sexta-feira, 6 de abril de 2012

Mènage á Trois: Eu, Meu Primo Max e um Desconhecido dentro da Noite.

 
   
Alguns dias após ter transado com meu primo Max, após o casamento do meu primo Eduardo começamos a nos encontrar às escondidas. Sem nossos Pais e familiares saberem, saíamos de noite e íamos para as cidades vizinhas, onde passávamos horas e horas juntos. O sexo entre nós era intenso e o tesão que sentíamos um pelo outro, era inexplicável. Podíamos estar em qualquer lugar que fosse e Max já queria transar.Escolhia os lugares mais inusitados possíveis: elevador, escadas, banheiros, boates, esquinas, restaurantes...

Naquele sábado, estávamos todos comemorando o aniversário da minha madrinha , esposa do meu padrinho Tio Rô. Tio Rô e sua esposa não eram meus tios de sangue, mas me viram nascer, crescer e eu os tratava como Tio e Tia.

Meus pais , familiares e alguns amigos todos reunidos e após uma ceninha falsa de briga entre eu e o Max, saímos cada um para um lado.
Tinhamos que manter a farsa, pois todos sabiam que eu e ele não nos dávamos bem. Ninguém sabia o motivo, e eu só soubera algumas semanas depois, quando ele me confessou que tinha ciúmes de mim, pois sabia que eu transava com meus primos.

Nossos famíliares já estavam acostumados com as nossas brigas e para não suspeitarem que éramos amantes, fingíamos nos detestar sempre que possível.

Conforme o combinado,nos encontramos minutos depois em um estacionamento deserto de um parque alguns quarteirões longe da casa do Tio Rô. Ele estacionou o carro e desceu vindo em minha direção.

Como vinha acontecendo nas últimas semanas, já começamos a nos pegar e beijar, enquanto despíamos nossas roupas o suficiente para matarmos o tesão que assolava nossos corpos.

- Mais duro… preciso de mais. – gemi excitada, minha xoxota pulsando, molhada, desejosa em envolver aquela carne dura.

— Doce, eu vou fazer você gritar seus pulmões para fora à medida que você vem...aaaaaaaaaaaa primaaaaa que delícia de buceta você tem...

— Oh, sim... — gemi envolvendo minhas pernas mais apertado em volta da cintura do Max. O seu pênis foi penetrando alto e firme dentro de mim. Era exatamente o que EU precisava.

A força de seus golpes fez meu corpo pular para cima e para baixo sobre o capô do carro dele, eu sentei-me. Assim podia sentir-me deslizar para frente e para trás em meus próprios sucos.

— Max… — me contorci de prazer nas mãos que seguravam meu traseiro e na boca que sugava o meu seio como se ele precisasse sentir o meu gosto. Como se estivesse com fome.

— Ayeskaaaaaaaaaaaaa... — Ele puxou seu membro para fora até a metade e, em seguida, estocou para dentro de mim novamente, gritei de prazer e o agarrei mais trazendo-o para perto de mim.

“Oh sim, isto era exatamente o que EU precisava. SEXO!!! Do Bom e do Melhor!”

— Maxxxxxxxx...aaaaaaaaaaa, maisssss, basta me dar mais! — Eu nunca estive à procura de casamento ou de compromisso. Eu estava apenas satisfazendo o tesão, a vontade, o desejo de sexo que me levaria ao orgasmo.

 
Seria Eu uma Puta? Não, não sou. Apenas sou uma fêmea, uma mulher-menina que adora sexo, dar e receber prazer, gozar....aaaaaa nada é mais gostoso que sentir o orgasmo! E ver as feições do seu parceiro de sexo, seu rosto, corpo suados, seus olhos esgazeados, tomados de tesão, seus urros, gemidos, sua respiração ofegante...Isso me deixa mais e mais excitada!!!

— Você é tão quente...tão molhada, apertada, doce...aaaaaaaa primaaaa...está me deixando loucoooo... — Sua língua rodou em meus mamilos com avidez e os mordiscou.

