domingo, 25 de dezembro de 2011

Uma aula Especial



Eu dava um curso em uma escola particular, e tinha uma aluna que era meio rebelde na sala, mas na minha aula era uma graça, geralmente as portas de uma sala pra outra não ficam alinhadas na frente de outra, mas no meu caso sim, pois fizeram um banheiro pra deficiente no fundo do corredor que tiveram que posicionar a porta da outra sala na frente da minha, durante um horário devido, a professora de Massoterapia  dava aula de frente pra minha porta, que me deixava intrigada pois, as vezes dava umas  risadinhas e não dizia uma só palavra.

No intervalo fiquei sozinha com ela na sala dos professores e perguntei porque ela ria, ela disse que eu era muito distraída e não percebia como a minha aluna me olhava com cara de safada. E que minha aula era a única que essa menina se comportava.
Fiquei sem jeito, mas comecei a perceber, até que um dia essa menina resolver sentar a frente da minha mesa. Por incrível que pareça, nunca conseguia me concentrar direito com aquela menina na sala me comendo com os olhos, mas mesmo assim não tive coragem de ficar com ela.
Quando tive uma oportunidade fui conversar com a outra professora a respeito, ela me surpreendeu dizendo: _ eu não pensaria duas vezes, gata e safada daquele jeito até eu pegava.
Fiquei surpresa com que ouvi, nem me passava pela cabeça fazer burrada com aluna e nunca imaginei que a outra professora saia com mulher assim como eu!
Ela disse calma aí eu gosto de homem, mas pra ela e pra vc eu abriria uma exceção, e como abriria!
Respondi, pronto agora que não consigo dar aula mesmo!
Ela deu um sorriso, e o sinal bateu. Peguei um café e saí da sala totalmente sem graça.
Fiquei um tempo sem ter oportunidade de ficar sozinha com ela, a gente trocava olhares direto, era uma tortura uma dentro da sala e outra fora dela, ambas me comendo com os olhos.

Depois de certo tempo acho que a aluna desistiu, e dentro da sala ela me olhava daquele jeito com menor freqüência.

As segundas feiras eu só dava uma aula, no finalzinho da tarde, era o dia que a outra professora não trabalhava, mas quando eu estava indo embora eu ouvi a voz dela na sala da diretoria, achei estranho e fiquei curiosa, fui até lá,  ela me viu e deu um sorriso dizendo já estou indo, se despediu da diretora e veio em minha direção, com um sorriso no rosto e disse oi, está pronta, to de saída te dou uma carona, passando por mim rebolando mais que o normal.
Pensei ui!
E saí sem se despedir de ninguém, só escutei a diretora gritando tchau né?
Voltei rapidinho pra sala dela meio sem graça e disse tchau Marcia, até amanhã, ela responde; nesse sábado vc não dá aula lembra?
Então até segunda, e bom fim de semana.
Segui minha colega de trabalho até o carro dela que já estava ligado, entrei e ela falou quer ir pra onde?
Respondi, pra onde vc quiser me levar.
Ela seguiu sentido centro, e eu não disse uma só palavra.
Ela perguntou gosta da Raposo?
Respondi rindo acho que já fui a todos, apenas antes de vc escolher quero dar uma paradinha no mercado ou loja de conveniencia.
Seguimos mais um pouco e ela estacionou o carro, ela ia descendo, eu falei não, fica aqui que eu já volto, é surpresa, não demoro.
Ela adorou a novidade, e esperou numa boa, e eu voltei com sacolas cheias de coisas que a deixaram curiosa, mas não disse uma palavra sobre o assunto, como não sei o que ela gostava então comprei várias coisas pra não ter falha.

Enfim chegamos no Motel, mal fechou a porta da garagem eu pulei pro banco dela sentei no seu colo, a beijei e comecei a tirar a blusa dela, nos levantamos, e começamos a nos despir pela garagem, espalhando roupa pra todo lado até a entrada do quarto, era peça pra todo lado, enquanto ela abria a porta eu estava por grudada por trás dela lambendo seu pescoço e acariciando seus seios, ela aos gemidos vira e nos beijamos outra vez andando direto pra cama,deitei sobre ela e a penetrei fortemente com meus dedos, fazendo com que ela gemesse bem gostoso,  desci até seu sexo e chupei seu grelinho enquanto a penetrava sem parar até que ela explodiu gritando durante o gozo.

