sábado, 31 de dezembro de 2011

Conduzida ao subjugo

   Eles se conheceram há 18 meses, ambos casados e acima dos 40 anos.   Ele ligeiramente mais velha, mas com uma experiência de vida muito superior a dela.   Ele foi transformando-a lentamente e sem que no início ela se desse conta do que estava acontecendo, tudo o que ela sabia era que a sua personalidade forte de militar há muitos anos a seduzia e cada vez se sentia mais apaixonada e encantada por aquele homem que lhe correspondia de forma forte  e ao mesmo tempo gentil.
   Ele a transformava para si, para seu próprio prazer, não para dividi-la, era suficiente ter que dividi-la com o marido.   Teve paciência de esperar que esta transformação se desse gradualmente e que ela demonstrasse primeiro que estava desejando; esperou dela um comportamento espontâneo.   Ainda assim ele sabe que ela será subjugada, mas nunca será uma escrava; seu espírito é altivo demais, o que ela deseja é sentir que o homem que a ama é dominante, que apesar de ela ter a personalidade forte, ainda que precise sempre “chantageá-la” e usar medos que ele conhece bem, a seu favor...
   Eles se encontram mais uma vez, ele previamente já havia conseguido dela o compromisso de obediência completa por uma noite inteira.
   Ela chega até ele que a beija e fala que a ama, ela também confessa mais uma vez o seu amor por ele, mas está visivelmente nervosa por não saber o que acontecerá.   Ele torna a falar que a ama, contorna o carro, abre a porta e a convida a entrar.   No caminho ele fala como ela está bonita e do cheiro de mulher que ele sente.   De repente ele diz a ela que tire a calcinha, ponha o dedo médio na vagina e depois prove, ela obedece e ele diz que faça de novo e desta vez dê a ele para provar também.   Quando ela faz, ele comenta do sabor aprazível, isto a excita, ela agora parece menos tensa.   Chegam a um lugar escolhido por ele, que sai do carro e abre a porta para ela convidando-a a sair e entrar no ambiente.   Já lá dentro ele põe uma música e a abraça fazendo-a sentir sua ereção enquanto dançam, deixando-a ainda mais excitada, então ele segura seus cabelos negros com força, puxando-a para trás e diz: _Minha puta, cadela, está pronta para fazer o que eu mandar?   Ela sente seu sangue ferver, mas ele não a deixa esquecer que se comprometeu e sabe o quanto não faltar com a palavra dada é importante para ela.   Ela sinaliza com a cabeça que sim,  mas ele diz não ter ouvido nada: “Sim, estou”, diz ela, mas seu olhar é incisivo na direção dele e por dentro ela sente, pensa que jamais será sua escrava (ledo engano, ela sabe hoje, depois de 3 anos desta data).   Ele lhe dá um tapa no rosto e diz que enquanto não baixar seu olhar será esbofeteada.
   Ele abre sua valise e tira dela uma faixa negra, ela se pergunta para que aquilo, mas antes que tenha tempo de adivinhar ele venda seus olhos e logo diz que ela se tire sua roupa, o que ela faz meio desajeitada por não poder ver, depois de completamente nua ela sente as mãos dele tocando seu corpo em pontos isolados, primeiro ele toca seus mamilos já eriçados de frio e excitação que o medo estava lhe causando, em seguida por vários pontos e ela fica tentando adivinhar onde ele está e o que faz quando algo corta o ar para em seguida estalar em sua pele, ela não sabe o que é, mas lhe parece um chicote ou um sinto, suas mãos tentam impedir os golpes sem sucesso quando ele pergunta: _Sabe por que estás apanhando, vadia?   “Não”; diz ela com voz alterada e muito nervosa.   _Porque ainda não entendestes que hoje serás minha cadela e a quero de quatro no chão!
   Ele sabe que aquilo a faria sentir-se humilhada a princípio, mas com o tempo ela viria a gostar, ela chora, mas se vê sem saída e obedece, mas ele volta a açoitá-la (açoites leves, que só deixavam a pele avermelhada, sem hematomas) e pergunta o que ela está esperando ara seguir a voz de seu homem e lambê-lo como uma cadela no cio.   Ela está consumida por um misto de humilhação e raiva que inexplicavelmente a excita, o segue pelo som da voz, já que não pode ver e busca as coxas dele lambendo-as, o cheiro do sexo dele invade suas narinas e contra tudo que ela pensa, sente os músculos do seu sexo começar a se contrair, porque como sempre o cheiro dele mexe com a fêmea apaixonada que ela é por aquele homem; entretanto seu orgulho não a deixa dizer, o que é completamente inútil, pois ele sempre soube desta sua fraqueza.
   Novamente as mãos dele seguram-lhe os cabelos puxando-os e a fazendo erguer o olhar em sua direção e diz a ela: Implora para chupar o pau de teu Dono, cadela, mas direito, porque eu ainda não sei se deixo, você é muito desobediente!
_Por favor, meu Dono, deixe-me chupá-lo.
   Novamente ela sente um tapa em seu rosto e ele dizendo que não está bom e que não o satisfez, ao que ela torna a dizer: _Por favor, meu Amo e Senhor, deixe-me chupar teu pau, quero muito sentir o gosto dele em minha boca!
   Ele preenche-lhe a boca com seu falo latejante e cheio de tesão de ver aquela mulher, a sua mulher fazer o que ele há muito esperava, pega seus cabelos e penetra sua boca com volúpia, depois a leva para a cama e ordena que se exiba para ele, que exiba suas intimidades, que exponha os seios, o sexo, que peça para ter a xoxota sugada.   Brinca um pouco com o corpo e o sexo dela, deixando-a louca e de assalto ele a apanha pelos pulsos erguendo-os acima de sua cabeça prendendo-os e deixando-a de pé de frente para a a parede que ela ainda não pode ver.   O medo torna a tomar conta de seu coração, agora ela também estava imobilizada, presa não somente pelo compromisso da palavra empenhada, mas completamente indefesa.   Ele volta a açoitá-la, fazendo-a lembrar dos poemas de Castro Alves que lera, claro que sem a força e veracidade dos mesmos, mas apenas para fustigar levemente sua pele, fazendo-a aquecer, o que para ela tinha um outro efeito, parecia muito real.  Ele torna a perguntar se ela será obediente e ela vencida pelo desespero, medo do desconhecido e também pelo desejo inconsciente de  viver aquilo, diz que sim.
   _Agora implore para teu Dono chupar tua xoxotinha, minha putinha linda, confessa que você só se realiza com meu membro dentro dos teus orifícios, minha vadia, minha puta, SÒ MINHA!   Voce já entendeu que sou teu Dono e quero que se comporte como minha propriedade, vadia?  
   Quase sem voz ela diz que sim e começa a implorar pelos carinhos dele em sua vagina, pedindo que a sugue.   Deslizando os dedos pelo corpo dela, ele finalmente começa a brincar com seus lábios vaginais totalmente livres dos pêlos pubianos como ele fazia questão que ela sempre estivesse para ele.   Sem muita demora ele desce e começa a passar a língua, brincar e sugar o sexo dela que está totalmente molhado apesar dos sentimentos controversos que a invadem; logo ela tem um orgasmo alucinante entregando a ele seus sucos vaginais. 
   Ele então a livra das cordas e das vendas a leva para cama outra vez e a penetra fazendo-a queimar de tesão, ela se mexe e contorne sob o corpo dele, os músculos da xoxota comprimem e parecem sugar o membro dele, que agora a chama de sua putinha e sua amada, muda-a de posição várias vezes e a faz gozar outras tantas vezes, para tira o pau de dentro dela, fazendo-a provar o próprio gosto e provando-o também dos lábios dela, para então voltar a penetrá-la e jorrar seu sêmem afinal.
   Não demora muito e ele está aceso outra vez, coloca-a de quatro na beira da cama e diz para ela oferecer a ele seu cuzinho pedindo que a penetre, ela não se faz de rogada, ele a segura pelos cabelos como se fossem a crina de uma égua domada e se delicia com seus gritos de dor que logo viram gemidos de prazer.
  Se toca enquanto ele a fode por trás e tem outros orgasmos tão deliciosos quanto os primeiros, para logo sentir ele pulsando em suas entranhas num orgasmo intenso.   Neste momento ela sente-se feliz e mais dele do que nunca, quase pressente o que viria e que sim, seria dele. 
   Se abraçam exaustos e ela adormece ouvindo as palavras ternas que falam do amor que ele sente por ela.

