terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Happy Hour

 

         

    Depois de um dia estafante de trabalho, ela chega em casa... Seu marido já a espera e a recebe com um beijo carinhoso...
   -Ela entrou no quarto, foi tirando a roupa e dizendo:
   -Vou tomar um banho! Faz um chimarrão para nós...
   -Fica aqui! Quero cheirar tua "bucetinha", teu cuzinho. Adoro este teu cheiro de mulher!
   -Tô suja, tomei banho de manhã e já é noite.
   -Mas é isso que eu quero! O teu cheiro de fêmea... Se eu quisesse sentir o perfume de creme, de sabonete, eu iria na farmácia. Deixa, meu amor!
   Ele ajoelhou-se a sua frente, colocou uma das pernas dela sobre a cama e enfiou a cara entre as partes íntimas dela... Cheirou, arregaçou, cheirou novamente, suspirou... Embebedou-se, com o odor delicioso dela... Colocou a língua suavemente no clitóris, lambeu...
   Levantou... Foi por trás dela, puxou suas nádegas, enfiou o nariz em seu cuzinho, absorveu os odores do dia todo... Novamente embebedou-se...
  -Que delícia de cheirinho tem esse teu rabo!... Fico louco de tesão em te sentir assim, mulher de verdade...
  Lambeu, enfiou a língua no buraquinho e com suas hábeis mãos, começou a masturbá-la...
  Encostou seu corpo no dela, bem juntinho, pau bem duro roçando em sua bunda, dedos em sua "buceta" molhada, boca no pescoço...

  Ela, com todo seu jeitinho, abaixou-se para pegar na cômoda, em seu kit sacanagem, as bolinhas eróticas que havia comprado. Pegou uma, que tinha a forma de coração e entregou a ele...
  -Coloca bem na entradinha do meu cuzinho...Com jeitinho, tá meu amor?
  Ele, olhar curioso, pegou a bolinha e antes de enfiá-la, lambeu e colocou-a,  só um pouquinho...                     Inclinou o corpo dela para frente e com seu pau, foi empurrando a bolinha que tão logo entrou, estourou e lubrificou...
  -Vai, meu amor, enfia mais que eu tô gostando!
  -Cachorra! Você tá gostando de me dar esse teu cuzinho apertadinho!
  Ela deixou levar-se... Gemeu, rebolou, implorou mais...
  Acariciou seu clitóris, com vontade, com desejo, com os delírios do tesão, que a consumava...
 
  Seu corpo entregou-se totalmente ao gozo longo e delirante...
 
 -Um coração destes, eu nunca havia ganhado em minha vida...
  Só você, né safada!!!

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

LFV by IN


Para se roubar um coração, é preciso que seja com muita habilidade, tem que ser vagarosamente, disfarçadamente, não se chega com ímpeto, 
não se alcança o coração de alguém com pressa. 
Tem que se aproximar com meias palavras, suavemente, apoderar-se dele aos poucos, com cuidado. 
Não se pode deixar que percebam que ele será roubado, na verdade, teremos que furtá-lo, docemente. 
Conquistar um coração de verdade dá trabalho, 
requer paciência, é como se fosse tecer uma colcha de retalhos, aplicar uma renda em um vestido, tratar de um jardim, cuidar de uma criança. 
É necessário que seja com destreza, com vontade, com encanto, carinho e sinceridade. 
Para se conquistar um coração definitivamente 
tem que ter garra e esperteza, mas não falo dessa esperteza que todos conhecem, falo da esperteza de sentimentos, daquela que existe guardada na alma em todos os momentos. 
Quando se deseja realmente conquistar um coração, é preciso que antes já tenhamos conseguido conquistar o nosso, é preciso que ele já tenha sido explorado nos mínimos detalhes, 
que já se tenha conseguido conhecer cada cantinho, entender cada espaço preenchido e aceitar cada espaço vago. 
...e então, quando finalmente esse coração for conquistado, quando tivermos nos apoderado dele, 
vai existir uma parte de alguém que seguirá conosco. 
Uma metade de alguém que será guiada por nós 
e o nosso coração passará a bater por conta desse outro coração. 
Eles sofrerão altos e baixos sim, mas com certeza haverá instantes, milhares de instantes de alegria. 
Baterá descompassado muitas vezes e sabe por que? 
Faltará a metade dele que ainda não está junto de nós. 
Até que um dia, cansado de estar dividido ao meio, esse coração chamará a sua outra parte e alguém por vontade própria, sem que precisemos roubá-la ou furtá-la nos entregará a metade que faltava. 
... e é assim que se rouba um coração, fácil não? 
Pois é, nós só precisaremos roubar uma metade, 
a outra virá na nossa mão e ficará detectado um roubo então! 
E é só por isso que encontramos tantas pessoas pela vida a fora que dizem que nunca mais conseguiram amar alguém... é simples... 
é porque elas não possuem mais coração, eles foram roubados, arrancados do seu peito, e somente com um grande amor ela terá um novo coração, afinal de contas, corações são para serem divididos, e com certeza esse grande amor repartirá o dele com você.

Luis Fernando Veríssimo

In_Correto

Lentamente...



“Morre lentamente quem não troca de idéias, não troca de discurso, evita as próprias contradições. Morre lentamente quem vira escravo do hábito, repetindo todos os dias o mesmo trajeto e as mesmas compras no supermercado.Quem não troca de marca, não arrisca vestir uma cor nova,não dá papo p quem não conhece.

Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru e seu parceiro diário.Muitos não podem comprar um livro ou uma entrada de cinema, mas muitos podem,e ainda assim alienam-se diante de um tubo de imagens q traz informação e entretenimento, mas que não deveria,mesmo c apenas 14 polegadas,ocupar tanto espaço em uma vida.

Morre lentamente quem evita uma paixão,quem prefere o preto no branco e os pingos nos is a um turbilhão de emoções indomáveis, justamente as q resgatam brilho nos olhos, sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.

Morre lentamente quem não vira a mesa qdo está infeliz no trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho,quem não se permite, uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos. Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não acha graça de si mesmo.

Morre lentamente quem destrói seu amor-próprio. Pode ser depressão, q é doença séria e requer ajuda profissional. Então fenece a cada dia quem não se deixa ajudar.

Morre lentamente quem não trabalha e quem não estuda,e na maioria das vezes isso não é opção e,sim, destino:então um governo omisso pode matar lentamente uma boa parcela da população.

Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da chuva incessante, desistindo de um projeto antes de iniciá-lo, não perguntando sobre um assunto que desconhece e não respondendo quando lhe indagam o q sabe.

Morre muita gente lentamente, e esta é a morte mais ingrata e traiçoeira, pois, qdo ela se aproxima de verdade, aí já estamos muito destreinados para percorrer o pouco tempo restante. Que amanhã, portanto, demore muito para ser o nosso dia. Já que não podemos evitar um final repentino, que ao menos evitemos a morte em suaves prestações, lembrando sempre que estar vivo exige um esforço bem maior do que simplesmente respirar."


((Martha Medeiros))