Eu morria de tesão mas, mesmo assim hesitei e disse: as sacolas ficaram no carro! E fui buscar, ela esperou deitadinha com uma cara de safada!

Peguei tudo e subi, entro no quarto e lá estava ela, morena e gostosa prontinha pra mim outra vez, então pedi pra ela fechar os olhos, ela obedeceu numa boa, peguei uma cobertura de caramelo e comecei a despejar sobre os seios dela e lamber, cada vez que eu lambia e a beijava, a fazia gemer, a cada beijo e a cada lambida, e assim fui seguindo chupando ela todinha e espalhando a calda pelo corpo gostoso todinho entregue pra mim, fui descendo a língua pelo corpo dela lambendo até seu grelo quente cheio de tesão, onde passei a língua de forma bem suave, ela abre mais as pernas como um convite oferecendo sua orquídea linda e eu não hesitei enchi minha boca, ela estava muito quente e molhada, continuei sugando-a todinha e penetrei dois dedos a fazendo gemer mais e mais, aumentando a pressão até ela gozar outra vez,  e não parei. 


Dessa  vez disse que eu só pararia se ela me pedisse, implorarasse pra parar, ela não pediu e eu só parei após ouvir os gritos dela gozando novamente e tremendo na cama, parei e olhei pra ela que me diz em voz rouca: nossa como vc faz gostoso! Desse jeito vou morrer aqui professora.

Eu respondi claro que não professora quero vc vivinha pra te chupar todinha de novo!

Deitei ao lado dela e nos beijamos com mais calma, então ela se levanta e vê as outras coisas que eu tinha comprado, viu um pote de cereja em calda e pegou, abriu e veio em minha direção, com uma na boca e me beijou, o pote caiu e rimos, deixamos pra lá e começamos a se devorar como loucas ela enfiou a mão entre minhas pernas e penetrou com tudo me fazendo gemer aos gritos, expulsei o dedo dela de dentro de mim quando gozei e ela me olhou meio intrigada, mas gostou e me penetrou outra vez mantendo sua mão mais firme que antes para eu não expulsa-la novamente me fazendo gozar por várias vezes, até a gente desabar.



Duas professoras em plena reunião carnal durante aquela finalzinho de tarde toda...

Ela me deixou na porta de casa e foi embora dizendo até a próxima, e bom fim de semana, segunda feira a gente conversa melhor, ela saiu e pude ver minha vizinha olhando curiosa como sempre, entrei em casa cantarolando mal podendo subir as escadas com as pernas bambas...



Meus Queridos Amigos e Leitores da Nau, desejo a todos vcs um Natal delicioso, cheio de alegrias, de paz e muitOooooo amor

Feliz Natal a Todos

Beijos carinhosos

Deh

sábado, 24 de dezembro de 2011

Descoberta da submissão.


