Já comentei algumas vezes, que Derek Dick e eu temos uma relação aberta e que entre nós há uma relação de submissão/Dominação - "{sb}_DD" - a nossa maneira, que não segue regras nem liturgias pré-estabelecidas, mas que com certeza dá um gostinho diferente ao nosso dia a dia.
Quando Dom Derek Dick assume o comando, sua borboletinha submissa obedece com paixão e devoção. E não foi diferente quando Ele requisitou que eu fizesse um "estudo do meio" alguns dias atrás...
“O Estudo do Meio é uma prática metodológica que busca ampliar o
trabalho de pesquisa desenvolvido a partir de um tema. Essa experiência permite
o aprendizado pela busca da informação não apenas nos livros, mas em contextos
vivos em que estão presentes.” (Definição encontrada em
algum lugar na Internet...)
Fui solicitada para fazer um Estudo do Meio. Meu objeto de estudo foi
interessantíssimo!
Estudo do “meio das minhas pernas”, Ele disse.
Meu querido Dono deitado, exigindo que eu explorasse o objeto de estudo,
fazendo uso de todos os meus sentidos: tato, olfato, visão, paladar, audição.
Com o olfato é possível perceber que até de olhos bem fechados,
reconheço o “meio de suas pernas” pelo cheiro. Seu perfume característico, de
banho tomado. Gostoso, que apela para o uso de todos os meus outros sentidos.
Paladar. Seu gosto...seu sabor...sua temperatura, sua textura... Tudo o
que é possível de sentir com a boca, língua e lábios explorando toda a extensão
do “meio de suas pernas”. E assim que a exploração do meio começa, uma gota
salgada brota das profundezas e me delicio com ela. Quero mais! Ela desperta
meu apetite e minha boca engole tudo que vê pela frente.
A audição me dá certeza de que o estudo está sendo feito a contento. Ele
geme de prazer, enquanto exploro o “meio de suas pernas”...
A visão me pede registros. Observo como numa aula de modelo vivo, de
tempos longínquos, despertando meu lado artístico. Rabisco, arrisco e desenho.
Observo ângulos nos quais nunca prestei muita atenção e fotografo a beleza da
surpresa. Tudo que vejo estudando o “meio das suas pernas”, me leva de encontro
ao tato.
E o tato me leva a loucura. A rigidez que define o tesão, o calor que
define o desejo. A necessidade de me encaixar ao “meio de suas pernas”
Exploro. Abstraio. Saboreio. Registro. Ouço. Aprendo. Vejo. Desenho. Sinto.
Fotografo.
E desejo o meio de suas pernas.