quinta-feira, 5 de abril de 2012

El Tango - De Sexy Butterfly


Betina e Marcel chegaram em Buenos Aires para uma curta estadia. Ele a trabalho, ela a passeio. No primeiro dia, enquanto ele visitava seus clientes e participava de reuniões, ela aproveitou para conhecer a cidade e fazer compras.

Do hotel, no Retyro, caminhou até a Recoleta.  Logo que entrou na igreja de N.S. Del Pilar, percebeu um belo homem sentado num banco. Rezou um pouco, admirou a igreja e saiu. O homem também se levantou e parecia segui-la enquanto ela se dirigia ao shopping Buenos Aires Design.  Logo se deu conta que era só impressão... ele encontrou uma moça, a quem abraçou e os dois se distanciaram.

Voltou ao hotel no final da tarde, tomou um relaxante banho de banheira. Marcel telefonou avisando que sairiam para jantar com alguns de seus clientes e assistir um espetáculo de tango em Puerto Madero.

Betina estava encantada com a cidade e sua vida noturna. Durante o trajeto, no táxi, Marcel disse que os clientes ficariam encantados com ela. Ele disse que era um homem de muita sorte em ter uma mulher tão gostosa e sensual ao seu lado. Beijou seu pescoço, enquanto passava as mãos pelos seios por cima da roupa mesmo. Os dois foram se inflamando, mas logo chegaram ao seu destino.

O jantar correu tranquilamente, Betina tentava ser agradável com todos, mas só pensava no momento de voltar para o quarto do hotel com Marcel. O espetáculo começou, misturando o tango tradicional com o moderno tango eletrônico de Bajofondo.  A dança apresentada também misturava os movimentos sensuais do tango mesclada a números que mais pareciam acrobacias do Cirque Du Soleil.

Todo aquele clima sensual do tango a deixou excitada, e ela passava os pés pelas pernas de Marcel por baixo da mesa. Quando chegaram no hotel, Betina se surpreendeu ao ver o homem da Recoleta no saguão.  Mais ainda quando ele se aproximou do casal, abraçando Marcel.

“Não acredito! Quantos anos e te encontro aqui em Buenos Aires, Diego!”

“Ora, Marcel... esqueceu que nasci aqui? Há alguns anos voltei e me estabeleci definitivamente.” – disse o velho amigo de faculdade de Marcel, com um leve sotaque espanhol.

Marcel apresentou Betina ao amigo Diego, que tentava disfarçar mas não tirava os olhos dela. Os amigos resolveram esticar a conversa no bar do hotel e Betina quase não disfarçava o aborrecimento por não poder ir logo para o quarto e arrancar a roupa de Marcel. Contaram que estavam chegando de um espetáculo de tango e Diego revoltou-se.

“Vocês precisam ir a uma casa de tango de verdade, para assistir e também dançar. Amanhã levarei vocês a um lugar assim, que tal?”

“Mais tango”, Betina pensou... mas sorriu adorando o convite.

Despediram-se e no quarto, qual não foi sua decepção quando Marcel mostrou-se tão cansado pelo dia exaustivo de trabalho! Ele logo adormeceu e para não ser consumida pelo fogo que vinha sentindo a noite toda, Betina teve que se masturbar. Pensava nos dançarinos de tango... naquelas cenas de corpos colados... e de repente viu-se perseguida nas ruas de Buenos Aires por um estranho sedutor, que revelava-se como Diego. Tocava seu sexo quente, molhado, pronto para Marcel, mas eram seus próprios dedos que entravam ali. Roçava seu grelo, tocava os mamilos, contorcia-se embaixo das cobertas e quando gozou, foi tão intenso que caiu no sono quase instantaneamente.
               
No dia seguinte, Betina não conseguia deixar de pensar em Diego. Quem seria a mulher que estava com ele na tarde anterior?  Resolveu fazer compras para se distrair. Passou a tarde vendo as vitrines da Calle Florida e da Galeria Pacifico. Ficou espantada com a quantidade de brasileiros por lá. Ao final da tarde, entrou num café e encontrou Diego que lhe chamou em sua mesa. Conversaram animadamente, como se ela também fosse sua amiga de longa data. Ele contou que esteve no hotel na noite anterior apenas para deixar uma amiga que estava hospedada lá e que havia deixado a cidade naquela tarde.

Betina disse a Diego o quanto estava preocupada com o tango que teria que dançar naquela noite, pois não tinha noção nenhuma de como era a dança. Ele então se ofereceu a ensiná-la, caso ela quisesse. Agradeceu mas recusou o convite para as aulas particulares na casa de Diego. Tinha receio do que poderia acontecer se ficasse a sós com ele.

A noite chegou e Betina estranhou o atraso de Marcel. Ligou para ele que disse que teria que abandoná-la nessa noite para um jantar de negócios. Disse que pediu desculpas a Diego e ele a levaria para o tango.

Diego foi buscá-la no hotel e se dirigiram para sua casa. Disse que prometera uma noite de tango e era isso que ela teria, mesmo sem Marcel. A casa estava agradavelmante decorada, com luz de velas.

