segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Por Que os Casais se Distanciam com o Tempo?


A VERSÃO FEMININA

Um dia ela conhece um rapaz interessante, nem é tão bonito, mas tem aquela deliciosa carinha de safado que as mulheres adoram, não é só impressão dela, ele se aproxima e a conquista, a coisa logo pega fogo e vai esquentando cada vez mais, ele pensa que a transformou na sua deliciosa safada, sem se dar conta de que só fez aparecer nela o que ela é, o que todas as mulheres querem ser e são.   Ele por sua vez não é diferente, é aquele homem gostoso, que nem é dotado como alguns bestamente gostam de propagar, mas tem o que realmente importa a uma mulher quando ela está na cama com seu homem; pegada, desejo por todas as partes de uma fêmea, despudor, tratando-a na cama de forma contrária a que a trata fora dela, ou seja, na cama ele a faz de sua puta enquanto a chama de amor de sua vida.   Decidem se casar...   Dentro de pouco tempo vem o primeiro filho e naquela brincadeira de ensiná-lo a chamá-la de mamãe ele deixa de chamar sua fêmea de amor, de sua puta gostosa e tesuda, para então chamar de mamãe, aos poucos vai sendo exigente com coisas que não tinham muita importância, alimentação, horário de fazer as coisas, a vida vai se tornando uma rotina e a amante safada e deliciosa vai se tornando uma santa senhora aos olhos dele, aí a coisa começa a desandar na ‘santa paz do lar’, a vida vira dois infernos silenciosos habitando os pensamentos agora isolados de cada um.   Em pouco tempo ele arranja uma amante e a esposa vira ainda mais santa do lar, o sexo fica cada vez mais escasso e frio até acabar de vez.   Sem que ele perceba a ‘santa’ se sentindo desprezada como fêmea, começa a ficar outra vez mais vaidosa, mais feliz, claro, fora de casa apareceu para ela também alguém que na cama a trata-se como safada gostosa de novo e então ele descobre, a santa de repente vira a mais puta das putas e vêm às injúrias, as acusações, ela então revela que sabia desde sempre dos casos dele com fulana, sicrana e beltrana, porque razão ela não tinha os mesmos direitos?   O caos se estabelece dentro do lar sob a insígnia do ‘santo sacro casamento’, onde a natureza humana é sordidamente negligenciada, afinal somos animais, primatas, polígamos por natureza e monogâmicos por obrigação.   O homem faz da sua fêmea o que quiser, mas se a transformar em santa dá-se o início do fim de uma relação que sutilmente desce ladeira a baixo.   Quase sempre é assim que se dá, sem que percebam que se perdoarem suas ‘faltas’ se é que são faltas e se reconquistarem o casamento pode ficar ainda mais sólido, se permitindo e permitindo ao outro os prazeres da carne e as luxúrias necessárias a todo ser humano, que tenho certeza, em nada ofende a Deus, que prefere por certo que seus filhos luxuriosos permaneçam casados.


{Dorei}_Hipérion
A VERSÃO MASCULINA

Ele se apaixona pela menina mais bonita da redondeza e da quadradeza. Para ele, conquistá-la passa a ser mais um troféu que ele precisa por na prateleira. Foi criado assim, ser o macho alfa é tudo o que ele sabe fazer da vida.
Pronto, a menininha bonita e de curvas generosas está no papo, agora ele precisa comê-la para mostrar aos amigos quem é o “cara”. Pegar, beijar e desfilar já não basta. Ele precisa realmente comê-la e contar, por que só comer não basta (certos homens só gozam definitivamente quando contam aos amigos).
O que nem passa pela cabeça dele é que ela só deu mole para ele por que quem quer ser comida é ela. Homem esquece que quem decide é a mulher. Ela escolhe para quem vai dar mole, quem vai levar para a cama. Elas apenas nos deixam pensar que estamos no comando por saberem que nosso ego precisa disso.
O sexo é perfeito. Ela é a mulher da vida dele e ele é o homem da vida dela, querem estar juntos cada vez por mais tempo e casar torna-se inevitável. Dividem a mesma casa, dormem e acordam  com as mesmas contas à pagar, mas ainda têm os mesmos sonhos e isso os alimenta por mais algum tempo.
Nasce o primeiro filho e nos últimos meses de gravidez ela já não é tão dele e por incrível que pareça, há momentos em que ele sente ciúmes da pessoa que ele mais deveria amar. SEU PRÓPRIO FILHO. Afinal, sempre foi o macho alfa e nunca lhe aconteceu de competir com alguém com quem não pudesse lutar. Fica confuso pela primeira vez.
O filho nasce, a mulher torna-se mãe e ele vê todo aquele amor que era só dele, agora dividido (ele esquece que amor a gente soma e não divide), mas mesmo assim fica enternecido com a forma como ela trata ambos. Como ele ainda não percebera? Aquela mulher é uma santa.
Só pode ser isso. Não há outra definição.
Mas ele precisa é de uma puta e é só uma questão de tempo até que ele ache uma e comece tudo lá do começo. As palavras ao pé do ouvido, as desmesuradas loucuras que o tesão nos faz cometer. Depois vem mais uma e mais outra,...
Ela, acorda um belo dia, olha-se no espelho e procura aquela mulher atraente, charmosa e gostosa mesmo, que ela gostava de ser. Lá no fundinho do espelho, quase imperceptível ela vê a imagem daquela mulher. Sente saudades, sente vontades, passa as mãos pelo corpo e nota-se ainda viva, desejosa.
Pronto! Ela se redescobre, volta a amar-se e é óbvio que se o pai de seu filho não nota, há quem note.
Ele vai notar, isto é certo. Mas haverá tempo ainda de recuperar o que tornara-se passado?
Ambos terão cabeça para assumirem-se com seus instintos, vontades e urgências?
Isso depende de cada caso. Nem sempre as pessoas fazem deste limão uma limonada, a maioria prefere é refrigerante mesmo.
Por isso meu amigo(a), procure bem, em casa, o que você acha que perdeu na rua. E não espere tanto tempo não. Na verdade tente jamais perder, para não ter que procurar quando já é tarde.

E CURTA 2012 COM MUITA INTENSIDADE. 
VOCÊ MERECE!



(In)Correto

domingo, 1 de janeiro de 2012

Boas entradas!

Beijos nessas lindas bundas! muah! hehe

Noite do Branco e Preto (por Derek Dick)

Derek trabalhara duro o ano todo de 2011. Recebera com felicidade a notícia da Festa do Branco e Preto que a empresa ofereceria aos funcionários. Sem dúvida ele se achava merecedor de uma bela festa de fim de ano como recompensa pelo esforço.
Seria na semana seguinte e quem lhe trouxe o convite dentro de um envelope prateado fora a nova estagiária do RH, Letícia.
- Você vai, né? Vai ser super divertido! Ouvi falar que contrataram um DJ ótimo! Eu adoro dançar! – disse Letícia, dando uma piscadinha e deixando a o envelope sobre a mesa.
- Lógico que eu vou! Não perco festa por nada! A vida tem que ser celebrada sempre! – disse Derek sorrindo de volta.
No dia da festa Derek foi recebido com uma caipirinha na entrada da danceteria.
A maioria do pessoal da empresa já havia chegado. O som estava alto e a galera dançava animada na pista.
Derek encostou no balcão do bar e ficou conversando com um grupo de diretores de marketing enquanto tomava sua caipirinha.