Dorei Fobofílica





OBS.: Este conto foi escrito e editado por mim no início de 2009 em sites de contos diversos, antes assinando como Pétala  do Kadu, este é o mesmo Hipérion de hoje.  Modifiquei o conto agora em alguns poucos detalhes.



sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Na imensidão. (por LadySiri)



Apesar da imensidão da floresta,

o aroma familiar os atrai sorrateiramente.

O reconhecido cheiro de presa e predador traz à tona os desejos mais ardentes.

Lentamente os instintos vão dominando o pensamento,

Tirando-lhe a concentração, fazendo-a se perder em devaneios




O som daquela voz pausada ecoa em sua mente

Ela foi deixando se levar pelo gingado dele que ficava ainda mais intenso ao som sedutor da guitarra de Jeff Beck  (Dê o play e vem comigo)


A lembrança viva daquele jeito de falar, a entonação e o sotaque peculiar e sensual

Fazem-na estremecer

Ah, como ela queria ouvir aquela voz em seu ouvido

Sentindo, em cada balbucio, o calor da respiração dele em seu pescoço.

A alma torpe.

O corpo sendo invadido por lentas ondas mornas, feito o mar num fim de tarde de verão.

A pequena boca de lábios carnudos profere palavras rudes, obscenidades,

Que se transformam em poesia erótica

Recitadas num ritmo suave e lento ao mesmo tempo firme e imperioso.

A imagem daquele rosto másculo, impassível, de quem sabe exatamente o que quer

Como o Lobo que observa sua presa, sem pressa, meticuloso
Conduzindo passo a passo sua caçada,

Ele brinca com seus sentidos, torturando-a de desejo.

Ela arde no fogo brando que ele alimenta devagar.

Intumescida e inundada pela seiva da vida

Seu corpo se apodera do seu ser, ela já não pensa

Está totalmente entregue aos domínios daquela voz

Que resoluta e ousadamente lhe ordena toques de carinhos íntimos

E ela obedece sôfrega, aos seus comandos.

Sente-se possuída pelo instinto daquele animal

Que avança calmo e decidido.

Perito em sua arte, está seguro,

pois sabe que já a capturou em sua boca sedenta.
Ele só quer degustar o prazer da fêmea

Se deleita ao vê-la entregue aos seus caprichos

O som levemente agudo e rouco dos gemidos dela, suplicam pela satisfação,

atiçando ainda mais a sua fome animal e feroz.

Ele quer vê-la em meio ao desespero cego do desejo, gritar, implorar pelo golpe final.

Observa com seu olhar sacana aquele corpo de mulher tomado pelos espasmos de prazer intenso.

E nesse mesmo instante, é ele também abatido pelo próprio desejo.

Ela está extasiada em suas próprias lembranças.

Abre seus olhos lentamente, ainda ofegante, levanta-se para se recompor.

Segura-se no espaldar da cadeira para garantir que suas pernas ainda trêmulas não a deixe cair enquanto se veste.

Então, satisfeita ela volta aos seus afazeres.











Que venha 2012! Um novo ano, novas oportunidades! 
Mais uma vez temos a chance de iniciar, fazer, recomeçar, refazer, rever, 
enfim, viver este novo momento! 
Que o tempo sagrado que nos espera seja vivido com sapiência, fruto de escolhas mais acertadas, decorrência de nossas experiências. 
Afinal, o tempo passado não nos traz somente perdas! 
Que sejamos mais generosos com a gente mesmo, menos exigentes ou críticos com nossas limitações, e que assim,  possamos caminhar com mais leveza! 
Queridos amigos, Feliz Ano Novo!


quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Na cozinha...