Betina ficou apreensiva com o clima sensual em que se encontravam, sozinhos na casa... Diego guardou seu casaco e serviu vinho para que ficasse mais a vontade. Colocou um cd com tangos diversos e ia mostrando passos, com a ajuda de uma vassoura. Betina, já descontraída ria e aceitou quando ele a convidou para ser seu par na dança.

Diego olhava no fundo de seus olhos. Seu perfume a deixava inebriada. Tinha as mãos fortes e quentes. Ele a enlaçou pela cintura, grudou seu corpo no dela e a conduzia na dança enquanto tocava “Por una cabeza”  de Carlos Gardel. A sensualidade dos dois estava a flor da pele e Betina não resistiu quando os lábios de Diego tocaram os seus. Terminaram a dança já se tocando e esfregando seus corpos um no outro.

Diego subiu o vestido de Betina, invadindo sua calcinha e tocando seu sexo. Ela desabotoava com pressa a camisa de Diego, que apressava-se em arrancar o cinto e a calça. Agora, ouviam “Montserrat (Orquesta Del Plata)”, com Bajofondo. Seus corpos buscavam um ao outro. Diego a deixou nua e colocou uma rosa vermelha no cabelo de Betina. Beijava sua nuca enquanto as mãos percorriam seu corpo. Seu membro ereto roçava as pernas de Betina conforme ele se movimentava sobre seu corpo deitado no tapete da sala. Ela queria chupá-lo e posicionou-se num delicioso 69. O pau de Diego crescia e latejava enquanto ela lambia e chupava toda a extensão e suas bolas. Por sua vez, ele chupava sua buceta molhada, depilada, rodeando seu grelo com a língua, beijando os lábios e depois metendo na vagina. Ela logo gozou violentamente em sua boca e Diego se deliciou sorvendo aquele mel delicioso.
               
Levantaram-se e Diego chamou-a novamente para a dança. Nus, seu membro encontrava abrigo entre as pernas de Betina. Dançaram até que ele a encostou contra a parede e meteu seu pau dentro dela. Estocava e chupava os seios...ela beijava seu pescoço e apertava suas coxas e sua bunda. Dizia o quanto ele era gostoso... Ele aumentava e diminuía o ritmo conforme o andamento da música. Ela queria gozar novamente e seguia o ritmo da dança de Diego dentro dela. Os dois ansiavam pelo gozo, que veio em ondas violentas.

Deitaram-se no sofá para descansar e enquanto alisava as pernas de Betina, Diego sentiu-se inflamar novamente, desejando o rabinho da mulher. Encaixou-se atrás dela, molhou os dedos com sua saliva e introduziu um, depois dois, devagarzinho, preparando-a suavemente. Betina não se opôs e ele por fim meteu seu cacete em seu cuzinho. Ela rebolava no ritmo da música e Diego esfregava uma de suas mãos na buceta ainda molhada. Ficaram ali, rebolando encaixados de lado, no sofá, por um bom tempo. Betina sentiu novamente um orgasmo se aproximando, misturado a dor de ser penetrada agora tão fortemente por Diego.
Gozou jogando os cabelos e a flor para trás. Diego permanecia encaixado em sua bunda, fodendo cada vez mais forte, agora apertando e apalpando os seios e puxando-a pelos cabelos, até jorrar sua porra ali dentro.

A música continuou tocando e os dois adormeceram. Acordaram nus no meio da madrugada com o celular de Diego tocando. Era Marcel, que preocupado, procurava por eles.

“Estamos saindo da casa de tango. Em pouco tempo deixarei Betina no hotel. Ela está em boas mãos depois de se entregar ao tango...”

5 comentários:

Eroticamente (In) Correto disse...

Ainda ontem falava sobre tango, sobre Buenos Aires,... Sobre o quão próximo estou.
Coincidência?
Talvez!
Mas que o tango realmente nos leva a cometer desvarios,... Isso todos concordamos.


Beijo do Capetao

Bem Resolvida disse...

meu marido fez aulas de tango alguns anos antes de nos conhecermos mas nunca topou dançar para mim ou comigo... adoraria brincar assim com ele...

LadySiri disse...

Delícia de Tango han! Além de Bajofondo vale a pena conferir Tanghetto e Gotan Project...excelente!

Bjs

http://contoseroticosdeayeskaeamigos.blogspot.com disse...

kkkkkkkk quarta-feira postei num grupo sobre Dançar Tango!!!
Um engraçadinho, ainda disse:
Tango? E a rivalidade entre Brasil e Argentina???
Rivalidade? No tango? Nem pensar rsrs
Quem sabe ainda aprendo com um Argentino??kkk

Esse conto é uma delicia!!!
Excelente idéia Borboletinha rsrs

Bjs doces carinhosos!!

Ayesk@

{princess kitty}龍戦士 disse...

Miauuuu!!!

Borboletinha linda, adoro seus contos musicados rsrs
Acho que preciso aprender a dançar tango urgentemente ;)

Miau besos con cariño =^.^= (só pra entrar no clima rsrs)