quinta-feira, 3 de maio de 2012

Nossa vontade II - Por Sexy Butterfly



"Nossa Vontade"
(Sexy Butterfly, em 05/12/11)

A minha vontade hoje é que você tenha vontade de mim.
Que a sua vontade seja a minha
Que nossas vontades se encaixem como nossos corpos
Sempre sedentos por mais.
E se essa é realmente a sua vontade
Que seja feita a nossa vontade!


"II"

Que essa vontade contrarie a imposição do tempo.
Que a distância seja só um detalhe.
Que a falta de conexão seja um NADA 
em meio às nossas vontades.

Que você não desista.
Que eu não desista.
Que a vontade supere as barreiras.
Ou seja desfeita, enfim - pra sempre (?) - a nossa vontade.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Meu momento meio "voyeur"...você já teve o seu?!


Ali estávamos nós, três personagens de uma história de prazeres, cada um vivendo seu momento...sua fantasia.
Pela primeira vez não tive pressa em entrar na brincadeira, dediquei-me ao meu momento voyeur, calmamente sentada na poltrona com uma taça de vinho apreciei os dois corpos em movimento, próximos à mim.
Duas pessoas entregues a paixão, ao desejo, sem se importarem por uma terceira estar a olhar cada ação que tinham...as carícias iam tomando forma em beijos cada vez mais ousados...mãos deslizavam pelos corpos entorpecidos pelo calor do tesão, o perfume no ar era delicioso de se sentir....
Ela se abria completamente para ele, se entregava sem reservas...seus seios era local de vastas carícias entre apertos, mordidas, beliscões e chupadas...sim chupadas junto a beliscões, na medida exata que provocavam gemidos de prazer....que a levava a tenra loucura de querer cada vez mais....e ele lhe dava...lhe dava em tapas...em mordidas....em cheiros e gostos. Sua xotinha mais que úmida evidenciava como tudo aquilo lhe era prazeroso...o quanto a fazia transbordar...e a simples menção que alguém estava ali a assistir à tudo parecia-lhe encher ainda mais de tesão...mais ela queria se empenhar nessa luxúria....e o fez....

Ele com seu caralho ereto a posicionou totalmente aberta e penetrou com vontade aquela xotinha molhada, estocava com vontade, como quem tem sede no deserto...hora tirava-lhe o caralho e deliciava-se sugando a xotinha dela como nunca antes...sugava tudo...e quando percebia que ela estava entrando em transe de tanto prazer lhe satisfazia com um tapa na xotinha, o que a levava a gemidos mais alucinados, enquanto sua xotinha jorrava extasiando-os...extasiando-me em minha visão...ele penetrava novamente...estocava....apertava-lhe os seios como quem quer sentir-se seguro....os dois ali delirantes e seus desejos sendo saciados....o ápice se deu....eles gozaram....riram e me olharam...um olhar convidativo...um olhar de vontade...um olhar de querer ir em frente nessa loucura alucinante...
Eu assistia a tudo me tocando...querendo sentir cada vibração que eles estavam à sentir...querendo ter aquele líquido escorrendo em mim....gozei ao meu próprio toque...a leve sensação que minha visão me proporcionava, me embriagava...nunca havia experimentado essa sensação de visão....mas queria mais, não me sentia saciada apenas com meu ato de voyeurismo...queria o gosto em minha boca....o cheiro em minha pele...e aqueles olhos desejosos em minha direção...

Era minha vez de adentrar na brincadeira...era vez dos meus desejos participarem de forma ativa....e o fiz...
Levei aqueles seios até minha boca e deixei minha mão escorregar para aquela xotinha que havia acabado de gozar...tinha que aquece-la novamente...não foi tão difícil assim...o perfume de nossos corpos ajudavam a enebriar-nos...meu momento voyeur tinha terminado...
Ele se aproximou por trás, me pegando de jeito, de quatro fiquei...ele me chupava a xotinha...lambia...sugava...indo até meu cuzinho que não parava de piscar...eu percorria a xotinha dela como uma leoa faminta...sedenta...queria tudo e ela me dava sem resistência alguma....nossos líquidos começaram a jorrar e a serem devidamente degustados pelas bocas que se movimentavam em forma ritmada em nossas xotas....o único som audível era o emitido por nossas sensações de prazeres, nossos gemidos....