Suspirei feliz. Nunca em meus sonhos mais loucos, sonharia em ouvir meu primo mais velho Max assim,gemendo excitado e dizendo coisas que nunca pensei que ele sentia em relação a mim.

— Mais duro, meu homem selvagem... — Eu mordi seu ombro e fiquei maravilhada com a volúpia dele. Estavámos quase chegando o climax, quando...

De repente:

— Se importa se eu participar?

— Claro que não...seja bem-vindo... — Max sorriu olhando para mim enigmaticamente.

Endureci um pouco ao som súbito de outra voz de homem.

“Treva... Alguém aqui nos viu? “

Fui pousada nua e suada sobre o capô do carro do meu primo em um estacionamento escuro em uma praça deserta. Era vergonhoso e ao mesmo tempo excitante estar fazendo sexo no capô do carro do meu primo. E quando estamos quase chegando ao orgasmo, esse cara aparecia e também queria. O que fazer agora? Nunca tinha transado com dois ao mesmo tempo. E pela forma que Max o recebera e respondera, o cara não lhe era desconhecido. Mas o tesão ainda assolava meu corpo e EU precisava e queria gozar!

“Sendo assim, resolvi fazer. Amanhã se me arrepender, é outro dia.”

— Eu... Ah... — tentei virar-me para ver sua fisionomia.

— Não, não vire a cabeça. Eu sou o estranho que você deseja. Não arruíne a fantasia... — Suas mãos empurraram-me em frente ao largo capô do carro.

Aquela voz era tão familiar. E Max sabia dele de alguma forma. Suspeitei que o grunhido gutural fosse apenas um truque para disfarçar quem ele era. Eu senti dois conjuntos de mãos agora em meu corpo. Max puxou-me em seus braços e me manteve empalada em seu pênis, enquanto o desconhecido deslizou por trás de mim.

— Você quer mais?— murmurou em minha orelha quando fui empurrada para trás em direção a ele.

Senti sua respiração morna em meu pescoço e o som de um zíper. De repente, eu pude sentir um cacete ereto separando as bochechas do meu traseiro exigindo mais.

— Oh… — Sim, por favor...maissss..

O homem em minhas costas riu.

— Você me quer tomando seu traseiro enquanto ele toma você na frente? –

Existia só uma resposta. E seria a primeira vez...Eu iria ser duplamente penetrada por dois homens...um meu primo Max e o outro um desconhecido.

— Sim. — Eu ouvi o rasgar de tiras e então naquele momento percebi que não havia como voltar atrás. O convite tinha sido emitido e aceito.

— Isto é tudo que eu preciso saber... — Ele me agarrou pela cintura quando Max empurrou-me de volta contra ele.

— Curve ela adiante. Eu preciso de acesso...

Eu sabia que tinha de ser sentada no capô do carro, enquanto meus pés estavam agora tocando o protetor da frente com os joelhos dobrados. Estava de costas arqueada com os seios pressionados no calor do tórax de Max e meu traseiro estava completamente exposto para o homem por trás. Eu tive um momento de pânico quando senti dedos insistentes sondando meu ânus.

— Você me quer apertado no seu traseiro? – perguntou ofegante.

— Oh Deus, sim..quero..

— Ahh receba seu homem...

— Por favor...camisinha...

— Fique tranqüila... eu tenho um preservativo lubrificado. Eu quero você e sei que você me quer. Eu posso sentir isso na maneira que você treme contra mim.

O desconhecido sugou abaixo em meu pescoço enquanto suas mãos se moveram para a umidade entre minhas pernas.

- Como está molhada...como voce cheira gostoso...voce é muito tesuda...

Me contorci quando senti seus dedos tocarem na minha umidade lisa. Ofeguei no momento em que senti um dedo e então outro empurrão dentro do meu traseiro passando o anel tenso de músculo para deslizar em mim, alongando e preparando o caminho. Max não estava movendo dentro de mim e percebi que havia se calado. Ele permaneceu pedra-dura, seus olhos assistindo a ação com fome e um outro sentimento que não pude perceber na hora.

