colocando o pau dele na boca. Chupou gostoso e não queria parar. Lambia a cabeça e descia até o saco voltando pelo lado oposto. Passou um bom tempo brincando com ele.


Derek trocou de posição se abaixando. Paixão puxou um banco que estava no Box, usando-o como apoio para uma de suas pernas. Isso deixou a bucetinha aberta para Derek que meteu sua língua, lambendo-a toda.


Paixão se arrepiava de sentir aquela boca quente chupando seu grelinho. De repente sentiu de novo os calafrios, rebolou na boca de Derek. Acabou não se contendo e gozando forte, gemendo alto.


Derek lambeu todo o liquido de Paixão e depois ficou de pé, encaixando seu pau grosso dentro dela. Paixão sentiu suas forças se esvaindo, mas ele a segurou com firmeza pela cintura metendo fundo na xana molhada.


Paixão gemia e dizia:


- Mete fundo, meu enfermeiro gostoso! Cuida de mim! Me faz ficar boazinha, sarada! Ai....


E Derek cumpriu o pedido acelerando os movimentos. Paixão sentia cada estocada e com a força sua bunda batia contra o azulejo frio e molhado. Foi quando pediu ao enfermeiro:


- Sua doentinha quer tomar leitinho antes de dormir....você me dá?


- Você quer é? Claro que sim. Tudo pra você ficar boa.


Derek tirou o pau e continuou masturbando-se enquanto Paixão ajoelhou-se bem em frente a ele.


Ela passou sua mão pelo pau assumindo o controle e acelerando a punheta até que Derek começou a contrair-se deixando claro que o gozo estava vindo.


Paixão aproximou sua boca lambendo o pau de Derek ao mesmo tempo que ele gozou. Ela sentiu a porra quente encher-lhe a boca e continuo chupando até sugar tudo.


Terminaram o banho e Paixão se lembra dele ter lhe ajudado a colocar novo avental e também de ajeitá-la na cama. Dormiu sendo observada por ele.


Quando acordou no dia seguinte foi informada que o enfermeiro-chefe Derek já tinha encerrado seu turno. Teve alta naquele mesmo dia e quase desejou que tivesse uma recaída para que pudesse voltar àquele quarto.


Alguns dias depois achou um cartão de visita assinado por Derek dentro do envelope com os exames que tinham vindo do hospital:


“ Serviços de Enfermagem -   Atendimento domiciliar 24 horas


 Dedicação total e serviços de qualidade


 Derek Dick – derekdick2011@hotmail.com

domingo, 4 de março de 2012

Loba Faminta (por Derek Dick)

Era a primeira vez que Derek viajava a Portugal. Passaria duas semanas de férias visitando o país. Sempre tivera curiosidade de conhecer mais sobre aquele povo e sua cultura, que havia influenciado tantas coisas em seu país, o Brasil.  

Ele passou a primeira semana em Lisboa conhecendo a capital do país e na segunda semana tinha passeios variados a diferentes lugares do país. Um deles era para uma região de floresta.  Ele curte muito vinhos e sempre teve curiosidade de conhecer o Sobreiro, a árvore da qual se extraía a cortiça.

Derek estava nessa floresta admirando o Sobreiro e não percebeu que o grupo da excursão se afastava para outro lado. Ele tirou muitas fotos, examinando o fantástico tronco que em breve viraria rolhas para seus tão amados vinhos.

Ele se distraiu por tempo demais e quando se deu conta não sabia onde seu grupo estava. A tarde caía, o horizonte estava alaranjado e pode perceber que em breve estaria bem escuro. Se desesperou, correndo pela floresta, tropeçando e caindo. Levantou somente para se dar conta de que estava realmente perdido no meio da floresta.

Ouviu barulhos provavelmente de animais. Se assustou e começou a buscar um lugar seguro. Após uma meia-hora andando sem saber em direção a que, achou uma pequena caverna, embaixo a umas rochas. Começava a esfriar com a noite e achou que poderia se proteger ali dentro.

Uivos de lobos lhe chegaram aos ouvidos e ele mais que depressa entrou na escura caverna. Estava assustado. Pensou que se vencesse aquela noite poderia com a luz do dia ter mais chance de se achar ou ser localizado.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Divã (por Derek Dick)

     Derek pensava em sexo da hora em que acordava até quando ia deitar-se. E dormindo sonhava também com sexo.

Estava com 40 anos, vida sexual ativa mas encanou que isto não devia estar certo e resolveu procurar ajuda profissional.

Pediu indicação a uma amiga e acabou marcando com uma psicóloga no último horário que ela tinha naquela 5ª feira a noite.

Logo depois que a recepcionista o atendeu, pedindo que ele aguardasse no sofá, lhe ofereceu água e café e avisou que a doutora em breve o chamaria e que ela mesma já estava de saída.

Logo a Dra. Adriana o chamou.

Derek ficou preocupado. Sua amiga não tinha contado que a psicóloga era uma gata. Morena de olhos verdes, aparentava ter uns 35 anos.

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Carnarock! (por Derek Dick)

Chegou o carnaval. Derek , como bom roqueiro não curte desfile de escola de samba, baile de carnaval ou trio elétrico. Pensou em simplesmente ficar em casa assistindo uns filmes e vídeos de rock.
Era sábado à noite, e ele assistia a um show do Pearl Jam em comemoração aos 20 de anos de carreira. Foi quando tocou o telefone. Uma amiga convidando para um show de rock numa casa em Moema. Ela não queria ir sozinha.
Meia hora depois Derek estava numa mesa com Renata, bem na frente do palco. Pediram umas cervejas.
Conforme conversavam Derek começou a reparar na amiga. Eles não se viam há quase um ano e ela havia mudado bastante. Estava muito bonita. Usava uma blusinha de amarrar no pescoço e uma saia muito curta.
Renata o pegou com os olhos em suas pernas, e disse:
- Gostou?
Com o som já rolando Derek chegou pertinho do ouvido dela para responder:
- Não devem ser suas de verdade...- e dizendo isso colocou a mão sobre a coxa dela, e apertou como para se certificar que eram reais.
Renata virou-se na direção de Derek e o beijou demoradamente na boca, dizendo:
- E esta boca, você também acha que não é real?