   Pretendia dizer como é para uma mulher se descobrir submissa, mas percebi, depois de conversar com muitas amigas subs, que para mim foi muito diferente, claro, se aceitar assim foi complexo para mim também, mas o processo foi bem diferente.   Por isto, não podendo falar de forma tão generalizada, vou falar como foi para mim.
   Eu não ME descobri submissa, acho que porque eu era totalmente alienada do mundo BDSM, nem sabia que existia isso até dezembro de 2008, sei que para quem me lê pode ser surpreendente saber que descobri este mundo há tão pouco tempo, mas eu devorei tudo o que havia disponível para aprender. 
   Conheci meu Dono em julho de 2007, mas durante 18 meses nós tivemos uma relação baunilha (baunilha é aquilo que não é BDSM), ele logo percebeu minha tendência, mas seria para ele também a primeira vez, embora conhecesse e desejasse há décadas, então ele foi fazendo comigo pequenos testes sem que eu soubesse.   Tudo era muito difícil porque tenho uma personalidade forte, difícil de ser subjugada, mas enquanto fêmea, e para o meu homem, sou submissa, fora disso sou educada, mas não aceito comando.   Esse assunto de submissa de alma...   Não sei o que isto quer dizer, a partir do momento que entendo que todos nós temos dois lados, yin/yang, ninguém é totalmente servil em todos os aspectos da vida e eu também não, aliás, sou bem cabeçuda até, se não me convencem...   E não basta dizer que é, tem que me explicar porque é.
   Ele me dava pequenas ordens que nunca se repetiam, não viravam rotina: Ir com aquele vestido rosa, só porque ele queria, sem calcinha, sem maiores explicações, isto e aquilo...  A coisa foi ficando mais intrigante, os comandos mais ousados à medida que com o tempo eu me tornava mais suscetível a ele.  Então vieram os contos levemente sadomasoquistas escritos por ele mesmo, para despertar o que eu já sentia com maior intensidade, mas ainda não era algo claro.   Até que certo dia eu escrevi um dos inúmeros e-mail falando do que eu sentia e nele eu disse: “sou tua escrava...”, mas isto era meramente figurativo, para expressar um sentimento que se passava no coração e eu não sabia explicar, mas foi a deixa para ele entrar no assunto de maneira mais incisiva.   Confesso que me encantei, afinal, 18 meses de preparação suave não dá para deixar ninguém chocado, a confiança há muito estava estabelecida, jamais houve mentiras entre nós, o que é fundamental. 
   Mas depois de uns dois meses eu estava num total conflito, eu já tinha caído na realidade do que realmente significava ser uma submissa, de estar ao dispor da vontade do outro, de não decidir as coisas, etc...   Mesmo assim não posso dizer que foi uma fase terrível, haviam conflitos de sobre o que seria certo ou não aos olhos de Deus e um monte de coisas do gênero que se passam no coração de quem tem fé.   Por isto eu vivi o conflito, não exatamente por me descobrir uma fêmea submissa ao meu homem, mas por causa de idéias religiosas, porque eu achava absurdo, coisa de gente que não prima pela inteligência.   Só rindo...  Como a gente muda e descobre o quanto éramos tolos...
   Devido a minha transição ter sido muito suave, por ele ter notado e instigado isto com suavidade, eu não sei dizer o que é SE descobrir submissa, imagino que deve ser meio chocante, mas eu não passei por isto, felizmente tive a sorte de encontrar uma pessoa que soube fazer com que as coisas para mim fossem quase sempre encantadoras, sempre suaves  e não uma experiência traumática.   O que aliás, acho que deveria ser para todas.
   Por outro lado sei que na maioria dos casos não é assim que acontece, que é difícil demais e as pessoas entram nos chats a procura de informação, ledo engano, ali o que quase sempre vão achar são ‘abutres’ ávidos por carne fresca, claro que existem exceções, que às vezes aparece alguém que vale a pena, mas se as submissas conversassem entre si e essas conversas não fosse fúteis, se quisessem passar alguma informação relevante para as que estão chegando, seria muito útil, até mesmo para quem só esta curioso, embora eu pense que a curiosidade com a busca já é um sinal, não gosto dos rótulos que o meio BDSM poem nas pessoas, separando discriminando as pessoas, como se as pessoas nascessem sabendo, elas podem ter o dom de ser isto ou aquilo, mas assim como um escritor só teve a chance de ser tornar um ilustre porque foi para a escola, uma pessoa que tende a Dominação ou submissão só aprende a viver de forma adequada e tirar melhor proveito do que ela é quando se informa das coisas.   

Dorei Fobofílica.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

O despertar (LadySiri)