— Eu nunca... — As palavras morreram em meus lábios conforme os dedos do desconhecido começaram a mover lentamente dentro de mim. Mordi meus lábios e gritei.

— Nunca teve dois homens ao mesmo tempo? Empalados no traseiro?— Ele tirou os dedos para fora. — Então você vai gostar disto... Relaxe...

— Ergue-a mais alto.- disse ao meu primo — Ele agarrou meus quadris e posicionou seu pênis na entrada do buraco enrugado apertado. — Perfeito... Deslize para trás lentamente...doce...voce é doce...

Ele mordiscou minha nuca e estocou a cabeça do seu pênis empurrando-o no meu traseiro.

— Aiiiiiiiiii aaaaaaahhh, dói, — Choraminguei. Isto não era como Eu imaginava.

— Relaxe, — o desconhecido sussurrava suavemente. — Só pense o quão bom sentirá com dois homens completamente dentro de você. É isso aí, empurre sua distância até o fim para mim. Sim... aaaaa ...que cu apertado e guloso...—

O homem parecia aliviado.

Fechei meus olhos quando o membro aquecido e longo deslizou todo o caminho. Nunca havia estado com dois homens. Sentia-me estendida além dos meus limites normais e Eu não tinha certeza se estava mais assustada ou intrigada. Me senti tão cheia e embalada no meu interior apertado. E uma vez que passou o desconforto inicial, que era uma sensação de morrer, eu senti meu corpo todo tremer com uma fome que não sabia que tinha ou mesmo possuía até aquele momento.

— Você gosta disto? — O desconhecido atrás de mim perguntou, suas mãos subindo para acariciar meus seios conforme sua boca dava leves beijos chupados em meus ombros.

— Sim....aaaaaaaaaaaaaa....ohhhhh simmmm... — O chão, dois homens dentro e fora, meus impulsos estranhamente coordenados. Empurrei meu traseiro para trás contra o homem desconhecido e cedi ao calor do seu toque.

— Ela é demaissss....é fora do comum...me deixa completamente louco...com o tempo você entenderá o que quero dizer... — grunhiu Max com os seus lábios próximos ao meu mamilo.

— Sim, ela é... tem um cu apertado e uma buceta carnuda, quente, molhada...

As mãos envolvidas do homem ao redor da minha cintura possessivamente.

— Diga-me, você sempre se desnuda e faz sexo com seus homens em lugares assim, querida?

— Não...aaaaaaa...— Arquejei, tentando acompanhar o ritmo dos impulsos e o puxar do duelo dos pênis dentro.

— Por que agora? -

— Porque eu precisava...estava com tesão...aaaaaaaa....uhummm...maisss...

— Você esta esgotada e dolorida entre as pernas, querida?

— Sim...

“Ele podia querer-me qualquer dia da semana, eu estava adorando senti-lo dentro do meu cuzinho apertado.”

— Dolorida agora?

— É um tipo diferente de dor... Eu quero gozar...por ... favor...

— Eu acho que vamos deixá-la fazer isso.

Parecia que ele acreditava que tinha o poder de negar ou conceder-me um orgasmo. Quase na hora Max e o desconhecido aumentaram o ritmo de suas estocadas.

Dois cacetes bombeando profundo e forte no meu corpo, fazendo-me vibrar cada nervo e ressoando por dentro. Com um lamento baixo e afiado na garganta e com a pressão acumulada, eu senti um rasgo enorme de liberação através do meu estômago, na espinha e abaixo em meus dedões dos pés. Eu gritei forte e em voz alta com intensidade e agarrei-me em Max, com medo de que fosse explodir em um milhão de pedaços e desaparecer. Quando o desconhecido por trás veio poderosamente dentro de mim,liberando seus jatos potentes de porra, Max com os olhos fixos em mim, vendo o prazer em meu rosto e sentindo também meu orgasmo, gozou abundantemente dentro da minha xoxota.