Finalmente ele adentrou com seu caralho em meu cuzinho que tratou logo de engoli-lo com vontade...meus dedinhos adentraram na xotinha dela...e no mesmo ritmo seguiam meus dedos e o caralho dele...na mesma música cadenciada...com início lento...subindo conforme era permitido...sim, entramos num ritmo alucinado...apressado....forte....três corpos agora entregues....gemidos pelo quarto....ela levou suas mãos até meus seios acariciando-os enquanto meus dedos iam e voltavam apressadamente em sua xotinha....em dado momento abaixei a cabeça e enquanto meus dedos iam e vinham minha língua se movimentava no grelhinho dela...ele vendo meu movimento estocou mais forte seu caralho em mim....era puro prazer...pura entrega de três pessoas sedentas....que culminava em nossos gemidos agora mais fortes e distorcidos....agora não éramos três, éramos apenas um só...um só tesão...um só prazer...fomos além de nossos limites...bocas secas....sons comprimidos pelo tremor dos corpos...mais e mais...até o auge ser atingindo por completo...pelos três...

Caímos extasiados sobre a cama...agora o som que se ouvia era de nossas risadas misturadas as nossas respirações ainda ofegantes...ficamos assim por um tempo...abraçados...nos sentindo apenas...nos preparando para outra jornada em nossos prazeres infinitos...
De repente uma lembrança:...a porta da sacada havia ficado o tempo todo aberta....será que algum voyeur nos assistiu?! Essa ideia mexeu conosco mais uma vez...e torcemos: Tomara que sim!...e que assim como nós, tenha se deleitado em orgasmos.
E você, já viveu um momento assim, voyeur?! Já sentiu prazer assim com seu voyeurismo?!

“Sou um menino que vê o amor pelo buraco da fechadura. Nunca fui outra coisa. Nasci menino, hei de morrer menino. E o buraco da fechadura é, realmente, a minha ótica de ficcionista. Sou (e sempre fui) um anjo pornográfico.” (Nelson Rodrigues)

Um Castelo e Tantos Desejos,...