Fim de semana terminando e como num típico final de domingo, estamos, meu namorado e eu, na casa da minha mãe para o jantar.
Jantar, sobremesa, conversa e ela (mãe) decidiu ir ver TV no quarto. 
Sozinhos, enfim, começamos a pegação de sempre... Mãos, bocas, sussurros... Até que chegou ao ponto em que isso não era suficiente...

Resolvemos parar um pouco para aliviar o desejo, afinal ela poderia aparecer a qualquer momento.

Fui para a cozinha, abri a geladeira e deixei o ar gelado me tocar, precisava baixar minha temperatura que a essa altura estava no limite do suportável. Meu corpo ansiava pelo corpo dele, sentia entre as pernas a pulsação do desejo reprimido... Minha respiração não se regularizava.

Antes de fechar a porta, senti seus braços me envolverem e um sussurro no meu ouvido “não estava aguentando ficar lá sozinho...” sua respiração tocando o meu pescoço, seu corpo encaixado no meu e suas mãos percorrendo das minhas coxas até meus seios foi o suficiente! Não consegui mais suportar aquela tortura e entreguei-me ao desejo de me perder nos seus braços.

Seu beijo, como sempre, deixou minhas pernas moles e tive que me apoiar em seu pescoço para não cair. Ele logo percebeu meu desequilíbrio e me segurou pela cintura, meus pés quase não tocavam mais o chão... E assim, ele me prendeu entre a parede e seu corpo.

Senti sua pulsação quando ele encaixou suas pernas nas minhas. Conhecia aquele ritmo, sabia como fazer para acalmá-lo... Então, sem pensar muito, levei minhas mãos até o ziper de sua calça, abri e me abaixei... quando percebi, estava sentindo aquela pulsação em minha boca.

Lembro que pensei rapidamente... “Ai! O que estou fazendo? E se ela aparecer...?”

Mas alguma coisa se acendeu dentro de mim, percebi que aquela situação de ser pega me deixava ainda mais voraz e comecei a aumentar o ritmo... Nesse momento ele me puxou e ainda sussurrando disse: “Você não vai me deixar sentir isso sozinho! Quero ouvir você gemer!”

Então, me carregou e me colocou em cima do balcão da pia, que era alto e o deixava numa posição perfeita. Arrancou minha calcinha, que a essa altura estava encharcada, e me segurou pelo quadril. O enlacei com minhas pernas... Lembro que ainda falei: “isso é uma loucura é melhor pararmos, ela pode vir para cá a qualquer momento!” Mas só ouvir, um segundo antes de senti-lo dentro de mim, “Fala que não tá gostando disso... Fala...”

Claro que a única resposta que pude dar foi um gemido, abafado pela sua boca...

Entramos num ritmo frenético, eu rebolando e ele me puxando pelo quadril, sua boca tapando a minha... Ele sabia que se soltasse meus gemidos chamariam a atenção até dos vizinhos... Mas, por um instante, ele tira sua boca da minha e sussurra no meu ouvido: “Vai linda, goza pra mim... Quero ver vc gozar bem gostoso...”


Pronto! Era só o que faltava para que eu explodisse... O gozo veio numa intensidade tão forte que por um instante achei que iria desfalecer... Meu corpo não tinha mais vontade própria, fiquei sem resistência meus braços caíram e por alguns segundos não consegui me mover, era como se eu estivesse saído do meu corpo... Estava tão absorta no meu gozo que nem percebi que ele gozava também...

Depois de uns minutos, abraçados aproveitando o restinho daquela maravilhosa sensação, ouvimos um barulho vindo da sala. Recompomos-nos rapidamente, mas não apareceu ninguém na cozinha! Saí de lá com um sorriso nos lábios e um olhar brilhante de quem tinha descoberto que o perigo pode ser um combustível muito interessante...


Queridos, 2011 está chegando ao fim e o que mais posso desejar para o ano que se aproxima que não seja paz, amor e muuuuitooo sexo? Que em 2012 todos os nossos desejos de realizem regados de muito prazer!


Beijo quente da Fênix...

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Um Conto de Safada (Por Loirinha)

