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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

In, Ana e as Visitas,...


Eles começaram a conversar numa rede social. A princípio todo desejo era velado e poucas, porém apimentadas brincadeiras, tornavam aquela amizade a quatro algo a cada dia mais caliente e desejosa.
Ana e In a muito desejavam um momento real, algo concreto e com todo o ritual de sensualidade a flor da pele que tanto haviam idealizado juntos. O casal de amigos, apesar de nunca entrarem diretamente no assunto, também não fugiam pela tangente quanto o tema era sexo.
Este jogo de envolvimento e sedução já durava alguns meses e as liberdades entre aqueles quatro protagonistas crescia de uma forma natural e inenarrável. Houve momentos em que apenas falavam sobre amenidades e outros, em que se dispunham a transar na frente da cam, para que o outro casal apreciasse e imaginasse o que estava por vir. Esta reciprocidade os embriagava feito uma bebida leve porém viciante.
Período de férias, filhos devidamente encaminhados para aproveitarem o período do ano que tanto esperavam,... “O merecido descanso”.
In e Ana receberiam o casal amigo. Estava decidido e acordado entre todos e não haveriam regras, tudo seria permitido desde que o momento assim proclamasse.
Quatro corações batiam mais forte e descompassadamente, oito mãos suavam frio, quatro pares de pernas bambeavam ante o desejado, porém ainda desconhecido momento de luxúria que tanto sonharam.
Enquanto dirigiam-se para o aeroporto, afim de recepcionar os amigos, In e Ana entreolhavam-se, sorrisos brotavam, o nervosismo era inegável, mas a ansiedade e o desejo latente, feito perfume, impregnava-se em suas peles, seus pensamentos. Os últimos anos passaram feito um filme mudo na cabeça de ambos. Cada momento, cada sonho, cada desejo. As noites que fantasiaram e sussurraram a presença de mais pessoas em sua cama e isto provocara orgasmos fantásticos e loucos.
Agora, em poucos minutos, tudo seria possível. Tudo seria real. Era um sonho que foi construído em cada minúcia, cada detalhe, cada nuance.
Este momento e tudo o que estava por vir, ninguém jamais roubaria de suas memórias.
Tudo o que se seguiu durante e após este primeiro encontro daria um livro. Um bom livro de vida, ousadia e tesão. Tudo com muita cumplicidade e amor. E com certeza, ainda será contado neste blog. Basta que você tenha interesse, curiosidade e coragem para continuar lendo esta história de vida que continua sendo escrita todos os dias.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Pelo Retrovisor


O dia já ensaiava amanhecer. Rodávamos sem destino desde o meio da madrugada e eu prolongava ao máximo aquele trajeto, pois já ouvira gemidos, tinha visto mãos e bocas afoitas e urgentes. Sentira o doce aroma do sexo em ebulição e eu queria mais, muito mais.
Pelo retrovisor, minha cúmplice me presenteava com um showzinho ímpar. Eu não queria parar de rodar, embora soubesse que ao fazê-lo seria presenteado com momentos ainda mais calientes.
Após soltar a direção, poderia me envolver, poderia participar! O tesão que eu sentia não me permitia tirar os olhos do espelho e estava apenas começando,...
Era a primeira vez que saiamos com outro casal. Minha delícia, no banco de trás, divertia-se com meu amigo enquanto eu estava com a esposa dele ao meu lado. Linda, pele sedosa e um mundo de desejos a flor da pele. Nós quatro nos provocávamos mutuamente a todo instante. Pelo retrovisor eu observava Ana me olhando nos olhos, mas entregue a um beijo guloso, cheio de mãos e seios de fora. Nosso amigo já havia tirado sua calcinha e dois dedos brincavam na xaninha de minha Ana.
No banco da frente, meu zípper aberto e uma boca safada quase me levava ao gozo, parava, esperava, para depois reiniciar tudo de novo.
Não era raro que ambas se beijassem e nos provocassem, aumentando ainda mais o clima de excitação dentro do carro. Numa das vezes que olhei pelo retrovisor pude ver nosso amigo roçando o pau na entradinha da buceta de minha Ana e ela com as mãos nos seios de nossa amiga. Eu não sabia se prolongava mais aquele giro pela cidade ou simplesmente entrava no motel mais próximo.
Preferi entrar de uma vez e liberar todos aqueles desejos que nos rondavam.
Olho os luminosos. Queria uma suíte legal, com uma grande cama e banheira.
Entramos no quarto. Elas se beijam e se despem mutuamente sobre a cama. Ambas ajoelhadas de frente. Eu e nosso amigo tomamos uma cerveja,  admiramos vocês.
Ana está cega, só pensa em possuí-la em sua boca. Coloca a mão no peito dela e a empurra para trás. Ela deita de pernas abertas, meio assustada, meio tesuda, com a atitude de minha Ana.
Tudo o que aconteceu depois foi fruto de nossas fantasias, das noites em que sonhamos juntos e do envolvimento gostoso que foi surgindo gradativamente com este casal de amigos. Praticamente namoramos por algum tempo até que nos sentíssemos confiantes e prontos para aquela noite.
Ana sonhava com uma DP vaginal e a teve. Mas isso é assunto para um próximo post.