Eu havia prometido este presente para minha cadelinha já fazia algum  tempo. Por merecimento e bom comportamento, mas acima de tudo por que em meu íntimo eu sabia que este momento ia me causar um tesão imensurável.
Dois dias antes, minha morena recebera outro presente meu, entregue junto com as rosas vermelhas que ela tanto ama. Era uma caixa que continha:
01               Vela aromática;
02               Algemas;
01               Venda;
01               Brinquedo com cinto (este maior que os que geralmente brincávamos);
01               Caixa de fósforos estilo brinde de hotel;
01               Minúscula calcinha vermelha;
01               CD com Somebody to love (Queen) gravado repetidas vezes.
Havia também um bilhetinho, onde eu escrevi apenas: “Prepare-se”.
Tudo ajeitado, todas as providencias tomadas e eu chego em casa no meio da tarde. No caminho ligo e digo apenas:
-- Você tem 20 minutos para estar pronta.
O local que eu havia escolhido, era na serra gaucha, ao longe parecia-se muito com um castelo medieval, e havia uma suíte que realmente fazia o estilo renascentista. Era praticamente uma câmara de torturas de luxo. Não havia ferramentas ou apetrechos, mas quadros nas paredes de pedras, que retratavam algemas, grilhões, cordas, lanças, chicotes e outros afins. A luz era escassa e a própria cama era de ferro, guarda alta e com motivos que excitavam só no olhar.
Foi nela que depois de um beijo amoroso e cheio de tesão, seguido de um empurrão leve mas firme, joguei minha morena e agora sub.
Enquanto eu a algemava e vendava, com um chicote sobre a cama, eu perguntava-lhe:
-- Você sabe por que está aqui?
-- Porque meu dono assim deseja. Respondeu ela sem me olhar nos olhos.
-- Você faz idéia do que vai acontecer aqui hoje?
-- Não meu Senhor. Mas tudo o que acontecer, vou amar.
-- Você sabe por que teu Dono é Plebeu?
-- Porque não obedece regras. Apenas busca o prazer através da dor e da subserviência.
-- Então diga alto para que eu ouça. O que você deseja?
-- Desejo servi-lo meu Senhor, independente da minha vontade. Apenas isso.
-- Sabe por que vou vendá-la?
-- Me comportei mal meu Senhor?
-- Não me responda nunca com outra pergunta. Desce o chicote sobre a bocetinha de minha Flor, por cima da minúscula calcinha e ela geme baixinho. Ao mesmo tempo que visivelmente a calcinha encharcava pelo inusitado. Era o primeiro sinal que minha Flor estava mando tudo aquilo.
-- Sabe por que vou vendá-la? Refiz a pergunta.
-- Para que eu mergulhe cegamente em cada sensação meu Senhor.
-- Perfeito!
Agora vendada e presa à cama pelas algemas, minha Flor sentia o aroma da vela queimando. Sussurrei em seu ouvido:
-- Você sabe que todo o prazer tem sua cota de dor. Não sabe?
-- Sei meu Senhor. E amo a dor do prazer.
As primeiras gotas de cera quente começavam a cair sobre um de seus mamilos. No início ela gemia um gemido abafado, baixinho. Mas gradativamente foi gemendo mais alto. A medida que eu me aproximava da xaninha ela já quase gritava. Foi então que comecei a alternar carícias e tapas sobre o seu sexo completamente úmido. Num misto de dor e prazer, minha Flor murmurava coisas desconexas e nem ouviu o som causado pelos passos de saltos altos que se aproximavam lentamente de nós.
De súbito ela para, concentra-se, ouve os passos e arrisca um pergunta:
-- Quem está aqui conosco?
Novamente recebe uma chicotada leve, porém firme sobre seu sexo completamente molhado, retesa o corpo pelo ato inesperado.
-- Você não faz perguntas. Apenas sente e obedece. Respondi friamente.
Neste momento, a única coisa que minha Flor podia ouvir era a própria respiração e a de mais duas pessoas. Soltei suas algemas da cama e coloquei seus braços para trás. Com uma das algemas eu a prendi assim, peguei na coleira e a puxei pela guia para fora da cama.
-- De joelhos! Falei com voz determinada ao que, ela obedeceu sem retrucar. Sentiu perto do rosto, a presença inodora de látex do brinquedo novo misturada com o mel de outra boceta. Ainda segurando sua guia eu disse:
-- Chupa como você me chupa sempre e mostre a vadia que é. Quero que chupe com gosto e mostre à nossa convidada do que você é capaz.
Minha flor começou tímida a brincar com o látex, mas a medida que eu puxava a guia ela se soltava e começava um pequeno show de mágica, fazendo o brinquedo sumir garganta a dentro.
É, eu devo confessar que estava excitado como nunca estivera antes.
Ordenei que ela parasse depois de alguns minutos. Deitei-a, desta vez com carinho e repus as algemas prendendo-a novamente à cama. Ela, embriagada ainda pelo sabor de outro mel, obedecia docemente. Seus poros eriçados anteviam o que eu preparara para aquele momento. Algo que ela sonhara desde a muito e que, estava prestes a acontecer.
-- Agora é com você. Faça dela o que bem quiser. Disse eu para nossa convidada, que só então tirou-lhe com docilidade a calcinha que ainda cobria seu sexo, para logo em seguida abocanhá-lo como se fosse um pêssego suculento, louco para ser devorado.
A maestria de nossa amiga e convidada espantava-me. Eu sabia que mulheres conheciam os segredos de outra mulheres bem mais que nós homens, mas ela era suave sem deixar de impor a energia necessária. Eu admirava os movimentos da língua, dos lábios, daqueles dedos que passeavam lépidos para dentro e para fora de minha Flor. Os seios ela brincava com alternância. Ora as mãos, ora a boca e aquela cena mais parecia um balé entre dois corpos.
Eu, mero expectador, desvairado e excitado, segurava meu pau e tentava conter o gozo que teimava em verter. Ouvir minha Flor gemendo como nunca foi um presente sem igual e, finalmente saciada, eu a soltei e tirei a venda, para que pudesse retribuir a altura todo o prazer que houvera recebido. Ela estava pálida, suada, lábios secos e balbuciantes. Mas mesmo assim mostrou-se disposta a beber o mel que nossa convidada tão gentilmente ofertava. Fez um sinal com o dedo indicador, me chamando, agora com cara de safada e não mais de subserviente. Me convidava para dividir o mel.
E eu? Poxa, claro que eu não recusei. Cai de boca. Ambos sorvíamos nossa presa e beijávamos um ao outro. Quando minha flor, delicadamente foi ajeitando-se para roçar sua bucetinha na de nossa amiga, eu me afastei por uns segundos. Tempo suficiente para abrir um champagne, servir e brindar com ambas.
Para minha surpresa, ambas pegaram as taças e me jogaram na cama. Minha Flor apenas disse:
-- Agora é a nossa vez de dar prazer à você.
Começaram me chupando ambas ao mesmo tempo e eu juro, não existe sensação parecida, é o céu na Terra. Logo depois minha Flor sentou na minha cara, como aliás, adora fazer e sorrindo para nossa convidada, colocou-a sobre meu pau.
Sucumbi ao prazer e gozei urrando e pedindo bis.
Aquela tarde acabou só quando o dia seguinte amanheceu. Houve a hidro a três e outras pegações que eu suponho, vocês possam imaginar.
Agora estamos pensando em outras coisinhas que, com certeza, farão minha Flor e eu termos momentos ímpares. Assim que escolhermos um novo convidado(a), vamos contar tim-tim por tim-tim.
Somebody to love foi o fundo desta fantasia louca que realizamos e é por isso que eu divido com vocês. Achei que uma Ópera Rock, um castelo e tantos desejos fundiriam-se proporcionando um momento único em nossas vidas.