Era uma vez uma garota que vivia em um mundo de fantasias a serem realizadas...
Ela não teve paciência de esperar que um príncipe chegasse para realizar seu desejo maior .... Se tornar MULHER... E antes mesmo que menstruasse pela primeira vez, não agüentando mais a curiosidade de sentir aquela xaninha que era seu alvo de distração todas as noites sozinha invadida por uma pica de verdade.... E  ela decide que “resolveria” esta urgência na noite do baile que se aproximava. Seria naquele carnaval que ela se “diria mulher”... Enquanto vestia sua linda fantasia , dizia para sua SAfada amiga : “Hoje vou dar para o primeiro que aparecer!”... E antes que o baile terminasse, ela não havia perdido seu lindo sapatinho, e sim sua virgindade. Mas que tolice....
Acreditar que ter dado pela primeira vez a tornasse MULHER, mas pelo menos ela se sentia muito bem em ter tido sua primeira experiência sexual....
E o tempo passava, e ela beijou ( e trepou) com muitos príncipes que viraram sapos, muitos sapos, que continuaram sapos, e até já beijava pererecas, buscando sempre “se sentir mulher”.Neste reino, uma garota que tivesse este tipo de comportamento recebia um curioso título... GALINHA ... Mas ela não se incomodava com títulos adquiridos, e continuava a realizar suas fantasias ...Sem se permitir viver um relacionamento que “a prendesse”, Até que conhece um homem, bem mais velho que ela, e sem que ela percebesse, a cada vez que saiam, estava mais e mais envolvida... Mas ela tentava resistir aquele homem, mas ele a encantara como nunca nenhum outro havia encantado... Ele  ia trazendo a “MULHER” que ela tanto queria SER a cada dia, e quando ela se sentiu totalmente apaixonada por aquele homem (ou príncipe?..), uma sensação até então desconhecida a ela a tomou... A vontade de ser só dele. Então ela não desejava sair com mais ninguém que não fosse ele... O tempo foi passando, e um belo dia (ou nem tão belo assim), ela descobre que seu príncipe, estava saindo com uma amiga sua também. A mocinha chorou, sentiu amargos sabores , e se sentiu uma idiota por ter sido “fiel “ aquele homem por tanto tempo, contrariando todos os seus instintos de liberdade, mas ainda assim, sabia que aquele amargo gosto estava incluído no “SER MULHER’.... Naquele reino, as moças já eram criadas sabendo que um dia passariam por isso , cedo ou tarde, mas para ela, isso poderia ser diferente....
E foi quando ela resolveu dividir aquele SEU príncipe com a “OUTRA”.
Mas com uma condição, ela seria A AMANTE dele, e a “outra” não poderia nem desconfiar que eles tinham um caso. Nesta fase, ela saía também com quem quisesse, e isso a deixava numa posição deliciosamente adequada. Anos se passaram, e a “outra” engravidou, e o príncipe casou-se, mas isso não modificou muito a rotina deles, apenas os horários dos encontros havia mudado... Anos se passam, e o príncipe a cada dia se queixava mais e mais de sua vida de casado, mas também não se esforçava para mudar aquela situação alegando sempre os filhos pequenos serem o motivo de manter o casamento.(Mas isso é outro tipo de Conto... o da “Carochinha”... rs), mas ela nem queria mesmo que ele se separasse, afinal, sendo ele casado, ela não “deveria “ nenhuma exclusividade ao seu príncipe. E assim, continuava vivendo com liberdade de realizar suas fantasias com quem quisesse. Mas depois de tanto tempo(anos), o príncipe se sentia cada vez mais insatisfeito com aquela situação, as aventuras da mocinha , e a Bruxa (como ele chamava a “outra”), e ela que nem acreditava em bruxas, mas que elas existiam... rsrs Ahhh teria que existir... rs Em qualquer conto... ou canto... Sempre haveria uma bruxa que não satisfizesse um príncipe por aí... Mas enfim... O príncipe num lapso de surto, conta a bruxa sobre a moça... E a bruxa furiosa, vem ao encontro da moça despejando toda sua fúria e profetiza uma frase .... “Um dia, você terá um marido, e ele a pegará na cama com outro...  e todo o mundo saberá a SAFADA que você é !”.
A bruxa se separou do príncipe, mas a mocinha não o queria como marido, e nunca o quis. E ele então se tornou apenas mais um dos homens com quem ela saia...
E assim se passaram quase 15 anos... E a mocinha, já se sentia uma MULHER ... Vivida, experiente, que achava saber o que quer, até que em uma noite, num barzinho  conhece um belo e Manso jovem (mais jovem que ela) e na mesma noite diz a  amiga que estava com ela : “Vou me casar com este homem, e viver UMA VIDA com ele “. A amiga diz a mocinha que ela já deveria ter bebido demais, mas ela SABIA o que estava dizendo...
A primeira noite deles, não poderia ser “convencional”, afinal, quase nada na história desta mocinha poderia ser... E ela o pega de jeito no apartamento de uma amiga deles, numa noite após terem bebido um pouco além da conta, durante uma reunião neste apto, e o joga numa cama, abocanhando sua pica, e dando a ele a noite de sexo mais “selvagem” que até então tivesse tido. O dominando o tempo todo totalmente. Passaram-se 3 meses, e estavam casados, e passados alguns anos que se cumpre a “profecia” da Bruxa ... E lá estava ela, com outro na cama, e seu marido a vendo... Só que com o pau latejando de tesão, e também acertou a Bruxa em dizer que um dia saberiam a SAFADA que ela é! Mas o que a Bruxa também não previu, foi que a mocinha mesma fez questão de CONTAR para todo mundo.... E no encantado reino da mocinha e seus príncipes, sempre foram felizes para sempre .... Para sempre em que estivessem juntos, ou para sempre que ela encontrasse outros sapos, pererecas ou príncipes pelos caminhos... Do reino onde as fantasias TEM QUE SER SEMPRE REALIZADAS....
(Este é mais um CONTO DE SAFADA da vida real, de uma mocinha conhecida hoje como Loirinha Safada ...ops.. rs Loirinha Ksada!!!).

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Como Naquele Filme...



Viro a página e lá está a foto... As palavras trazem à tona, uma história de paixão, tesão e responsabilidades...
Uma mulher madura, que se apaixona por um rapaz mais novo e, que ao conhecê-la intimamente, cai de amor por ela...
Une-se a experiência, com a virilidade... O fôlego do moço, com a maturidade de uma mulher.
Enfrentam preconceitos... Aprendem juntos, a respeitar um ao outro...

Ela conhece Pearl Jam, Red Hot Chili Peppers, O Rappa, entre outros... Ele passa a ouvir Zeca Baleiro, Elvis Presley, Marisa Monte e muito mais... Talvez não gostem tanto, um do gosto do outro, mas respeitam-se e é assim que se constrói um relacionamento bem embasado...

Ela, divorciada, com um filho adulto... Ele, quase virgem...
Ele no primeiro emprego... Ela exercendo vários, ao mesmo tempo...

E a paixão crescendo... O carinho e as responsabilidades, também...

Ela adoece... Perde clientes, cartão de crédito e todas as mordomias e economias que tinha. Ele começa a sustentá-la, mesmo ganhando muito pouco.

O tesão continua... A paixão solidifica e vira amor... As turbulências são enfrentadas...
Um namoro invejado, copiado e observado, traz uma novo momento...
  Uma vida cheia de dificuldades, mas trilhada com alegrias, serve como um bom exemplo e provoca curiosidades... A sua história é agora dividida, num grupo de terapia, organizado por uma psicóloga.

