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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Doce tortura (por LadySiri)



Lady chega de carro ao meublé da estrada. Sai do estacionamento revelando suas pernas sob a saia justa. Como em todas as sextas, ela é pontual. Carrega a bolsa de pele e uma bolsa de papel na mão. Ali esconde a surpresa. Passou a semana toda imaginando o cenário e excitando-se quando a fantasia crescia dentro dela. 
Doug a espera no corredor. Sobem ao apartamento. Intrigado, ele olha a bolsa; ao entrar no quarto sua curiosidade tornar-se maior que a discrição e ele pergunta sobre o conteúdo. Ela sorri e lhe pede para que relaxe, que a deixe fazer, que ele vai gostar. Depois, lhe pede que se desnude e deite na grande cama. A intriga já começa a surtir efeito. Doug sente que o ardor cresce dentro de si. Ela faz uma cara de doce perversa e tira alguns lenços de seda da bolsa misteriosa. Senta-se junto dele e se esfrega suavemente pelo peito, pelos braços e desce até a barriga, entretendo-se com uma dança sensual sobre o umbigo. Desce um pouco mais, rodeia o pênis quase em ereção com um lenço e o gira em torno dele. A fricção sobre a pele sensível provoca calafrios e gemidos de prazer em Doug, que se abandona ao jogo. Lady segue o roteiro pré-estabelecido de sua prazerosa tortura: volta a passar o lenço entre os dedos das mãos e logo entre os dedos dos pés de Doug. O prazer aumenta. Os suspiros são profundos. Seu pênis lateja lentamente. Com a mesma lentidão, Lady acaricia os braços de Doug até que os estira para atá-los com o lenço na cabeceira da cama. Primeiro, um pulso, depois o outro; um tornozelo, o outro em seguida. Então, com toda a carga de sensualidade de que é capaz, Lady lhe sussurra que agora o tem à sua mercê, que o vai acariciar e o excitar tanto quanto ela quiser.


 Ele está totalmente subjugado. Lady se afasta da cama para iniciar um fino e sensual strip-tease. Doug está mudo, as palavras não cabem; ele desfruta o que vê. Depois que termina de se despir, Lady desliza as mãos em seu corpo e se acaricia com prazer e deleite. Enfia um dedo na boca e o chupa até enchê-lo de saliva; em seguido, o leva aos seus mamilos, que se eriçam. Doug está à beira do êxtase e desfruta contemplando-a de sua imobilidade. Ela põe mais lenha no fogo; seu dedo segue viagem para baixo e abre passagem entre os lábios da vulva. Os dois desfrutam... Ele não pode se mover nem tocá-la; está tão perto, mas tão inacessível quanto se estivesse longe. Quando a tensão erótica se torna insuportável, ela se aproxima e começa a lamber os dedos dos pés dele, sobe pela panturrilha, segue por dentro das coxas e rodeia as virilhas com a ponta da língua, até que seus lábios se fundem com a cabeça do pênis, já a ponto de estalar.