sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Mais um conto? (por LadySiri)

Mais um conto?
Não, hoje não...Leia um poema.
Poema inspirado pelos contos deliciosos que li aqui essa semana...


Descoberta



Despe as vestes de Lady
o teu olhar provocante
Faz surgir tua Puta
lasciva e delirante


Faz tremer meu ser
Tua voz determinada
Curva o meu querer
Me deixo ser dominada


Meus cabelos em tuas mãos
feito rédea desenfreada
Desejos de servidão


Força que penetra
por todos os meus poros
Essa coisa de querer ser descoberta!

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Sem língua


Já chegou fechando a porta. Privacidade. Ninguém pra perturbar. Ele estava no comando. Colocou uma coleira de couro em seu pescoço. Ela adora quando ele faz isso. Fica a sua mercê e ele pode fazer com ela tudo que quiser.

Deitou-a na cama, segurou seu rosto entre suas mãos e beijou-a ternamente. Ela estranhou que apenas os lábios tocavam os seus e escorregou sua língua procurando a dele. “Nada disso. Sem língua hoje.”

Parecia o primeiro beijo, 20 anos antes... lábios desajeitados... com a diferença de que agora, as línguas sabem muito bem como trabalhar e já é impossível contê-las dentro da boca, quietinhas. Num ato desesperado, implorou pela sua língua! E ele resolveu satisfazê-la. Parecia então que não se beijavam há dias, desesperados pela língua um do outro.

Ele seguiu com o desafio. Dominador, conduzindo-a de acordo com suas vontades, chamou-a para percorrer seu corpo com sua boca. “Lembra: sem língua!” E ela, obediente, seguiu. Beijou seu rosto, pescoço, peito... mordiscou seus mamilos, somente usando os lábios. Chegou ao cacete duro, imponente e pensou que não iria resistir. Lutou bravamente com seu instinto e segurou a língua lá atrás, na boca. Envolveu o pau somente com os lábios. Brincou de arranhar de levinho com os dentes. Beijou. Chupou. Mas sem o uso da língua era impossível fazer aquele cacete grande, grosso, caber todo em sua boca como tanto gosta. Olhou bem pra ele e atacou. Língua a postos, aí sim teve tudo que quis daquele pau. E ele se deleitou com aquele boquete delicioso, mas...

“Eu disse que era SEM LÍNGUA!” Bravo, puxou-a pela alça da camisolinha pra que se deitasse de novo e arrebentou a costura. “Minha vez de novo.”

Começou a beijar todo o corpo dela e acenou positivamente com a cabeça quando ela perguntou se ainda era sem língua. Levantou a camisola e encontrou seus seios. Mordiscou e chupou os mamilos, sem usar a língua, e aquilo a fez sentir uma dor gostosa. Pediu mais. Ele olhou nos seus olhos, um sorrisinho sacana e desceu umbigo abaixo, até chegar na buceta já molhadinha. Pensou que ele não deveria resistir a usar sua língua pra chupar, mas ele mostrava-se decidido. Chupava os seus lábios vaginais e praticamente mordia seu grelo. Por mais que ela tivesse prazer com um pouco de dor, aquilo estava insuportável! Tesão e dor misturados e o desespero pela língua que não se manifestava. PRECISAVA da língua dele, mais uma vez implorou e ele concedeu o que pedia. Arrastou-se sobre o corpo dela, puxou mais uma vez a camisola e mais um pedaço se desfez, deixando os seios totalmente a mostra. Com a língua a postos, lambeu, chupou os mamilos e a deixou louca. Desceu novamente e meteu a língua na buceta. Seu mel escorria e ele sorvia cada gota. Ela gemia, respiração ofegante, queria mais, queria gozar com a língua dele.

“Você não foi obediente. Ficou pedindo língua, língua... Vai gozar sem língua pra ver quem manda aqui.” E enfiou dois dedos na buceta ensopada. Metia, metia, mais um... mais dois...meteu a mão toda e ela gozou enlouquecida. Ele tirou a mão com seu mel escorrendo entre os dedos e lhe deu para chupar.

Arrancou de vez a camisola arrebentada, puxou-a deitada para a beirada da cama. De pé, na frente dela, ergueu suas pernas sobre seus ombros e meteu o cacete na buceta inchada de tanto tesão. Ora ele a puxava pelos quadris, ora a segurava pelas pernas. Tapas na bunda e nas coxas. Ela passou a massagear seu rosto com seus pés. De vez em quando ele se inclinava sobre ela e a beijava sem língua, nos seios, na boca. Por várias vezes ele pensou que ela estava gozando e ela, por sua vez, se desesperava com o orgasmo que chegava tão perto e se afastava, tantas vezes... somente aumentando o tesão. Quando finalmente ela gozou, o fez tão intensamente que lágrimas rolaram pela sua face. E ele, em êxtase com o que via e com as sensações que estava experimentando com ela, com a massagem dos pés em seu rosto, gozou e se debruçou sobre ela.