E, uma ideia boa, sempre que possível, deve ser divulgada... O grupo gosta e pratica as dicas da Terapeuta e espalha a outras pessoas... E ela  passa a dar palestras para mulheres e casais... (de graça)

Não deixar o fogo apagar... Enfrentar e não fugir... Usar a criatividade, todos os dias... Eis o que há de mais difícil e, também, mais engrandecedor, que se pode fazer... E, poucos o fazem... E, poucos persistem... E, poucos vencem...

Sei que quem aprecia este blog, quer saber de ler sobre sexo. De todas as formas, estilos e gostos... Também  gosto muito do assunto. Mas, antes de continuar a incitá-los, quero bater um papo mais brando e, não menos interessante, sobre relacionamento...

É muito fácil, ficar eufórico com uma situação nova. Conhecer alguém, imaginar seu toque, seus beijos, seu corpo e toda a quela magia, que há em torno de uma novidade... O que eu quero ver, é como casais, há anos juntos, renovam seu relacionamento, enfrentam problemas, dificuldades e a triste rotina de quem não tem a sorte, ou garras para conquistar uma situação financeira excelente e mesmo assim, manter acesa a chama!!!

Não quero contar uma história triste. Ao contrário, quero falar de uma história de aprendizado...

Eu olho para aquele corpo, deitado em minha cama e ainda o desejo, como na primeira vez... E ele, mostra toda sua volúpia, toda vez que me vê tirando a roupa, ou quando estamos cuidando da casa juntos, com pouca roupa e muito atrevimento... Aliás, estamos sempre nos apreciando e nos querendo...

Quando escrevo um conto, quero apenas que aproveitem a história e façam algo parecido... É altamente gratificante, quando leio os comentários dizendo que adoraram a ideia e vão tentar fazer algo  do gênero... Isso me dá a certeza, do dever cumprido... 

Escrever e ler, assuntos relacionados a sexo, melhoram nossa libido... O que eu sinto, é que quem lê são os bem resolvidos e quem não gosta de ler, geralmente, é 
quem, de verdade precisaria... 

Existem muitos conceitos e preconceitos... Eu só sei, que meu único objetivo é ser feliz... Leio, escrevo e converso com pessoas que querem dividir seus conhecimentos, suas histórias de amor, tesão, superação e muita criatividade... E, gosto por demais do assunto e das pessoas que gostam dele, da mesma maneira que eu: Por paixão, prazer e amor...

Toda vida daria um filme... Uma comédia, uma tragédia, um drama, um exemplo a ser seguido, um erótico altamente excitante... Seja qual for, que seja divertido, gostoso e que tenha um final feliz... 

(Capaz, que a romântica, não terminaria assim, seu post de hoje... Romantizando o sexo...rs)




















segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Chapeuzinho Vermelho Incorreta


O Lobo Mau, certa feita fez amizade com um Urso Bonzinho. Ambos sentiam fome e sede e a floresta não os saciava mais.
                Eis que um dia surge bela e curiosa, a Chapeuzinho Vermelho, andando pela floresta em busca do caminho mais curto para a casa da Vovó. Além de bela era acomodada esta menina e ouvira falar de uns tais de prazeres carnais que, até então soavam em seus ouvidos como um bom e convidativo churrasco a gaúcha.
                Não muito obstante a todo este cenário pecaminoso, o lenhador e a vovó, entreveravam-se entre quatro paredes a saciar suas taras, coisa que o livro original jamais ousaria descrever, até por que poderia haver crianças a lerem-no.
                Então, em dado momento os caminhos se cruzam e o seguinte diálogo foi registrado:
— Seu Lobo, que boca grande você tem!
— É prá melhor te comer Chapeuzinho.
— E você, seu Urso, que língua enorme!
— É prá melhor sorver teu mel Chapeuzinho.
                Diz a estória que ela não tentou correr não. Muito pelo contrário, entregou-se a volúpia de seus dois predadores e, ao invés de ser sucumbida por ambos. Deu-lhes uma sova.
Os dois garanhões, agora extasiados e jogados ao chão, ainda deliravam pelo acontecido.
                A Chapeuzinho, por sua vez, instigava-os à novos ataques. Em vão, a coitadinha saciada e persistente, encaminhou-se à casa da vovó, retomando seu caminho e, chegando a tempo de ver sua tão adorada e idolatrada anciã, em trajes menores e com a boca na botija, ou melhor, no cabo do machado do lenhador.
                Ela não se fez de rogada e foi auxiliar sua amada vovó em tarefa tão árdua e alimentou-se fartamente. Afinal, a pouco tempo havia exaurido-se em suas energias, ao contentar o Lobo e o Urso.
                Amanhã, ela faria novamente o mesmo trajeto e, com sorte, o cenário repetir-se-ia, para seu deleite e esmero. Já que decidira tornar-se perita nesta coisa de prazeres da carne.
                Essa Chapeuzinho ainda seria famosa, mas até então, sequer desconfiava de seu futuro glorioso.




-x-x-

A Chapeuzinho moderna ou é balzaquiana ou Loba decidida (dificilmente é insegura ou sai insatisfeita). Sabe o que quer, quando e como quer, veste-se para o crime e caça sua presa. Não se abala por pouca coisa. Deseja, inclusive outra mulher e, apesar de tão versátil, é meiga, companheira, adorável e extremamente sensual. Faz-se de vítima quando convém e adora deixar seu macho pensar que está no controle. Ela se diverte com isso e literalmente caça e abate lobos, ursos e lenhadores,...
                