Enfim, eu soube que nunca iria esquecer aquela noite. E haveriam mais surpresas pela frente...

Logo eu descobriria; quem era aquele Desconhecido.
 
 
 
 
 
 
 
Ayesk@





quinta-feira, 5 de abril de 2012

El Tango - De Sexy Butterfly


Betina e Marcel chegaram em Buenos Aires para uma curta estadia. Ele a trabalho, ela a passeio. No primeiro dia, enquanto ele visitava seus clientes e participava de reuniões, ela aproveitou para conhecer a cidade e fazer compras.

Do hotel, no Retyro, caminhou até a Recoleta.  Logo que entrou na igreja de N.S. Del Pilar, percebeu um belo homem sentado num banco. Rezou um pouco, admirou a igreja e saiu. O homem também se levantou e parecia segui-la enquanto ela se dirigia ao shopping Buenos Aires Design.  Logo se deu conta que era só impressão... ele encontrou uma moça, a quem abraçou e os dois se distanciaram.

Voltou ao hotel no final da tarde, tomou um relaxante banho de banheira. Marcel telefonou avisando que sairiam para jantar com alguns de seus clientes e assistir um espetáculo de tango em Puerto Madero.

Betina estava encantada com a cidade e sua vida noturna. Durante o trajeto, no táxi, Marcel disse que os clientes ficariam encantados com ela. Ele disse que era um homem de muita sorte em ter uma mulher tão gostosa e sensual ao seu lado. Beijou seu pescoço, enquanto passava as mãos pelos seios por cima da roupa mesmo. Os dois foram se inflamando, mas logo chegaram ao seu destino.

O jantar correu tranquilamente, Betina tentava ser agradável com todos, mas só pensava no momento de voltar para o quarto do hotel com Marcel. O espetáculo começou, misturando o tango tradicional com o moderno tango eletrônico de Bajofondo.  A dança apresentada também misturava os movimentos sensuais do tango mesclada a números que mais pareciam acrobacias do Cirque Du Soleil.

Todo aquele clima sensual do tango a deixou excitada, e ela passava os pés pelas pernas de Marcel por baixo da mesa. Quando chegaram no hotel, Betina se surpreendeu ao ver o homem da Recoleta no saguão.  Mais ainda quando ele se aproximou do casal, abraçando Marcel.

“Não acredito! Quantos anos e te encontro aqui em Buenos Aires, Diego!”

“Ora, Marcel... esqueceu que nasci aqui? Há alguns anos voltei e me estabeleci definitivamente.” – disse o velho amigo de faculdade de Marcel, com um leve sotaque espanhol.

Marcel apresentou Betina ao amigo Diego, que tentava disfarçar mas não tirava os olhos dela. Os amigos resolveram esticar a conversa no bar do hotel e Betina quase não disfarçava o aborrecimento por não poder ir logo para o quarto e arrancar a roupa de Marcel. Contaram que estavam chegando de um espetáculo de tango e Diego revoltou-se.

“Vocês precisam ir a uma casa de tango de verdade, para assistir e também dançar. Amanhã levarei vocês a um lugar assim, que tal?”

“Mais tango”, Betina pensou... mas sorriu adorando o convite.

Despediram-se e no quarto, qual não foi sua decepção quando Marcel mostrou-se tão cansado pelo dia exaustivo de trabalho! Ele logo adormeceu e para não ser consumida pelo fogo que vinha sentindo a noite toda, Betina teve que se masturbar. Pensava nos dançarinos de tango... naquelas cenas de corpos colados... e de repente viu-se perseguida nas ruas de Buenos Aires por um estranho sedutor, que revelava-se como Diego. Tocava seu sexo quente, molhado, pronto para Marcel, mas eram seus próprios dedos que entravam ali. Roçava seu grelo, tocava os mamilos, contorcia-se embaixo das cobertas e quando gozou, foi tão intenso que caiu no sono quase instantaneamente.
               
