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quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Veneno e o Trio

O que é ser um trio no mundo liberal??? Não há, obviamente, uma única resposta. Mas daremos, a partir de agora, o nosso depoimento sobre o assunto... rsrsrs...essa é a história da Loirinha, Mansinho e Sr. Espantalho... um trio de bem com a vida... que se curte... que se ama... uma Loirinha safada, bissexual, casada com Mansinho há mais de uma década... e tendo o Sr. Espantalho como segundo marido há poucos meses... ambos héteros, mas que adoram fazer um belo sanduíche de Loirinha.... essa é a segunda "reencarnação" do trio... o primeiro curtiu bastante, se desfez, mas ficou na memória... o trio atual é o presente e o futuro... as novas aventuras (assim como as antigas) estão no blog http://loirinhaksada.blogspot.com/... e a partir de agora estarão também aqui no Diário de Bordo... então nós os convidamos a compartilhar conosco os momentos memoráveis pelos quais passamos e iremos vivenciar... carpe diem!!!

Então, nada melhor do que começar uma jornada embalada por uma ótima trilha sonora... e se essa trilha sonora ainda vem acompanhada por uma letra cujo significado tem tudo a ver com o Trio??? Então... vamos ao que interessa... rsrs

Eis que temos uma Loirinha Safada... de uma lado, é uma "Domme" para o "Sub" Mansinho... mas, por outro lado, ela é a "Sub" do Sr. Espantalho... simples assim... ou nem tanto... afinal, como migrar de um extremo ao outro??? Ou ainda mais intrigante: como estar em ambos os extremos simultaneamente quando os três estão juntos??? Só que no fundo, não há mistério nenhum... quando o trio está junto a química é perfeita... não há espaço para a simplicidade... toques, beijos, mordidas, tapas, sons, gritos, gemidos... êxtase... enfim... tudo ao mesmo tempo agora... a complexidade domina a união tripla... e dessa união emerge toda gama de desejos, vontades e realizações... simples assim...

E essa complexidade pode ser sintetizada na música escolhida para esta introdução ao Diário de Bordo, por onde iremos navegar sem destino, mas curtindo cada momento em que estivermos juntos, nós e vcs, caros leitores e leitoras, caros amigos e amigas... não estamos preocupados em saber até aonde iremos nem como chegaremos lá... porém, ambicionamos o sublime prazer de cada descoberta que sempre estará gravada em nossas mentes e nossos corações.

E que venha Alice Cooper para nos inspirar e nos guiar neste primeiro momento... que venha todo o veneno represado e se espalhe ao nosso redor... e que as ondas nos brindem com uma ferocidade pela vida que se traduza em textos intensos, complexos, sedutores, ameaçadores... venenosos.

E que abram passagem para o TRIO. E se uma única frase puder sintetizar esse momento, que seja: “I wanna hurt you just to hear you screaming my name” (“Eu quero te machucar só para ouvir você gritando meu nome”).






Poison
Your cruel device
your blood like ice
one look could kill
my pain, your thrill

I wanna love you, but I better not touch (don't touch)
I wanna hold you, but my senses tell me to stop
I wanna kiss you, but I want it too much (too much)
I wanna taste you but your lips are venomous poison.
You're poison running through my veins,
You're poison...
I don't wanna break these chains.

Your mouth so hot
your web, I'm caught
your skin, so wet
black lace, on sweat

I hear you calling and it's needles and pins (and pins)
I wanna hurt you just to hear you screaming my name
Don't wanna touch you, but you're under my skin (deep in)
I wanna kiss you but your lips are venomous poison.
You're poison running through my veins,
You're Poison...
I don't wanna break these chains.
Poison....
Veneno
Seu mecanismo cruel
Seu sangue como gelo
Um olhar poderia matar
Minha dor, sua excitação

Eu quero te amar, porém é melhor eu não tocar (não toque)
Eu quero te abraçar, porém meus sentidos me dizem para parar
Eu quero te beijar, porém eu quero isso demais (demais)
Eu quero te provar, porém seus lábios são venenosos
Você é veneno correndo pelas minhas veias,
Você é veneno...
Eu não quero quebrar essa corrente

Sua boca tão quente
Sua teia, sou fisgado
Sua pele, tão molhada
Laço negro, no suor

Eu ouço você chamando e isto são agulhas e alfinetes (e alfinetes)
Eu quero te machucar só para ouvir você gritando meu nome
Não quero te tocar, mas você está sob minha pele (no fundo)
Eu quero te beijar, porém seus lábios são venenosos
Você é veneno correndo pelas minhas veias
Você é veneno
Eu não quero quebrar essa corrente
Veneno...