E depois vamos combinar né gente, tá faltando lobo no mercado,... kkkkkkkkk



No ano que vem quero todos aqui navegando novamente lado a lado. Sem frescuras, discriminações ou qualquer tipo de preconceito.
Este IN_ deseja à todos boas "entradas" e um 2012 do tamanho exato de seus sonhos, desejos e fantasias. 
Tire do armário aquela loucurinha não realizada e prometa-se e comprometa-se com você mesmo(a) a realizá-la no ano vindouro.

Afinal, você merece muito tudo isso!

domingo, 25 de dezembro de 2011

Um feliz natal d'O Rapaz!

FELIZ NATAL!... e boas aventuras ;)

Um Natal Diferente

Derek adorava a época do Natal. Desde pequeno adorava o clima leve e cheio de esperanças e renovações que esta época trazia.
Nos últimos 3 anos tinha se dedicado a servir de Papai Noel como voluntário em um hospital para alegrar as crianças internadas e na última semana tinha sido abordado por uma linda mulher que buscava um Papai Noel para uma festa.
Derek tentou explicar que não atuava profissionalmente mas a mulher pediu com um sorriso tão gostoso que ele acabou por aceitar.
- Aqui está o endereço. Procure por mim, me chamo Linda Fênix. Acerto seu cachê no dia.
Aquela semana passou rapidamente e Derek chegou ao apartamento na hora marcada, já trajando sua roupa natalina. Por causa do calor suava bastante, mas foi depois de adentrar a grande sala do apartamento e ver os convidados, que sentiu a temperatura aumentar demasiadamente.

Uma aula Especial



Eu dava um curso em uma escola particular, e tinha uma aluna que era meio rebelde na sala, mas na minha aula era uma graça, geralmente as portas de uma sala pra outra não ficam alinhadas na frente de outra, mas no meu caso sim, pois fizeram um banheiro pra deficiente no fundo do corredor que tiveram que posicionar a porta da outra sala na frente da minha, durante um horário devido, a professora de Massoterapia  dava aula de frente pra minha porta, que me deixava intrigada pois, as vezes dava umas  risadinhas e não dizia uma só palavra.

No intervalo fiquei sozinha com ela na sala dos professores e perguntei porque ela ria, ela disse que eu era muito distraída e não percebia como a minha aluna me olhava com cara de safada. E que minha aula era a única que essa menina se comportava.
Fiquei sem jeito, mas comecei a perceber, até que um dia essa menina resolver sentar a frente da minha mesa. Por incrível que pareça, nunca conseguia me concentrar direito com aquela menina na sala me comendo com os olhos, mas mesmo assim não tive coragem de ficar com ela.
Quando tive uma oportunidade fui conversar com a outra professora a respeito, ela me surpreendeu dizendo: _ eu não pensaria duas vezes, gata e safada daquele jeito até eu pegava.
Fiquei surpresa com que ouvi, nem me passava pela cabeça fazer burrada com aluna e nunca imaginei que a outra professora saia com mulher assim como eu!
Ela disse calma aí eu gosto de homem, mas pra ela e pra vc eu abriria uma exceção, e como abriria!
Respondi, pronto agora que não consigo dar aula mesmo!
Ela deu um sorriso, e o sinal bateu. Peguei um café e saí da sala totalmente sem graça.
Fiquei um tempo sem ter oportunidade de ficar sozinha com ela, a gente trocava olhares direto, era uma tortura uma dentro da sala e outra fora dela, ambas me comendo com os olhos.

Depois de certo tempo acho que a aluna desistiu, e dentro da sala ela me olhava daquele jeito com menor freqüência.

As segundas feiras eu só dava uma aula, no finalzinho da tarde, era o dia que a outra professora não trabalhava, mas quando eu estava indo embora eu ouvi a voz dela na sala da diretoria, achei estranho e fiquei curiosa, fui até lá,  ela me viu e deu um sorriso dizendo já estou indo, se despediu da diretora e veio em minha direção, com um sorriso no rosto e disse oi, está pronta, to de saída te dou uma carona, passando por mim rebolando mais que o normal.
Pensei ui!
E saí sem se despedir de ninguém, só escutei a diretora gritando tchau né?
Voltei rapidinho pra sala dela meio sem graça e disse tchau Marcia, até amanhã, ela responde; nesse sábado vc não dá aula lembra?
Então até segunda, e bom fim de semana.
Segui minha colega de trabalho até o carro dela que já estava ligado, entrei e ela falou quer ir pra onde?
Respondi, pra onde vc quiser me levar.
Ela seguiu sentido centro, e eu não disse uma só palavra.
Ela perguntou gosta da Raposo?
Respondi rindo acho que já fui a todos, apenas antes de vc escolher quero dar uma paradinha no mercado ou loja de conveniencia.
Seguimos mais um pouco e ela estacionou o carro, ela ia descendo, eu falei não, fica aqui que eu já volto, é surpresa, não demoro.
Ela adorou a novidade, e esperou numa boa, e eu voltei com sacolas cheias de coisas que a deixaram curiosa, mas não disse uma palavra sobre o assunto, como não sei o que ela gostava então comprei várias coisas pra não ter falha.

Enfim chegamos no Motel, mal fechou a porta da garagem eu pulei pro banco dela sentei no seu colo, a beijei e comecei a tirar a blusa dela, nos levantamos, e começamos a nos despir pela garagem, espalhando roupa pra todo lado até a entrada do quarto, era peça pra todo lado, enquanto ela abria a porta eu estava por grudada por trás dela lambendo seu pescoço e acariciando seus seios, ela aos gemidos vira e nos beijamos outra vez andando direto pra cama,deitei sobre ela e a penetrei fortemente com meus dedos, fazendo com que ela gemesse bem gostoso,  desci até seu sexo e chupei seu grelinho enquanto a penetrava sem parar até que ela explodiu gritando durante o gozo.

Eu morria de tesão mas, mesmo assim hesitei e disse: as sacolas ficaram no carro! E fui buscar, ela esperou deitadinha com uma cara de safada!