No dia seguinte, Betina não conseguia deixar de pensar em Diego. Quem seria a mulher que estava com ele na tarde anterior?  Resolveu fazer compras para se distrair. Passou a tarde vendo as vitrines da Calle Florida e da Galeria Pacifico. Ficou espantada com a quantidade de brasileiros por lá. Ao final da tarde, entrou num café e encontrou Diego que lhe chamou em sua mesa. Conversaram animadamente, como se ela também fosse sua amiga de longa data. Ele contou que esteve no hotel na noite anterior apenas para deixar uma amiga que estava hospedada lá e que havia deixado a cidade naquela tarde.

Betina disse a Diego o quanto estava preocupada com o tango que teria que dançar naquela noite, pois não tinha noção nenhuma de como era a dança. Ele então se ofereceu a ensiná-la, caso ela quisesse. Agradeceu mas recusou o convite para as aulas particulares na casa de Diego. Tinha receio do que poderia acontecer se ficasse a sós com ele.

A noite chegou e Betina estranhou o atraso de Marcel. Ligou para ele que disse que teria que abandoná-la nessa noite para um jantar de negócios. Disse que pediu desculpas a Diego e ele a levaria para o tango.

Diego foi buscá-la no hotel e se dirigiram para sua casa. Disse que prometera uma noite de tango e era isso que ela teria, mesmo sem Marcel. A casa estava agradavelmante decorada, com luz de velas.

Betina ficou apreensiva com o clima sensual em que se encontravam, sozinhos na casa... Diego guardou seu casaco e serviu vinho para que ficasse mais a vontade. Colocou um cd com tangos diversos e ia mostrando passos, com a ajuda de uma vassoura. Betina, já descontraída ria e aceitou quando ele a convidou para ser seu par na dança.

Diego olhava no fundo de seus olhos. Seu perfume a deixava inebriada. Tinha as mãos fortes e quentes. Ele a enlaçou pela cintura, grudou seu corpo no dela e a conduzia na dança enquanto tocava “Por una cabeza”  de Carlos Gardel. A sensualidade dos dois estava a flor da pele e Betina não resistiu quando os lábios de Diego tocaram os seus. Terminaram a dança já se tocando e esfregando seus corpos um no outro.

Diego subiu o vestido de Betina, invadindo sua calcinha e tocando seu sexo. Ela desabotoava com pressa a camisa de Diego, que apressava-se em arrancar o cinto e a calça. Agora, ouviam “Montserrat (Orquesta Del Plata)”, com Bajofondo. Seus corpos buscavam um ao outro. Diego a deixou nua e colocou uma rosa vermelha no cabelo de Betina. Beijava sua nuca enquanto as mãos percorriam seu corpo. Seu membro ereto roçava as pernas de Betina conforme ele se movimentava sobre seu corpo deitado no tapete da sala. Ela queria chupá-lo e posicionou-se num delicioso 69. O pau de Diego crescia e latejava enquanto ela lambia e chupava toda a extensão e suas bolas. Por sua vez, ele chupava sua buceta molhada, depilada, rodeando seu grelo com a língua, beijando os lábios e depois metendo na vagina. Ela logo gozou violentamente em sua boca e Diego se deliciou sorvendo aquele mel delicioso.
               
Levantaram-se e Diego chamou-a novamente para a dança. Nus, seu membro encontrava abrigo entre as pernas de Betina. Dançaram até que ele a encostou contra a parede e meteu seu pau dentro dela. Estocava e chupava os seios...ela beijava seu pescoço e apertava suas coxas e sua bunda. Dizia o quanto ele era gostoso... Ele aumentava e diminuía o ritmo conforme o andamento da música. Ela queria gozar novamente e seguia o ritmo da dança de Diego dentro dela. Os dois ansiavam pelo gozo, que veio em ondas violentas.

