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domingo, 20 de janeiro de 2013

Uma tarde qualquer (by Derek Dick)



Ayeska não iria trabalhar nesta tarde de sexta-feira. Seu chefe a havia dispensado, compensando-a pelo Sábado anterior trabalhado.

Ela que não tinha planos para o dia de folga tinha visto pela internet que um cinema no centro da cidade estaria exibindo um de seus filmes preferidos: 9 e ½ Semanas de Amor.

Ayeska sempre gostara desse filme. Tinha um clima envolvente e a deixava derretendo de tesão. Se imaginava no lugar de Kim Bassinger vivendo aquelas fantasias sexuais. Pronto! Decidira que iria assistir ao filme.

Havia convidado uma amiga para ir junto, que de última hora ligou avisando que um imprevisto surgira e não poderia ir.

Ayeska quase desistiu...além de perder a companhia precisaria agora também pensar num transporte para o centro. Quando saía de casa para pegar um ônibus, seu vizinho estava descendo no elevador também. Ela o cumprimentou:

domingo, 13 de janeiro de 2013

Jantar em Paris (by Derek Dick)


Derek desembarcou em Paris. Ainda não acreditava na incrível aventura que tinha vivido com Ayeska no vôo 459. Não conseguia entender como tinham tido coragem. Com certeza a libido e o tesão haviam impulsionado ambos. (Para reler o conto Vôo 459 com destino a Paris clique aqui)
Anotou o celular de Ayeska na agenda do seu, e despediu-se dela no momento em que os taxis chegaram. Cada um partiu com um destino diferente, porém com um gostinho de quero mais. E combinaram de tentar se encontrar no meio daquela semana para jantar.
Os primeiros dias de sua estada na cidade luz foram recheados de compromissos profissionais para Derek, mas sempre que deitava em sua cama no final do dia lembrava-se de Ayeska. De seu perfume, de sua pele branca.
Já era 4ª feira e voltaria no final da semana. Concluiu que precisava agir rápido. Saindo do escritório passou um torpedo para Ayeska convidando-a para jantarem naquela noite. A resposta veio quase instantaneamente.
Combinaram então o local, e as 8h da noite Derek esperava sua amiga, sentado numa mesinha do aconchegante e moderno Le Restaurant Toi, um misto de restaurante e lounge na Rue du Colisée.
Ayeska chegou 15 minutos depois mas a espera compensou. Usava um vestido de corte simples mas que valorizava suas lindas pernas e ao mesmo tempo apertava seus seios como se quisesse empurrá-los para fora.

domingo, 6 de janeiro de 2013

Vôo 459 com destino a Paris (by Derek Dick)


Derek já aguardava havia uma hora pelo embarque na sala fria do aeroporto de Cumbica em Guarulhos quando a sensual aeromoça da Air France chamou a embarcar os passageiros do vôo 459 com destino a Paris.
Eram pontualmente dezenove horas e lembrou-se que viajaria a noite toda até pousar no Charles de Gaulle. O Boeing 747 levaria quase doze horas para cruzar o Atlântico.
Entregou o bilhete a comissária para verificação e não conseguiu deixar de perceber o gloss que ela usava e deixava aquela boca tão voluptuosa. O perfume também lhe invadiu as narinas e mexeu com sua imaginação. Que homem nunca fantasiara com uma aeromoça?
Foi ao seu assento na janela, o 38A, bem sobre a asa como usualmente gostava de voar. Ficava ao final de uma divisão de fileiras, logo antes do bloco de banheiros.
Até quase a hora da decolagem ninguém havia ocupado as poltronas B e C. Derek já estava comemorando sua sorte por espaço extra quando ouviu um comissário indicando a fila 38 para uma moça que chegara um instante antes de lacrarem a porta da aeronave.
Quando a tal moça chegou a fileira 38, mostrou-se uma linda ruiva. Ela tentava ajeitar a bagagem de mão dentro de um dos compartimentos sobre os assentos, e Derek reparou em seu corpo se estirando todo para tal tarefa. Com isto ela deixou a mostra seu umbigo, pois a camisa soltou-se de dentro de sua saia.

terça-feira, 8 de maio de 2012

O Telefonema...




Era madrugada, quando acordei com o toque do meu celular.
Não acreditava que havia deixado o aparelho ligado, costumo desligá-lo assim que chego em casa. Mas, havia me esquecido naquela noite.

-Alô...- atendi sonolenta.
-Branquinha...te acordei?
-Voce?...
-Sim...mmm...- Branquinha, que voz preguiçosa; estava dormindo?
-Sim...estava...
-Não sabia se te ligava ou não...tudo bem?
-Tudo. E você?
-Bem...mas, com saudades...
-Saudades?
-Sim...de ouvir sua voz...sabe que adoro ouvir sua voz...
Me acomodei melhor em minha cama, apenas de calcinha.
Estava com o corpo sensível, era sempre assim, quando ouvia a voz dele.
Sentia um arrepio gostoso e a umidade quente umedecer minha calcinha.
Conversamos um pouco sobre nosso dia a dia. Mas, o assunto começou a esquentar e a mudar de foco.
Éramos amigos, muito amigos...mas, algo sempre nos levava à outra direção.
Após alguns minutos de conversa e notando o tom rouco e baixo de sua voz, estiquei o braço em direção ao abajour no criado-mudo ao lado da cama, e o apaguei.
-O que foi isso, Branquinha?
-A luz do abajour, acabei de desligar.
-Ah, Branquinha...voce acorda cedinho...e estou te segurando.
-Não...eu só quis ficar no escuro, só isso. Continue...
A voz dele saiu em um sussurro rouco e baixo.
-Porque?
-Por nada...
-Branquinha...
-Eu queria ficar mais confortável, só isso...
-Branquinha...
-O que? – respondi com a voz baixa e rouca. A umidade crescendo entre minhas coxas.
-Está com uma daquelas suas regatinhas?
-Não...
-Aaaa Branquinha...se eu estivesse aí...sabe o que eu faria? Percorreria seus seios com as pontas dos dedos, encontraria um mamilo e brincaria com ele até ficar preparado...
-Preparado para o que? – apertei minhas coxas uma contra a outra...a excitação crescendo, molhando o fundo da minha calcinha, a xoxota contraindo, inchando...pedindo para ser totalmente preenchida.
-Preparado para minha boca, minha língua....Branquinha, se belisque para mim...como seu eu tivesse aí, mordiscando...