Eu estava em uma festa muito interessante. Encontrei pessoas que não vejo ha muito tempo. E conversávamos animadamente. Conheci também outras pessoas com as quais conversava em outras línguas e com muita fluência.
 Foi então que conheci um homem enigmático, interessante e muito sedutor. De uma beleza peculiar, não convencional. Tivemos uma sintonia imediata e nos sentamos juntos em um pequeno sofá junto com um grupo de amigos. Enquanto todos conversávamos ele acariciava minhas coxas. Ahhh...a fricção quente daquelas mãos foi me fazendo ficar molinha, intumecida e toda molhada. Eu estava febril. Ele me olhou e sorriu. Meu coração batia forte, o frio no estômago. Fomos nos aproximando e ficamos assim por uns instantes, apenas sentindo o calor das nossas respirações ofegantes. O cheiro de animais no cio. Tocamos de leve nossos lábios e nos beijamos num crescente. Eu já totalmente entregue à viajem do beijo quando, de repente ele parou e me disse: Não gostei! Tá esquisito esse beijo. Fiquei totalmente incrédula do que 
estava acontecendo. Ele levantou-se e simplesmente foi embora. Eu fiquei ali, encharcada e desconcertada. 
Então uma linda mulher loira que estava com nosso grupo, se levantou e veio até mim oferecendo uma taça de vinho com um largo sorriso nos lábios. Ela foi tão simpática e acolhedora que fiquei magnetizada por ela. Era realmente linda. 

Sem falar nada nos levantamos e fomos até o estacionamento, entramos no meu carro e ela começou a me acariciar...meus cabelos, meu rosto, e com um olhar doce ela roçou as costas das mãos em meus seios. Meus mamilos já rijos gritando para serem chupados. Minha bucetinha latejava e escorregava de tanta vontade, enquanto eu dirigia. 


Chegamos a uma belíssima casa, ampla,decorada com muito bom gosto. Fomos direto ao quarto. Ela tirou a blusa e deixou a mostra aqueles seios lindos, pele alva, quente e macia. Chegou bem pertinho de mim oferecendo os peitos na minha boca enquanto ela abria o zíper do meu vestido. Que seios deliciosos. Senti os mamilos ficarem imediatamente duros na minha boca. Ela tirou meu vestido, e me beijou. O beijo mais doce que já senti na minha vida. Eu já estava toda derretida a essa altura. Ela me lambia o pescoço, depois voltava e me beijar. Começou a acariciar minha bucetinha que já estava toda  melada e inchada, o grelo muito durinho e tudo escorregando, eu rebolava gostoso na mão dela. Me abria como uma puta enquanto ela mamava meu seios. Ela foi me banhando o ventre com sua língua quente e encharcada. Eu estava entregue aquelas sensações como criança diante de uma mesa de guloseimas. 

Eu queria tudo. Então senti sua boca quente na minha buceta. 
Com delicadeza ela lambia tudo, até o cuzinho. Depois se dedicava ao grelinho enquanto metia dois dedos na minha vagina me fazendo delirar. Mas eu queria mais...eu queria chupar aquela mulher, já que eu nunca tinha estado com outra mulher. Eu estava louca pra lamber a buceta suculenta daquela mulher maravilhosa. Queria sentir ela rebolando na minha boca.

Puxei ela pra cima e a beijei me deliciando no gosto do meu próprio mel. Enfiei a mão na buceta dela, que estava pingando e percebi que estava muito inchada. o grelo era enorme e crescia enquanto o acariciava...e ele não parava de crescer, e estava muito duro! Até que ficou todo pra fora e pra minha surpresa, eu estava com um pau enorme na minha mão!!! Uma rola enorme e linda, pulsante e todo babado! 
Olhei pra ela, incrédula, que, com o mesmo sorriso doce me disse: Sou hermafrodita.

TRRRRRRRRRRRRRIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIMMMMMMMMMMMMM...É meu despertador...acordo desnorteada, não quero despertar do meu sonho...agora quero meter naquela rola deliciosa. Quero chupar aquela mulher...sei lá!! 
Me toco e sinto como estou intumescida, molhada, latejando...só me resta tocar uma siririca bem gostosa...nesse estado de torpor, sinto a respiração pausada do xerife, que dorme tranquilamente ao meu lado. Estico minha mão e sinto seu membro, que ao meu toque dá logo sinal de vida, latejando e crescendo com meus carinhos...não sei direito o que é sonho e o que é realidade, já que estamos naquele estado entre o sono e a vigília...mas nos encaixamos de modo que o sinto o membro rijo e quente me penetrando. E naquele movimento gostoso de vai e vem, vamos voltando à realidade como dois animais copulando ao nascer do sol. 

Embalados pela música do meu despertador: Time de Pink Floyd