Com o ritmo respiratório recuperado, ele tirou ternamente sua coleira e a beijou com carinho, com paixão, com tesão, com todas as línguas a que os dois tinham direito.

Não sobrou muita coisa da camisolinha...


quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

MEU TESÃO TEM DONO!!!





Eu gosto da Noite...é durante a noite, sozinha, em meu quarto que dou vazão aos meus desejos por você.
Penso em como poderia ser , estar em seus braços, sentir sua pele quente em contato com a minha, nossas respirações, seu corpo envolvendo o meu.
Na minha cama, na imensidão dela, deitada sozinha, ao fechar meus olhos, imagino o que quero fazer e o que quero que faça comigo...
Eu te quero tanto...te procuro em sonhos, pensamentos...minha mente viaja e meu corpo sedento pelo seu, minha boca sedenta pela sua, meu tesão por você...
Numa noite chuvosa, deitada em minha cama, deixei mais uma vez o tesão por você tomar conta de mim...


 
Eu e você, subíamos as escadas para um terraço...
Eu abria a porta. 
Lá fora caia uma chuva suave. A porta nem tinha sido fechada e você já estava tirando as calças e fazendo gestos para que eu me despisse.
— Tire a roupa — ordenou — quero ver você...
Olhando em seus olhos enquanto tirava minha roupa em gestos lentos e sensuais, os bicos dos meus seios arrepiavam devido o friozinho e a excitação.
Voce observava-me enquanto deslizava a calcinha pelas coxas.
Eu podia sentir seus olhos cravados em mim, minha xoxota úmida de tesão, contraindo-se, faminta pelo seu sexo ereto.
Tremia sob o frio da chuva. Você, no entanto, parecia insensível à temperatura enquanto caminhava em minha direção. Parou, observando-me como se fosse uma estátua posta ali para o seu próprio deleite. Logo, depois de analisar o resto do terraço e escolher um lugar, fez-me pôr as mãos sobre a parede de tijolo do terraço, com as costas e traseiro arqueados em sua direção.
Sem prévio aviso introduziu seu pênis. Separou minhas nádegas e avançou, a arredondada ponta de seu membro deslizando-se entre meus lábios, sondando, acariciando-me por dentro.
A mescla de sensações era indescritível, um tesão de sonho.
O frio do tijolo sob as palmas das minhas mãos.
As luzes da cidade ao nosso redor criando um resplendor quase mágico.
A chuva caía sobre minha pele nua em um ritmo incessante. Meu corpo se acostumando já ao frio e a chuva era como música de fundo enquanto fazíamos amor.
Voce empurrou ainda mais e eu pensei que estava chegando a lugares inexplorados de minha feminilidade. Podia sentir como meus músculos se fechavam ao redor do seu pau, sem que pudesse fazer nada para evitá-lo, como se desejasse lhe arrastar ainda mais dentro de mim. Meu corpo tinha vontade própria e, embora a tormenta era cada vez mais forte, uma calidez infinita me percorria.
Arqueei as costas para que voce pudesse penetrar-me mais fundo, mais forte.
Queria sua marca em mim. Ser sua como nenhuma outra já houvesse sido.
Voce emiti um som, algo a meio caminho entre um grunhido animal e um gemido de prazer em meus ouvidos..
Minha mente funcionava a toda velocidade enquanto seu membro viril, ereto, fodia, comia, estocava, penetrava, forte, intenso; minha xoxota úmida e apertada.

Abaixo de nós, a rua estava cheia de gente. Se olhassem para o terraço, poderiam ver meus seios nus, meus cabelos vermelhos alvoroçados emoldurando meu rosto e sua boca entreaberta de puro prazer. Mas ninguém levantou a vista, e pensei que, escondidos sob seu guarda-chuva, ninguém tinha motivo algum para olhar para cima, para o chuvoso céu noturno. O vento era cada vez mais forte e arrastava consigo os seus gemidos. Mas ninguém parecia interessado em procurar sua procedência.
“Tome-me e nós seremos um só — pensei. — Me penetre mais fundo. Me atravesse. me tome! Possua-me! me faça sua!!"
A chuva deslizava por minhas bochechas como lágrimas. Meu cabelo se agitava em um selvagem baile com o vento. 
E, enquanto VOCÊ caía sobre MIM uma e outra vez, EU e meu corpo respondia ás suas investidas, inclinando a cabeça para trás e gritando.