 
Apertei o polegar e o indicador , o mamilo entre os dois. O efeito foi menor que uma sucção, mas bom o suficiente; pois repeti o beliscão e me arqueei na cama , gemendo seu nome.
-Isso...isso Branquinha...aaaa....
-Agora... o que faço? – eu me sentia molhada, as coxas latejavam, os seios intumescidos e os bicos rígidos.
-Aaaa Branquinha... queria estar aí com você...- ele gemeu, deixando-me mais molhada.
-Você está comigo...Você está...
-Mais uma vez...Aperte para mim...mais uma vez... – ao gemer alto seu nome novamente, ele foi rápido com o próximo pedido.
-Passe as mãos pelo seu corpo, para mim...abre as pernas... - ofegante. –Faça isso rápido...
Acariciei meu corpo, como se fosse suas mãos.
Do outro lado, da linha...silêncio...
-Alô...está aí, ainda?
-Sim...Quero que se acaricie, pense em mim e se acaricie, comece pelas coxas... imagine que sou eu...
 
-Sim...ohhh sim...
-Queria poder te cheirar...te lamber a xoxota, sentir seu mel na minha boca e língua....meter a língua e lamber você todinha...me enfiar no meio das suas coxas e me lambuzar no seu mel. Branquinha....aaaa Branquinha, meu pau está duro aqui e todo babado por você...queria sua boca, sua boca nele , mamando, chupando ele bem gostoso....essa boca que me tesa.
-Ahhh...tesão....estou tão molhada...sim quero sua boca, sua língua...me come, me fode com ela...quero rebolar na sua boca, sentir as investidas da sua língua dentro de mim.
-Branquinha...queria estar aí com você...sabe o que estou fazendo?
-O que? – eu gemia de tesão, sentia meu mel escorrer....a xoxota pulsar.
-Estou lambendo meus lábios...porque estou pensando em mim, fazendo tudo que quero e acabei de te dizer...Desliza a mão sob a calcinha e me diga o que encontra.
-Ohhh...Deus...estou melada...
Ele gemeu e senti um arrepio de tesão percorrer-me ao ouvir sua respiração ofegante.
-Acaricie-se...e imagine que sou eu...que é minha mão, meus dedos...
Ao fazer o que ele me pediu e ao imaginá-lo fazendo, tive um forte orgasmo, esparramando meu corpo por toda cama, gemendo seu nome.
-Branquinha...aaaa que tesão ....estou pulsando aqui...e todo babado. Pode segurar o celular entre a orelha e o ombro?
-Sim...acho que sim... – meu corpo estava mole.
Pegue sua calcinha, com ambas as mãos, estique com força, em seguida passe entre suas coxas, de frente para trás, o tecido entre suas dobras.

Eu ri...
-Quer que me excite, me masturbe com ela?
A respiração dele ficou mais ofegante.
-Isso...isso Branquinha...minha putinha...safadinha...
- Seu safado!
- Um banho de sua língua e sua boca, poderia me ajudar...O que me diz?
- Sim...
Ele riu...
- Adoro essa palavra em seus lábios. Branquinha, o que está esperando? Precisa dar um bom uso nessa calcinha nessa bucetinha ensopada...


E foi o que fiz...

Com o celular na orelha e entre o ombro, deitada agora de bruços, com uma mão esticando a calcinha me masturbei, sentindo o tecido friccionar minhas dobras já meladas do orgasmo anterior, mas , novamente úmidas....
Com os olhos fechados, imaginava o corpo dele, sobre o meu, seu pau ereto e melado metendo, dando bombadas...enquanto as fricções ficavam mais fortes...
Eu gemia no celular e o ouvia também.
E pelo seus gemidos sua respiração alterada, ele estava prestes a gozar como eu.
O tecido da calcinha se afundava em meu sexo , tocando todos os lugares certos.
Ele ofegava e me falava :
-Isso...assim...isso...Branquinha...Mova-se...rebola...Deixe-me ouvir como você está gostando...
Eu cavalgava num Mundo de Sensações, seus gemidos, suas palavras, me excitando cada vez mais. Até que gozei uma, e mais uma, com os olhos fechados, imaginando seu corpo dentro de mim estocando sem parar, a voz dele no meu ouvido, seus gemidos.
-Aaaaa Branquinha....vou...
E gozamos , eu gozei mais uma vez e agora junto com ele.
Nossos gemidos em uníssono...
Desabei , completamente mole, satisfeita, relaxada.
Um suspiro alto saiu da minha boca.
-Nossaaaaa...
-Sim...Nossa! - Branquinha...
-Sim... respondi molinha após os orgasmos.
-Durma bem e sonha comigo. Beijos molhadinhos.


  
Escrito por Ayesk@