Deitaram-se no sofá para descansar e enquanto alisava as pernas de Betina, Diego sentiu-se inflamar novamente, desejando o rabinho da mulher. Encaixou-se atrás dela, molhou os dedos com sua saliva e introduziu um, depois dois, devagarzinho, preparando-a suavemente. Betina não se opôs e ele por fim meteu seu cacete em seu cuzinho. Ela rebolava no ritmo da música e Diego esfregava uma de suas mãos na buceta ainda molhada. Ficaram ali, rebolando encaixados de lado, no sofá, por um bom tempo. Betina sentiu novamente um orgasmo se aproximando, misturado a dor de ser penetrada agora tão fortemente por Diego.
Gozou jogando os cabelos e a flor para trás. Diego permanecia encaixado em sua bunda, fodendo cada vez mais forte, agora apertando e apalpando os seios e puxando-a pelos cabelos, até jorrar sua porra ali dentro.

A música continuou tocando e os dois adormeceram. Acordaram nus no meio da madrugada com o celular de Diego tocando. Era Marcel, que preocupado, procurava por eles.

“Estamos saindo da casa de tango. Em pouco tempo deixarei Betina no hotel. Ela está em boas mãos depois de se entregar ao tango...”

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Retrovisor (por Capetão In_Correto)



O dia já ensaiava amanhecer. Rodávamos sem destino desde o meio da madrugada e eu prolongava ao máximo aquele trajeto, pois já ouvira gemidos, tinha visto mãos e bocas afoitas e urgentes. Sentira o doce aroma do sexo em ebulição e eu queria mais, muito mais.
Pelo retrovisor, minha cúmplice me presenteava com um showzinho ímpar. Eu não queria parar de rodar, embora soubesse que ao fazê-lo seria presenteado com momentos ainda mais calientes.
Após soltar a direção, poderia me envolver, poderia participar! O tesão que eu sentia não me permitia tirar os olhos do espelho e estava apenas começando,...
Era a primeira vez que saiamos com outro casal. Minha delícia, no banco de trás, divertia-se com meu amigo enquanto eu estava com a esposa dele ao meu lado. Linda, pele sedosa e um mundo de desejos a flor da pele. Nós quatro nos provocávamos mutuamente a todo instante. Pelo retrovisor eu observava Ana me olhando nos olhos, mas entregue a um beijo guloso, cheio de mãos e seios de fora. Nosso amigo já havia tirado sua calcinha e dois dedos brincavam na xaninha de minha Ana.
No banco da frente, meu zípper aberto e uma boca safada quase me levava ao gozo, parava, esperava, para depois reiniciar tudo de novo.
Não era raro que ambas se beijassem e nos provocassem, aumentando ainda mais o clima de excitação dentro do carro. Numa das vezes que olhei pelo retrovisor pude ver nosso amigo roçando o pau na entradinha da buceta de minha Ana e ela com as mãos nos seios de nossa amiga. Eu não sabia se prolongava mais aquele giro pela cidade ou simplesmente entrava no motel mais próximo.
Preferi entrar de uma vez e liberar todos aqueles desejos que nos rondavam.
Olho os luminosos. Queria uma suíte legal, com uma grande cama e banheira.
Entramos no quarto. Elas se beijam e se despem mutuamente sobre a cama. Ambas ajoelhadas de frente. Eu e nosso amigo tomamos uma cerveja,  admiramos vocês.
Ana está cega, só pensa em possuí-la em sua boca. Coloca a mão no peito dela e a empurra para trás. Ela deita de pernas abertas, meio assustada, meio tesuda, com a atitude de minha Ana.
Tudo o que aconteceu depois foi fruto de nossas fantasias, das noites em que sonhamos juntos e do envolvimento gostoso que foi surgindo gradativamente com este casal de amigos. Praticamente namoramos por algum tempo até que nos sentíssemos confiantes e prontos para aquela noite.
Ana sonhava com uma DP vaginal e a teve. Mas isso é assunto para um próximo post.