Peguei tudo e subi, entro no quarto e lá estava ela, morena e gostosa prontinha pra mim outra vez, então pedi pra ela fechar os olhos, ela obedeceu numa boa, peguei uma cobertura de caramelo e comecei a despejar sobre os seios dela e lamber, cada vez que eu lambia e a beijava, a fazia gemer, a cada beijo e a cada lambida, e assim fui seguindo chupando ela todinha e espalhando a calda pelo corpo gostoso todinho entregue pra mim, fui descendo a língua pelo corpo dela lambendo até seu grelo quente cheio de tesão, onde passei a língua de forma bem suave, ela abre mais as pernas como um convite oferecendo sua orquídea linda e eu não hesitei enchi minha boca, ela estava muito quente e molhada, continuei sugando-a todinha e penetrei dois dedos a fazendo gemer mais e mais, aumentando a pressão até ela gozar outra vez,  e não parei. 


Dessa  vez disse que eu só pararia se ela me pedisse, implorarasse pra parar, ela não pediu e eu só parei após ouvir os gritos dela gozando novamente e tremendo na cama, parei e olhei pra ela que me diz em voz rouca: nossa como vc faz gostoso! Desse jeito vou morrer aqui professora.

Eu respondi claro que não professora quero vc vivinha pra te chupar todinha de novo!

Deitei ao lado dela e nos beijamos com mais calma, então ela se levanta e vê as outras coisas que eu tinha comprado, viu um pote de cereja em calda e pegou, abriu e veio em minha direção, com uma na boca e me beijou, o pote caiu e rimos, deixamos pra lá e começamos a se devorar como loucas ela enfiou a mão entre minhas pernas e penetrou com tudo me fazendo gemer aos gritos, expulsei o dedo dela de dentro de mim quando gozei e ela me olhou meio intrigada, mas gostou e me penetrou outra vez mantendo sua mão mais firme que antes para eu não expulsa-la novamente me fazendo gozar por várias vezes, até a gente desabar.



Duas professoras em plena reunião carnal durante aquela finalzinho de tarde toda...

Ela me deixou na porta de casa e foi embora dizendo até a próxima, e bom fim de semana, segunda feira a gente conversa melhor, ela saiu e pude ver minha vizinha olhando curiosa como sempre, entrei em casa cantarolando mal podendo subir as escadas com as pernas bambas...


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Meus Queridos Amigos e Leitores da Nau, desejo a todos vcs um Natal delicioso, cheio de alegrias, de paz e muitOooooo amor

Feliz Natal a Todos

Beijos carinhosos

Deh

sábado, 24 de dezembro de 2011

Descoberta da submissão.


   Pretendia dizer como é para uma mulher se descobrir submissa, mas percebi, depois de conversar com muitas amigas subs, que para mim foi muito diferente, claro, se aceitar assim foi complexo para mim também, mas o processo foi bem diferente.   Por isto, não podendo falar de forma tão generalizada, vou falar como foi para mim.
   Eu não ME descobri submissa, acho que porque eu era totalmente alienada do mundo BDSM, nem sabia que existia isso até dezembro de 2008, sei que para quem me lê pode ser surpreendente saber que descobri este mundo há tão pouco tempo, mas eu devorei tudo o que havia disponível para aprender. 
   Conheci meu Dono em julho de 2007, mas durante 18 meses nós tivemos uma relação baunilha (baunilha é aquilo que não é BDSM), ele logo percebeu minha tendência, mas seria para ele também a primeira vez, embora conhecesse e desejasse há décadas, então ele foi fazendo comigo pequenos testes sem que eu soubesse.   Tudo era muito difícil porque tenho uma personalidade forte, difícil de ser subjugada, mas enquanto fêmea, e para o meu homem, sou submissa, fora disso sou educada, mas não aceito comando.   Esse assunto de submissa de alma...   Não sei o que isto quer dizer, a partir do momento que entendo que todos nós temos dois lados, yin/yang, ninguém é totalmente servil em todos os aspectos da vida e eu também não, aliás, sou bem cabeçuda até, se não me convencem...   E não basta dizer que é, tem que me explicar porque é.
   Ele me dava pequenas ordens que nunca se repetiam, não viravam rotina: Ir com aquele vestido rosa, só porque ele queria, sem calcinha, sem maiores explicações, isto e aquilo...  A coisa foi ficando mais intrigante, os comandos mais ousados à medida que com o tempo eu me tornava mais suscetível a ele.  Então vieram os contos levemente sadomasoquistas escritos por ele mesmo, para despertar o que eu já sentia com maior intensidade, mas ainda não era algo claro.   Até que certo dia eu escrevi um dos inúmeros e-mail falando do que eu sentia e nele eu disse: “sou tua escrava...”, mas isto era meramente figurativo, para expressar um sentimento que se passava no coração e eu não sabia explicar, mas foi a deixa para ele entrar no assunto de maneira mais incisiva.   Confesso que me encantei, afinal, 18 meses de preparação suave não dá para deixar ninguém chocado, a confiança há muito estava estabelecida, jamais houve mentiras entre nós, o que é fundamental. 
   Mas depois de uns dois meses eu estava num total conflito, eu já tinha caído na realidade do que realmente significava ser uma submissa, de estar ao dispor da vontade do outro, de não decidir as coisas, etc...   Mesmo assim não posso dizer que foi uma fase terrível, haviam conflitos de sobre o que seria certo ou não aos olhos de Deus e um monte de coisas do gênero que se passam no coração de quem tem fé.   Por isto eu vivi o conflito, não exatamente por me descobrir uma fêmea submissa ao meu homem, mas por causa de idéias religiosas, porque eu achava absurdo, coisa de gente que não prima pela inteligência.   Só rindo...  Como a gente muda e descobre o quanto éramos tolos...
   Devido a minha transição ter sido muito suave, por ele ter notado e instigado isto com suavidade, eu não sei dizer o que é SE descobrir submissa, imagino que deve ser meio chocante, mas eu não passei por isto, felizmente tive a sorte de encontrar uma pessoa que soube fazer com que as coisas para mim fossem quase sempre encantadoras, sempre suaves  e não uma experiência traumática.   O que aliás, acho que deveria ser para todas.
   Por outro lado sei que na maioria dos casos não é assim que acontece, que é difícil demais e as pessoas entram nos chats a procura de informação, ledo engano, ali o que quase sempre vão achar são ‘abutres’ ávidos por carne fresca, claro que existem exceções, que às vezes aparece alguém que vale a pena, mas se as submissas conversassem entre si e essas conversas não fosse fúteis, se quisessem passar alguma informação relevante para as que estão chegando, seria muito útil, até mesmo para quem só esta curioso, embora eu pense que a curiosidade com a busca já é um sinal, não gosto dos rótulos que o meio BDSM poem nas pessoas, separando discriminando as pessoas, como se as pessoas nascessem sabendo, elas podem ter o dom de ser isto ou aquilo, mas assim como um escritor só teve a chance de ser tornar um ilustre porque foi para a escola, uma pessoa que tende a Dominação ou submissão só aprende a viver de forma adequada e tirar melhor proveito do que ela é quando se informa das coisas.   