Gostava de fazer daquela forma. Nunca havia sentido uma liberação como aquela. Gostava de me soltar de forma selvagem nos seus braços, te arranhar, te morder, te chupar, sentir sua pele, seu cheiro...seu gosto...
Voce alcançou o clímax e, levado pela paixão do momento, fincou os dentes no meu ombro com força suficiente para deixar sua marca. A dor se mesclou com o prazer e eu gozei com voce, gozamos juntos, em uníssono, tremendo enquanto as contrações percorriam meu corpo. Fechei os olhos e você, meu tesão, meu desejo, me abraçou com força, mantendo nossos corpos juntos.
O frio penetrou em minha consciência rapidamente e tive que esfregar os braços para manter-me quente. Voce se separou de mim, recolheu meu vestido e ajudou-me a vesti-lo. O fino tecido se aderiu a minha pele molhada e não ajudou a proteger meu corpo. Sem mediar palavra, corremos de volta , molhando as escadas.
— Ducha — você disse, só uma palavra. Te segui até o banho, me despi novamente e entrei na ducha com voce e esperei. Alternamos sob o jorro de água quente. Eu girei sobre mim mesma, com os olhos fechados, e deixei a água ensopar meu cabelo. Voce rodeou minha cintura e me atraiu para si.
Estava de novo excitado.
Jamais teria imaginado que seria capaz de fazer amor outra vez, tão logo, e senti que me fraquejavam as pernas enquanto você me penetrava por trás. Ainda estava molhada pelo nosso encontro no terraço, meu sexo depravado e maleável como se estivesse fabricado em cera temperada.
Desta vez você o fez mais lentamente. Esfregou seu corpo contra a minha pele e me empurrou contra as paredes da ducha. Procurou com as mãos meus seios, arranhou meus mamilos, dedilhou-os até que pensei que já não podia suportar mais tanto prazer.
— Você gosta— perguntou-me com um sorriso nos lábios, enunciando o que era óbvio — Seu corpo me diz exatamente o que quer. — Agarrou um sabonete e o deslizou sobre a minha pele nua, entre as costelas, sobre meu ventre e até meu sexo. Apertou com força a barra contra meu clitóris enquanto continuava penetrando-me por trás. Eu estava a ponto de gozar.
Voce deixou cair o sabonete e em seu lugar utilizou os dedos. Pôs o polegar e o índice um a cada lado do clitóris e logo o beliscou. Tinha os dedos escorregadios pelo sabão, a água e outros fluídos, mas aquilo não fez mais que jogar ao meu favor. Enquanto tratava de encontrar um ponto ao qual agarrar-me, seus dedos continuaram me apertando os lábios e roçando o clitóris, provocando com isso pequenas explosões de prazer.
Seguiu penetrando-me enquanto com uma mão me masturbava. Eu desfrutava ao mesmo tempo das duas sensações que mais ansiava experimentar. Cheia de sua enorme virilidade e acariciada por aqueles dedos tão sábios. Cada vez que acreditava ter chegado ao meu limite, voce se retirava sutilmente, deixando-me a bordo do clímax durante o que pareciam ser horas.
Ao final você sussurrou ao meu ouvido:
— Agora! Goza agora para mim!!...Goze!!!..Quero seu gozo...só para mim!...
Nossos gemidos ressonaram entre as paredes de azulejos do banheiro. Eu gozei de forma tão intensa e um segundo depois rompi a chorar. Sentia como se meu corpo tivesse sido pulverizado, golpeado pela chuva e o frio do terraço e logo esquentado sob a calidez da ducha para, finalmente, ser enrolado de novo pela paixão DELE!
As duas sessões, no telhado e na ducha, tinham sido muito distintas, e em ambas tinha alcançado o orgasmo. Se tivesse tido que escolher qual tinha gostado mais, não teria sabido o que dizer...Pena que era apenas um sonho...Pois minhas noites tem nome...Meu tesão tem dono...VOCÊ!



Nota: rsrs Essa Tripulação MQTDB, do Diário de Bordo, adora pegar a Ruivinha de surpresa!
E a responsabilidade pesa, pois esse Pessoal , é FERA!!!
Cada um e uma em seus estilos...
E sinto-me até sem graça, chateada, por não ter tido o tempo necessário para escrever um Conto á altura do Trio Fantástico: Mansinho_da Loirinha, Loirinha_Ksada e Wolvie.
Li um pouco tarde, um pedido do meu querido ídolo Mansinho Milll (eu o chamo assim...rsr) para que os substituissem nesta postagem.
Infelizmente, não tive condições de escrever algo inédito e nem terminar um conto que meu ídolo pediu-me.
No entanto, esse conto dedico com um certo atraso, (já que hoje é 15/02/2012),  ao "Dia de São Valentim"...
Ou se preferirem: No "Dia dos Namorados", "Dia do Amor" que em alguns países é comemorado nessa data e em nosso País (Brasil) em 12 de Junho.

Dedico a esse Trio Fantástico, pois esse conto é um dos meus contos preferidos, um dos contos em que expresso todo meu desejo, todo meu tesão, todas as minhas fantasias e fetiches.
Um conto escrito com muito tesão e carinho.
Beijos doces carinhosos e ousados da Ruivinha , para toda a Tripulação e  Navegantes do Diário de Bordo!


Ayesk@