quinta-feira, 29 de março de 2012

"Duas e uma pessoa a mais" - Por Sexy Butterfly


Conheceram-se pelo twitter. Uma seguia a outra, trocavam algumas palavras de vez em quando. Passaram a conversar também pelo MSN.

Tinham alguns interesses e até um homem em comum. A vontade de se conhecerem era mútua. E crescente. O que escreviam, as idéias que trocavam, os desejos comuns as instigavam.

O desejo de ambas de tocar e ser tocada por outra mulher, de experimentar novas sensações crescia, e o tesão aumentava cada dia mais.

O encontro finalmente aconteceu. Estavam ansiosas e apreensivas. Tímidas no início. O homem fez a ponte entre elas. Tinham “alguma pouca” experiência com o mesmo sexo e ele deveria apenas observar a brincadeira delas.

Aos poucos as duas se soltaram e ele era apenas uma “pessoa a mais”... Na cama, entregaram-se a beijos e carícias entre as quais se despiram e revelaram seus mistérios uma a outra. Permitiram que ele se aproximasse e participasse, mas eram elas as protagonistas da história naquela noite.

Perfumes, texturas e sabores novos. Toques e olhares. O prazer de um novo jeito. O gozo pelas mãos e pela língua. O gosto do mel, do gozo feminino.

Beijos enroscados de duas e também de três línguas sedentas por mais. O sexo dele em uma que beijava a outra. O sexo dele em outra, que beijava uma. Seios que se encontravam, mamilos que se tocavam, mãos que se exploravam.

Ele fodia uma, a outra olhava e tocava e beijava. Ele fodia a outra, uma olhava e tocava e beijava. Elas se tocaram, elas se beijaram, elas gozaram.

Um gostoso banho de espuma a três. O prazer de gozar intensamente com ela e com ele. De ver a outra gozar com ela e com ele. A pessoa a mais, enfim, gozou literalmente aos pés das duas.

E depois de tantas sensações, adormeceram abraçados por algumas horas, como um verdadeiro e perfeito “sanduíche”.

Despediram-se com a certeza de que as novas sensações não acabaram ali. Sempre haverá algo novo para descobrir.

quarta-feira, 28 de março de 2012

Me embriagar de você



Quero me embriagar de você
Beber teus fluídos, lamber teu suor
Até ficar tonta, inebriada pelo desejo,
pelo perfume doce e impuro do prazer


Sugar tua língua
Devorar teu líquido
Enquanto jorra, quente, em minha boca


Deixar escorrer gota a gota para dentro de mim
Até que eu perca os sentidos
Embriagada de você.

Boquete Inusitado


Na época eu trabalhava no turno da noite em uma grande fábrica da região. Éramos muitos e, pelo avançado da hora, o ônibus da empresa nos levava para casa. Era meu segundo mês na empresa e, tirando fora o salário que era baixo, eu não tinha queixas.
Já Mari, era menina linda. Pegava o mesmo ônibus todas as noites e trabalhava em outro setor da fábrica. Eu a olhava e desejava, mas não passava disso. A aliança no dedo me contava que era noiva e isso diminuía minhas chances de ter aquela mulher estilo mignon e dona de fantásticos lábios. Ah, como eu a imaginava,...
Numa noite, ao sair do vestiário masculino eu a vi entrando no feminino, mas ela estava com os olhos inchados, parecia ter chorado. Cheguei a abrir a boca para dar um “oi”, mas foi tão rápido que eu acho que ela nem percebeu.
Já dentro do ônibus, e como de costume, no último banco a direita. Acomodado depois de uma noite de trabalho árduo eu confesso que acabei cochilando. Acordei com uma mão macia forçando minha boca. Abri os olhos assustado e, adivinha: Era Mari.
Ela colocou o dedo indicador sobre seus lábios me mandando ficar em silêncio. Mesmo no escuro ainda pude reparar os olhos brilhantes e inchados naquele belo rosto. – Obedeci. – Sem tirar a mão da minha boca, com a outra ela foi abrindo meu zipper lentamente, para que não houvesse barulho. Instantaneamente meu pau endureceu e ao saltar para fora já latejava. Mesmo antes de saber o que aconteceria.
Uma lágrima silenciosa agora brilhava no rosto de Mari. Mas ela me olhava fixamente enquanto começava uma punheta macia, lenta e quase carinhosa. Sentir aquela mão em meu sexo era um presente dos deuses e eu sequer podia retribuir.
Ela foi descendo em direção ao meu pau. Primeiro seus lábios  roçaram sobre ele, depois, pela boca semi aberta, a língua brincava com a cabeça dele e, quase sem perceber ela o fazia desaparecer naquela boca quente e ávida. Eu queria gritar! Mas não podia, ela não tirara a mão da minha boca.
Me chupou como a devassa que eu jamais imaginara que fosse. Literalmente o engoliu e, em movimentos circulares eu sentia sua língua, garganta, saliva, lábios,... TUDO! Quando eu, já sem forças para me segurar por mais tempo, retesei o corpo anunciando o gozo, ela o engoliu mais fundo e apressou os movimentos.
Jorrei com fartura naquela garganta sedenta pelo meu leite e Mari sorveu até a última gota sem deixar sequer vestígios que eu acabara de gozar fartamente. Limpou sua boca na minha camisa, depois colocou a mão por dentro de sua saia, molhou o dedo em seu próprio mel e passou em meus lábios. Ao tirar o dedo que eu queria lamber despudoradamente deu-me um beijo de língua. Como os sabores de ambos misturados.
Antes que chegasse sua vez de descer, cochichou em meu ouvido:

--  Meu noivo me trocou por uma vadia e ainda teve a coragem de dizer na minha cara que eu não sei transar. Preciso da opinião de um homem. Você gostou do meu boquete? Eu faço direito?
Eu ainda estava perplexo. A menina mais gostosa da empresa havia me presenteado com o melhor boquete da minha vida e ainda queria minha opinião.
-- Você chupa como uma deusa. Quero provar mais de você.
-- Quem sabe. Respondeu ela. Agora com um sorriso no lugar daquele rosto triste e choroso.
-- Mas eu quero e muito. Retruquei.
-- Me liga no sábado. Se eu estiver me sentindo melhor,... E pegou uma caneta da bolsa, anotou seu telefone em minha mão. Deu um selinho e desceu sem olhar para trás.

Vocês querem saber se eu vou ligar ou não Né? O que vai e o que não vai rolar?
Bom, amanhã é sábado. Quem sabe semMari que vem eu resolva narrar o que esta mulher traída e decepcionada é capaz de fazer para reconquistar sua auto estima.
ME AGUARDEM!
É claro que eu liguei no final de semMari. Queria mais daquela mulher. Queria tudo, mas o celular dela estava desligado e isto foi altamente broxante para mim. Sai com os amigos, bebi algumas brejas, mas decididamente não conseguia tirá-la da cabeça. Aquele boquete mexera não só com a minha libido, mas com todos os meus sentidos. Naquele fim de semana eu bati todas, lembrando daquela boca carnuda que me sorvera até a última gota.
Na segunda fui trabalhar e não a encontrei pelos corredores da empresa. No ônibus sequer olhara para mim. Exceto na hora dela descer, pois foi quando sorriu-me e passou-me um bilhetinho, depois foi-se sem olhar para trás.
O BILHETE:
“Me desculpe pelo que fiz com você e por não atender o celular. Voltei para meu noivo. Ele suplicou por outra chance. Mas não voltei para tentar não. Voltei para me vingar daquele FDP`. Amanhã ele vai me esperar onde desço do ônibus e, com certeza vai me beijar. Quero estar com o teu leite na minha boca, para que ele prove um pouco do que fez comigo. Se você quiser bis e concordar em fazer parte da minha vingança. Prepare-se. Amanhã você vai ter que gozar muito para a sua nova cadelinha”.
Ass.: Mari

Em casa já, eu não conseguia parar de pensar. Eu não queria apenas boquetes casuais ou fazer parte de uma vingança. Eu a queria na minha cama. Queria calar fundo na alma daquela garota gostosa e atrevida. Foi então que resolvi que arriscaria todas as fichas na noite seguinte.
Preparei o seguinte bilhete e arquitetei colocá-lo entre seus seios, após o boquete que ela me faria.
“Mari. Eu tenho pensado muito em você e os boquetes que faz são divinos e eu os amo. Contudo, eu quero mais. Quero tudo de você e com você. Portanto, apesar de estar adorando as noites no ônibus, eu só vou permitir que você beba do meu leite novamente se você realmente se portar como a cadelinha que diz ser e deixar eu comer o teu cuzinho e a tua bucetinha também. De outra forma paramos por aqui”.
Ass.: Fredy

Eu ainda não fazia idéia de como ela reagiria, mas joguei alto e meu coração batia a duzentos por minuto. Era o tudo ou nada. Se ela queria que o namorado fosse corno, então que fosse por completo.
Esta foi a minha decisão!
Qual seria a reação dela? Aceitaria? Me ignoraria?
Eu realmente não sabia e esta curiosidade decididamente estava me corroendo.

In_Correto