Dorei Fobofílica.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

O despertar (LadySiri)


Eu estava em uma festa muito interessante. Encontrei pessoas que não vejo ha muito tempo. E conversávamos animadamente. Conheci também outras pessoas com as quais conversava em outras línguas e com muita fluência.
 Foi então que conheci um homem enigmático, interessante e muito sedutor. De uma beleza peculiar, não convencional. Tivemos uma sintonia imediata e nos sentamos juntos em um pequeno sofá junto com um grupo de amigos. Enquanto todos conversávamos ele acariciava minhas coxas. Ahhh...a fricção quente daquelas mãos foi me fazendo ficar molinha, intumecida e toda molhada. Eu estava febril. Ele me olhou e sorriu. Meu coração batia forte, o frio no estômago. Fomos nos aproximando e ficamos assim por uns instantes, apenas sentindo o calor das nossas respirações ofegantes. O cheiro de animais no cio. Tocamos de leve nossos lábios e nos beijamos num crescente. Eu já totalmente entregue à viajem do beijo quando, de repente ele parou e me disse: Não gostei! Tá esquisito esse beijo. Fiquei totalmente incrédula do que 
estava acontecendo. Ele levantou-se e simplesmente foi embora. Eu fiquei ali, encharcada e desconcertada. 
Então uma linda mulher loira que estava com nosso grupo, se levantou e veio até mim oferecendo uma taça de vinho com um largo sorriso nos lábios. Ela foi tão simpática e acolhedora que fiquei magnetizada por ela. Era realmente linda. 

Sem falar nada nos levantamos e fomos até o estacionamento, entramos no meu carro e ela começou a me acariciar...meus cabelos, meu rosto, e com um olhar doce ela roçou as costas das mãos em meus seios. Meus mamilos já rijos gritando para serem chupados. Minha bucetinha latejava e escorregava de tanta vontade, enquanto eu dirigia. 


Chegamos a uma belíssima casa, ampla,decorada com muito bom gosto. Fomos direto ao quarto. Ela tirou a blusa e deixou a mostra aqueles seios lindos, pele alva, quente e macia. Chegou bem pertinho de mim oferecendo os peitos na minha boca enquanto ela abria o zíper do meu vestido. Que seios deliciosos. Senti os mamilos ficarem imediatamente duros na minha boca. Ela tirou meu vestido, e me beijou. O beijo mais doce que já senti na minha vida. Eu já estava toda derretida a essa altura. Ela me lambia o pescoço, depois voltava e me beijar. Começou a acariciar minha bucetinha que já estava toda  melada e inchada, o grelo muito durinho e tudo escorregando, eu rebolava gostoso na mão dela. Me abria como uma puta enquanto ela mamava meu seios. Ela foi me banhando o ventre com sua língua quente e encharcada. Eu estava entregue aquelas sensações como criança diante de uma mesa de guloseimas. 

Eu queria tudo. Então senti sua boca quente na minha buceta. 
Com delicadeza ela lambia tudo, até o cuzinho. Depois se dedicava ao grelinho enquanto metia dois dedos na minha vagina me fazendo delirar. Mas eu queria mais...eu queria chupar aquela mulher, já que eu nunca tinha estado com outra mulher. Eu estava louca pra lamber a buceta suculenta daquela mulher maravilhosa. Queria sentir ela rebolando na minha boca.

Puxei ela pra cima e a beijei me deliciando no gosto do meu próprio mel. Enfiei a mão na buceta dela, que estava pingando e percebi que estava muito inchada. o grelo era enorme e crescia enquanto o acariciava...e ele não parava de crescer, e estava muito duro! Até que ficou todo pra fora e pra minha surpresa, eu estava com um pau enorme na minha mão!!! Uma rola enorme e linda, pulsante e todo babado! 
Olhei pra ela, incrédula, que, com o mesmo sorriso doce me disse: Sou hermafrodita.

TRRRRRRRRRRRRRIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIMMMMMMMMMMMMM...É meu despertador...acordo desnorteada, não quero despertar do meu sonho...agora quero meter naquela rola deliciosa. Quero chupar aquela mulher...sei lá!! 
Me toco e sinto como estou intumescida, molhada, latejando...só me resta tocar uma siririca bem gostosa...nesse estado de torpor, sinto a respiração pausada do xerife, que dorme tranquilamente ao meu lado. Estico minha mão e sinto seu membro, que ao meu toque dá logo sinal de vida, latejando e crescendo com meus carinhos...não sei direito o que é sonho e o que é realidade, já que estamos naquele estado entre o sono e a vigília...mas nos encaixamos de modo que o sinto o membro rijo e quente me penetrando. E naquele movimento gostoso de vai e vem, vamos voltando à realidade como dois animais copulando ao nascer do sol. 

Embalados pela música do meu despertador: Time de Pink Floyd